Faculdade de História - FAHIS/CANAN
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Campus de Ananindeua / Bibliotecários: Erik André de Nazaré Pires / Élida Moura Figueiredo / Cleide Dantas Fone: (91) 3201-7041 E-mail: bbca@ufpa.br
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Patrimônio ambiental urbano: uma história sobre o Parque Ambiental de Ananindeua Antônio Danúbio(2021-02-25) VIDIGAL, Victória Emi Murakami; KETTLE, Wesley Oliveira; http://lattes.cnpq.br/9421187953739248; https://orcid.org/0000-0002-5824-5700A seguinte pesquisa aborda a História do Parque Ambiental Antônio Danúbio, situado na cidade de Ananindeua – PA, desde o seu processo de criação e as atividades que o mesmo oferece em seu espaço, além de sua potencialidade como patrimônio ambiental do município. A temática da História Ambiental e do Patrimônio cultural e ambiental é pertinente para a nossa sociedade como um todo, pois é possível debater questões sobre identidade, cultura, memória e preservação de uma cidade ou até mesmo de um espaço verde em meio ao centro urbano. O Parque Antônio Danúbio aborda como um todos questões importantes não apenas para sua própria preservação, mas também da cidade de Ananindeua como um todo, preocupando-se com o seu interior e exterior; não apenas em salvar o lugar em um passado, mas também no presente e no futuro.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Reflexões de História ambiental em Marajó de Dalcídio Jurandir: olhares e sentidos sobre a natureza(2021-03-25) SANTOS, Paulo Henrique Santos dos; KETTLE, Wesley Oliveira; http://lattes.cnpq.br/9421187953739248; https://orcid.org/0000-0002-5824-5700O presente trabalho analisa as relações entre seres humanos, natureza e o passado a partir do romance Marajó (1947) de Dalcídio Jurandir, sob a perspectiva da história ambiental. Estabelecemos diálogos entre a historiografia e a literatura para demonstrar uma ampliação da compreensão sobre os problemas resultantes da desigualdade social encontrada principalmente nos municípios paraenses de Ponta de Pedras e Cachoeira do Arari na primeira metade do século XX. Destacamos a permanência prejudicial de estruturas historicamente construídas ao longo tempo nessa sociedade. Demonstramos as diferentes relações com a terra entre grupos oprimidos e opressores, a presença ativa dos animais não humanos que exercem uma importante influência na dinâmica local e a subversão de uma tradição literária em que a natureza é representada de forma abundante e harmônica, dando lugar a denúncia de degradações ambientais relacionadas a exploração por parte dos grandes fazendeiros.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A Colônia Militar São Pedro de Alcântara no Rio Gurupi e a redefinição da fronteira Pará-Maranhão (1852-1873)(2021-03-29) ROSÁRIO, Talita Almeida do; SOUZA, Sueny Diana Oliveira de; http://lattes.cnpq.br/4689811376987159O assentamento em 1854 da colônia militar São Pedro de Alcântara na fronteira Pará-Maranhão demarcada no rio Gurupi atendia às demandas de investimentos da província do Maranhão para a zona Gurupi-Turiaçu, recentemente incorporada ao seu território. Logo, a característica híbrida da colônia, sendo militar e agrícola, estava relacionada ao domínio maranhense com o avanço de fazendeiros e o controle de sujeitos indesejáveis, aos olhos do Governo imperial, que usavam as terras produtivas por “longa data” e se sentiam donos. Diante dos interesses das autoridades maranhenses e a indagação dos impactos que a colônia traria para as dinâmicas da região dos dois rios e na vida de quem os habitava, essa pesquisa tem como objetivo apresentar como as diferentes pessoas e grupos étnicos compreenderam a fundação da colônia. Analisou-se uma miscelânia de fontes e se constatou discursos oficiais que buscaram justificar a sua presença, revelando representações sobre a região do Turiaçu e suas gentes. Além, encontrou-se uma diversidade étnica no Gurupi que travou relações de conflito, comércio e negociação com a colônia, por outro lado entendendo que se tratava de um posto de policiamento e civilizatório, alguns grupos como indígenas e pobres livres constroem espaços de resistência e refúgio nesse mesmo rio.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Os discursos sobre ocupação de terras: disputas na fronteira entre Pará e Maranhão (1840- 1852)(2021-03-29) SILVA, Adriane Aline Soares da; SOUZA, Sueny Diana Oliveira de; http://lattes.cnpq.br/4689811376987159Analisar um discurso é tentar expor seus elementos internos e externos de produção. Os discursos produzem sentidos que podem revelar ideologias e significações individuais, bem como se projetam no mundo por meio de práticas simbólicas. Desta forma, os discursos políticos sobre distribuição e uso da terra em meados do século XIX, poderiam afetar o modo de sobreviver de que não se encaixava nessas perspectivas. Nesse contexto a fronteira entre Pará e Maranhão era delimitada pelo rio Turiaçu, porém abrangia para os habitantes daquelas redondezas um recorte territorial maior, pois incluía uma rede de relações sociais. Nesse sentido a existência de conflitos se mostra nos discursos oficiais sobre colonização, revelando ideias conservadores, liberais, e o combate às ações de determinados grupos sociais. Sendo a distribuição e formas de uso da terra elementos de destaque; o contexto de discussões sobre propostas para a criação da lei de terras, produz discursos que evidenciam influencias sociais, econômicas e políticas.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Relações no Sertão da Amazônia (1790-1824): um rio e suas gentes no ensino de História(2021-03-30) SOUZA, Elbia Cunha de; SOUZA, Sueny Diana Oliveira de; http://lattes.cnpq.br/4689811376987159O presente trabalho destaca a Fronteira de Turiaçu que demarcava o limite entre as regiões do Pará e do Maranhão nos anos finais do século XVIII e início do século XIX e analisa a partir de trabalhos científicos de autores como Sueny Diana de Souza, Flávio Gomes, entre outros, aspectos das relações sociais dos sujeitos que ali habitavam a fim de construir um recurso didático para ser utilizado no Ensino Fundamental anos finais. Dessa forma, o debate entre a relação do saber acadêmico e o saber escolar se faz necessário, pois a proposta para a produção de um recurso didático para o ensino de história só será exequível a partir das pesquisas construídas na academia e adaptadas ao espaço escolar. Assim, por meio do recurso didático aqui proposto, há possibilidades de estudar diversos conceitos do Ensino de História, pois os aspectos selecionados para esse material permitem analisar através dessa região fronteiriça as noções de relações de poder, noções de espaço, noções de fonte, sujeitos históricos, organização social, territórios e fronteiras. Propondo assim conhecimentos atualizados e debatidos na academia chegarem à escola, pois acredita-se no potencial das temáticas e conceitos dessa região para exercício diário do docente e discente, por meio do compilado organizado nesse recurso didático.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Desenhando a arqueologia amazônica: de caco a espetáculo e o “modesto museozinho” de Tom Wildi(2021-04-14) PINHEIRO, Carolyn Santiago; LINHARES, Anna Maria Alves; http://lattes.cnpq.br/3081434819616255; https://orcid.org/0000-0001-7548-9259Esse estudo objetivou a criação de um material didático sobre ensino patrimonial, tendo em vista que a educação patrimonial colabora com a formação da identidade e identificação com o patrimônio. E para além de gerar uma identidade com os grandes monumentos que trazem uma memória da elite, se faz necessário ensinar sobre o patrimônio de uma minoria que ainda é pouco valorizado – no caso deste trabalho os indígenas Marajoara. A partir disso, o presente trabalho produziu como produto uma história em quadrinho acerca da cerâmica marajoara, tendo como fonte o diário de Tom Wildi – arquiteto suíço e arqueólogo amador, veio para o Brasil e esteve várias vezes na ilha do Marajó para realizar a coleta dos objetos marajoara para ser utilizada como material didático por escola do ensino público e privado. Os registros de campos de Tom Wildi, como fotografias, cartas, anotações pessoais foram analisadas para que junto com o levantamento bibliográfico feito acerca da educação patrimonial e história em quadrinho, fosse produzido esse material didático, que posteriormente foi aplicado em sala de aula. Obtendo um resultado satisfatório dessa aplicação, e abrindo outras possibilidades para o uso desse material em sala de aula.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Das charges aos memes: uma pesquisa na rede social Facebook nos anos de 2013 a 2018 e uma possibilidade de proposta para o ensino de História com uso de duas linguagens, os memes e as charges(2021-05-07) RODRIGUES, Eliandra Gleyce dos Passos; MACÊDO, Sidiana da Consolação Ferreira de; http://lattes.cnpq.br/4202561791565993; https://orcid.org/0000-0002-1481-9274O presente trabalho busca conhecer e analisar parte da produção de memes e charges divulgadas em rede social elegendo os anos de 2013-2018, período de efervescência política que culminou no processo de Impeachment da então Presidenta Dilma Rousseff e por meio deles entender o discurso incluso nessas imagens e seu potencial de comunicação e informação, por analisar a colocação dessas produções no respectivo contexto presente social por meio de sua produção em voga na internet. Também buscando conhecer e analisar as possibilidades para o uso no Ensino de História e ao final apresentar uma possibilidade de usos de memes no Ensino de História, visto que as charges já estão presentes nas aulas e provas de Histórias e no ENEM. E assim tentar entender o Meme como um recurso e como um objetivo de pesquisa para analisar o tempo presente. Assim, se faz necessário pensar dentro dessas possibilidades outros recursos, que viabilizem o processo de ensino e aprendizagem nas aulas de história e é desta forma que apontamos a proposta da utilização de memes no Ensino de História e como fontes de pesquisas históricas. Estudar e explorar essa temática promove a inclusão de práticas didáticas ao Ensino de História, e analisar o seu emprego como fonte histórica, promove expectativas e abertura para pesquisas com memes. Considerando os “memes” como fontes iconográficas que atestam-se como ferramentas úteis para o ensino de história o presente trabalho visa debater sobre essa perspectiva didática e propor meios de trabalhar essa fonte, que são os memes. Além do estudo exploratório de memes na rede social Facebook houve também uma aplicação de questionário em uma escola pública na cidade de Ananindeua com uma turma do 6º ano do ensino fundamental.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Olhos sobre pixels: Projeto Historix como recurso digital para o ensino de História(2021-06-16) MONTEIRO, Ian Silva Lemos; KETTLE, Wesley Oliveira; http://lattes.cnpq.br/9421187953739248Este trabalho tem o intuito de analisar e discutir as produções do Laboratório Virtual de Ensino de História da Universidade Federal do Pará (LVEH), projeto coordenado pelo Prof. Dr. Wesley Kettle, o qual faço parte desde 2018 e que tem como intuito ocupar a internet através das redes sociais sendo estas YouTube, Facebook e Google Classroom, buscando pensar a História, termos de divulgação científica e produção do conhecimento, dentro de espaços que são entendidos como “locais de entretenimento”, como é apontado pela autora Faye Sayer (2015). Partindo disso, foi possível realizar trabalhos de relevância para a discussão do ensino de história e da história pública, o LVEH promoveu dentro da plataforma do Facebook um simpósio online com a intenção de aproximar os professores do ensino básico das discussões da academia. Durante o ano de 2018, foram promovidos 2 simpósios online os quais foram debatidos artigos, entre eles, um sobre a Educação de Jovens e Adultos e outro sobre Educação e Cultura Surda. Simultaneamente, também foram postados vídeos no canal do Laboratório sobre a produção acadêmica dos profissionais da UFPA, especificamente do campus Ananindeua, onde foi possível discutir o trabalho dos pesquisadores e ouvir dos mesmos sobre a pesquisa. Ao longo do ano de 2018, o LVEH conseguiu discutir e expandir os produtos da UFPA, na mesma medida em que reaproximou a universidade com aqueles profissionais que ela havia formado, destacando também a oferta de nosso primeiro curso online “Arqueologia no Ensino de História” com parte importante deste processo em 2018. Em 2019, tivemos a produção de um vídeo com a Professora Siméia Lopes que falou sobre a “História Econômica na Amazônia do Séc. XVIII e XIX” e demos início a criação de um repositório virtual, onde inserimos e-books enviados por seus autores para que possamos divulgá-los e que pode ser encontrado em nosso site (lveh.ufpa.br). Para além disso esse trabalho também traz a análise de outro caminho a ser trilhado pelos historiadores a partir do formato de vídeo-ensaio e vídeohistória, que consistem em vídeos curtos que estão ligados não apenas a linguagem acadêmica mas que pode também se conectar a elementos da cultura em geral, apresentando-se como elemento facilitador para o entendimento da história, sempre levando em consideração as mudanças, transformações, construções e disputas causadas por novos espaços de divulgação e formação de narrativas históricas e que hoje estão cada vez mais presentes nos espaços digitais. A utilização das redes sociais na educação é uma tarefa importante e a experiência com o Laboratório Virtual de Ensino de História expõe que esta possibilidade pode ser realizada.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A data magna paraense nas dinâmicas da globalização: "performatividade" e o esquecimento sobre o dia 15 de agosto no ensino e no espaço escolar(2021-06-30) GUIMARÃES, Athos Matheus da Silva; BRITO, Adilson Júnior Ishihara; http://lattes.cnpq.br/5217224392697515; https://orcid.org/0000-0002-9072-8956O objetivo deste trabalho é expor os resultados obtidos na investigação sobre o esquecimento da “Adesão do Pará à Independência do Brasil” no ensino e no espaço escolar. A primeira abordagem deste trabalho foca na perspectiva das dinâmicas entre o global e o local como influências nas transformações da educação brasileira, remodelando o sistema educacional brasileiro para uma percepção performativa sob os discentes, e que propicia influências no planejamento e no desenvolvimento de aulas sobre o local. A segunda abordagem trabalha com o esquecimento sobre memórias históricas locais em espaços escolares de nível médio a partir da presença de avaliações externas. O espaço escolar utilizado para essa investigação foi a Escola Estadual de Ensino Médio Prof. Antônio Gondim Lins, localizado no município de Ananindeua/ PA. Analisamos os documentos fornecidos pela direção da escola, como o Programa Político Pedagógico (PPP) e os livros didáticos usados por esta instituição, com o objetivo de analisar o histórico desta instituição, como também a escolhas de materiais e seus conteúdos que foram aplicados em sala de aula. Aplicamos questionário nas turmas deste estabelecimento para realizar uma observação quantitativa sobre o conhecimento destes discentes sobre a Data Magna, como também uma análise qualitativa sobre o envolvimento destes alunos e da escola com este feriado.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Uma jornada para além do esperado: o épico de Gilgamesh e suas verossimilhanças na narrativa épica de Homero(2021-08-13) SANTOS JÚNIOR, Edimar Ribeiro dos; SILVA, Roberta Alexandrina; http://lattes.cnpq.br/7977807580099569; https://orcid.org/ 0000-0002-7580-2054A presente pesquisa vislumbra debater e problematizar uma das mais antigas literaturas produzidas pela humanidade, conhecida como epopeia de Gilgamesh ou épico de Gilgamesh. Tendo como principal objetivo, a percepção da disseminação desta obra literária dentro do espaço territorial mesopotâmico, mas principalmente, o alcance de sua influência até mesmo no Ocidente, especificamente no mundo grego. Para tais objetivos, procurou-se explorar a versão Ninivita do épico de Gilgamesh, conhecida como versão “padrão”, apontando pontos específicos que se fazem semelhantes em outra importante literatura épica da Antiguidade, a Odisséia, de Homéro. Partindo das reflexões sobre cultura e do conceito de hibridismo cultural na concepção de P. Burke, bem como, das abordagens dentro de uma visão Orientalista, principalmente de W. Burkert e M. West, C. Penglase e E. Said. Longe de querer apresentar uma resposta definitiva em torno de um tema tão vasto, profundo e cheio de lacunas, o presente artigo visa traçar um debate a respeito do desenvolvimento e difusão deste épico na Antiga Mesopotâmia como um meio de observar as influências desta rica cultura no Mundo Antigo.