Faculdade de Ciências Biológicas - FCBIO/CSOUR
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Navegando Faculdade de Ciências Biológicas - FCBIO/CSOUR por Orientador "BIANCALANA, Fernanda Simas Corrêa"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A música como ferramenta lúdica no ensino de hábitos de higiene na educação infantil(2019) PAMPLONA, Adriane da silva; BIANCALANA, Fernanda Simas Corrêa; http://lattes.cnpq.br/3806269055298009As práticas de higiene pessoal têm grande importância para a saúde humana e, o ensino precoce de hábitos de higiene, revela o papel estratégico da escola em proporcionar uma aprendizagem efetiva de promoção e proteção à saúde. E a música por seu caráter lúdico, destaca-se como um importante recurso pedagógico capaz de auxiliar na formação de hábitos, atitudes e comportamentos. Desse modo, a presente pesquisa objetivou verificar a eficiência da música como ferramenta lúdica, na transmissão de conhecimentos sobre as práticas de hábitos de higiene na educação infantil. Em vista disso, foram selecionadas as turmas de 1º e 3º dos anos iniciais do ensino fundamental de quatro escolas da rede pública do município de Soure, nas quais a execução da pesquisa ocorreu a partir de três etapas, denominadas de: pré- intervenção – caracterizada por investigar através de questionários as noções iniciais que as crianças apresentavam em relação aos hábitos de higiene; aplicação da linguagem musical – que abordou as práticas corretas de higienização por meio da música e; pós-intervenção – que consistiu em reaplicar o questionário para avaliar o efeito da música como ferramenta lúdica. Os resultados obtidos demonstraram que 82% dos alunos apresentavam um conhecimento prévio a respeito dos hábitos de higiene, porém 18% dos educandos desconheciam a forma correta ou a regularidade com que algumas atitudes devem ser realizadas. Entretanto, após a utilização da linguagem musical, ocorreram mudanças significativas na percepção e aprendizagem das crianças acerca dos hábitos de higiene, demonstrando, desta forma, que a música é uma ferramenta lúdica eficaz na transmissão de conhecimentos sobre as práticas corretas de higienização na educação infantil.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Boliche de garrafa pet em turmas de ensino fundamental como ferramenta de reforço ao aprendizado(2019) LEMOS, Oriane do Socorro Pantoja; BIANCALANA, Fernanda Simas CorrêaA palavra lúdico origina-se do latim “ludus” que quer dizer “jogo” e “brincar”, refere-se a jogos, brinquedo, ou divertimento, possibilitando a aprendizagem do sujeito. O lúdico tem a capacidade de facilitar a aprendizagem, o desenvolvimento pessoal, social e cultural e auxilia na saúde física e cognitiva, com isso as atividades lúdicas são recursos bons e importantes a serem usados como ferramenta pedagógica pelo educador em sala, facilitando o processo de ensino e aprendizagem. Por tanto o presente trabalho teve como objetivo avaliar o uso do jogo de boliche como uma ferramenta para reforçar a aprendizagem sobre a conservação e importância da água potável. O jogo foi empregado em turmas de 2º, 3º e 4º ano do ensino fundamental 1, em duas escolas do município de Soure, na Ilha de Marajó-PA (Escolas “Antônia Tavares” e “Dom Alonso”). Em um primeiro momento, foi realizada uma miniaula e logo após aplicado um 1º questionário sobre o tema água. Em seguida, houve a aplicação da atividade lúdica “jogo de boliche” contendo dentro de cada garrafa tópicos relacionados ao tema, conforme o aluno derrubava as garrafas do boliche, as informações que estavam dentro destas eram lidas e pontuavam quem conseguia explica-los, porém se não conseguissem, em conjunto com eles cada tópico era explicado novamente. Nos questionários aplicados antes da atividade lúdica obteve-se 476 (66%) respostas corretas, 246 (33%) incorretas, 4 (1%) não souberam responder. Após a aplicação do jogo o resultado nos questionários mudou, alcançou 693 ( 95%) respostas corretas e apenas 33 (5%) respostas incorretas. A metodologia tornou as aulas divertidas e agradáveis, a mesma possibilitou um maior conhecimento sobre o tema abordado, além de estimular os alunos a serem agentes disseminadores de conhecimento.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Fungos: o uso de modelos didáticos no ensino de ciências para alunos do 5° ao 9° ano do ensino fundamental(2019) FELIX, Ingrid do Socorro Rodrigues; BIANCALANA, Fernanda Simas Corrêa; http://lattes.cnpq.br/3806269055298009O Reino Fungi é representado por organismos unicelulares ou pluricelulares. A forma como esse tema vem sendo tratado pelos professores, assume uma abordagem expositiva, com a valorização dos conceitos. Nessa perspectiva, identificam-se problemas referentes à contextualização do tema. Com isso, ressalta-se que as aulas devem ser vistas como um processo em que educar não se limita a repassar informações, é preciso oferecer várias ferramentas. Ferramentas como o uso de metodologias lúdicas se encontram como um instrumento sugestivo que podem ser eficazes no ensino. Neste trabalho, o uso de metodologias lúdicas pretende conscientizar o professor de que é possível elaborar uma aula simples e eficaz. Este estudo foi realizado em duas escolas no município de Soure/PA. A análise de dados foi realizada através de dois questionários, um inicial, onde desejou-se identificar previamente o nível de interesse e conhecimento sobre o tema e um final onde verificou- se se o interesse pelo tema mudou e se o uso de metodologia lúdica contribuiu para o conhecimento. As primeiras questões relacionavam-se a opinião deles. Como, o que achavam da temática, oferecendo opções como chato e interessante; se consideravam os fungos importantes; se os fungos estavam presentes na vida deles; se já tinham visto um fungo na própria casa ou na rua, ambas oferecendo opções como sim e não. Após o questionário inicial, realizou-se uma palestra, após está foi feito a aplicação das metodologias lúdicas, todas essas continham os mais conhecidos representantes do Reino Fungi, sendo metodologias lúdicas aplicadas no 5º e 7º ano o quebra-cabeça, 6º e 8º ano o dominó e 9º ano a confecção dos fungos com massa de modelar. Com a aplicação, os resultados mostraram do 5º ao 9º ano, que 49% dos alunos achavam o assunto interessante, passando para 100% no teste final. Na segunda pergunta, 42% responderam que não achavam os fungos importantes, passando para 96% no teste final. Na terceira pergunta, 36% responderam que não achavam que os fungos estavam presentes na vida deles, passando para 1% no teste final. Na quarta pergunta, 54% disseram que nunca tinham visto um fungo, passando para 16% no teste final. Na quinta pergunta, 100% responderam que o jogo os ajudou a entenderem melhor o conteúdo. Com isso conclui-se que, os modelos didáticos lúdicos, ajudaram na visualização e compreensão do conteúdo, funcionando como importante recurso para o aprendizado. A utilização de baixo custo e alta aplicabilidade amplia o conjunto metodológico dos professores favorecendo o desempenho em sala de aula.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Identificação dos gêneros de fungos patogênicos em bananeiras (Musa ssp.) na região de Soure-PA(2019) SILVA, David Ferreira da; BIANCALANA, Fernanda Simas Corrêa; http://lattes.cnpq.br/3806269055298009A bananeira pertence à família Musaceae, é uma das frutas muito consumida mundialmente, seu cultivo é feito nos países tropicais, e no Brasil, sua distribuição abrange em todo. No país a bananicultura encontra condições ideais para as suas atividades agrícolas que representa uma alta taxa na economia e social. Fungos são os maiores causadores de diversos problemas para o cultivo de bananeiras, que podem prejudicar o cultivo de bananeiras. Dessa forma, o presente trabalho teve por objetivo, isolar e identificar fungos patógenos do solo, folha e frutos da bananeira e avaliar a incidência dos fungos em bananas na região de Soure na Ilha de Marajó. Para verificar a incidência de fungos patogênicos associados a bananeiras, foram coletados amostras referente aos órgãos vegetativos da planta, como: frutos e folha. Em campo foi feito a coleta desse material biológico totalizando 36 coletas. No Laboratório, os materiais coletados foram cultivados em meio de cultura com Ágar batata em placas de petrilacrados. Logo após, as amostras foram incubados assim em temperatura ambiente por sete dias. Após esse período, foram identificadas as colônias nas placas, foi feito as lâminas para a identificação dos gêneros. A partir da análise do material biológico coletado nos seis pontos amostrais foram identificados cinco fungos gênero: Aspergillus, Curvularia, Fusarium, Penicillium e Phialophora. Os dados evidenciam que o bairro do Umirizal foi o único que apresentou ocorrências dos 5 gêneros, apresentando também o gênero Phialophora com exclusividade. Em todos os pontos os gêneros Aspergillus, Curvularia, Fusarium e Penicillium estiveram presentes, sendo o último gênero sem ocorrência nas amostras do Bairro novo. Já em relação aos gêneros, Fusarium foi o mais representativo seguido de Aspergillus. Em relação às amostras: nos frutos apresentou cinco gêneros: Aspergillus, Curvularia, Fusarium, Penicillium e Phialophora. As folhas apresentaram quarto gêneros: Aspergillus, Curvularia, Fusarium e Penicillium e solo apenas dois gêneros: Aspergillos e Fusarium.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Ocorrência de fungos damáceos em farpas de portões de madeira(2019) FARIAS, Adriane Nunes; BIANCALANA, Fernanda Simas Corrêa; http://lattes.cnpq.br/3806269055298009Os fungos demáceos ou melanizados são seres vivos que constituem um grupo de fungos caracterizados por apresentarem melanina em sua parede celular, o que os deixa mais escuros além de torná-los mais resistente a condições extremas. São encontrados especialmente na água, solo, plantas e matéria orgânica em decomposição, sendo distribuídos por todo o mundo. A entrada desses fungos patogênicos no organismo humano, normalmente, ocorre através da inoculação traumática, gerando infecções subcutâneas como: feohifomicoe, micetoma e cromoblastomicose, sendo esta última com maior número de casos do país no Estado Pará, tornando o estado o principal ponto de incidência dessa doença na Amazônia. O objetivo deste trabalho foi verificar a ocorrência de fungos demáceos em farpas de portões de madeira no município de Soure-PA. Foram realizadas coletas na estação seca de 2018, e nas estações chuvosa e seca de 2019, onde a cada uma eram obtidas amostras tanto da zona urbana quanto da zona rural. Para a remoção das farpas dos portões utilizou-se uma pinça, papel alumínio e sacos plásticos. As amostras foram levadas para o laboratório e semeadas em meio de cultura ágar batata dextrose, sendo armazenadas em temperatura ambiente num período entre 5 a 7 dias. Posteriormente, com o auxílio de fita adesiva, fez-se as lâminas que em seguida foram analisadas em microscópio óptico. A análise microscópica constatou que em 46 de 111 amostras de farpas houve a presença de fungos demáceos, pertencentes aos gêneros: Cladosporium sp, Curvularia sp, Exophiala sp, Fonsecaea sp e Phialophora sp, sendo este último o mais abundante. Também foram encontrados outros fungos filamentosos dos gêneros: Aspergillus sp, Fusarium sp, Mucor sp, Rhizopus sp e Penicillium sp. Pode se concluir que há fungos demáceos colonizando farpas de madeira de portões, o que demonstra ser um risco de contaminação para população que os manuseia diariamente.