Das “minas” à arquitetura colonial amazônica: os sambaquis de São João de Pirabas, segundo Ferreira Penna (1876)

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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia

Data

27-01-2026

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FONSECA, Isaias Martins da. Das “minas” à arquitetura colonial amazônica: os sambaquis de São João de Pirabas, segundo Ferreira Penna (1876). Orientador: Wesley Oliveira Kettle. 2026. 47 f. Trabalho de Curso (Licenciatura em História) – Faculdade de História, Campus Universitário de Ananindeua, Universidade Federal do Pará, Ananindeua, 2025. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9328. Acesso em:.
A exploração comercial dos sambaquis, que fez das conchas marinhas fossilizadas matéria-prima da cal virgem, desde o início da colonização firmou-se como uma das atividades econômicas que viabilizaram os projetos da arquitetura colonial, estando presente no processo de formação de diversos núcleos urbanos no Brasil. A presente pesquisa tem como proposta discutir um dos processos de ocupação humana da foz do rio Pirabas, na zona do Salgado paraense, ocorrido durante a segunda metade do século XIX, a partir da perspectiva da exploração dos sambaquis locais, registrados pelo cientista Domingos Soares Ferreira Penna. Com a mobilização de autores e autoras que discutem a história da arqueologia, bem como temas relacionados, como o processo de ocupação da Amazônia, além da análise de jornais do período, concluiu-se que a ressignificação que transformou os sambaquis - vestígios de um passado longínquo - em fontes de matéria-prima da indústria caieira, foi determinante para a formação do primeiro núcleo populacional de São João de Pirabas. Como desdobramento, a pesquisa constatou que os sambaquis são elementos intrínsecos dos processos de formação das populações da foz do rio Pirabas, em diferentes temporalidades.

Fonte

Disponível na internet via Sagitta

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