Educação Quilombola na Amazônia: memória, território e descolonização do currículo

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Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Artigo

Data

20-02-2026

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Citar como

SOARES, Rodrigo Alves. Educação Quilombola na Amazônia: memória, território e descolonização do currículo. Orientador: Enilson da Silva Sousa. 2026. 19 f. Trabalho de Curso (Licenciatura em Geografia) – Campus Universitário de Ananindeua, Universidade Federal do Pará, Ananindeua, 2026. Disponível em: . Acesso em:.
Este artigo tem como objetivo refletir, a partir de uma perspectiva teórica e bibliográfica, sobre os fundamentos, desafios e possibilidades da educação escolar quilombola na Amazônia. Considerando o acúmulo histórico das lutas territoriais e educativas das comunidades remanescentes de quilombo, argumenta-se que a escola quilombola não deve ser pensada como mero instrumento de inclusão formal, mas como um espaço de resistência, de produção de saberes e de afirmação de identidades coletivas. A metodologia adotada é de cunho teórico e bibliográfico, apoiando-se em autores como Halbwachs, Bloch, Bhabha, Barcellos, Rosa, Pacheco, Alfredo Wagner, além de documentos oficiais como a Resolução CNE/CEB nº 8/2012. O texto se estrutura em torno de dois eixos: (1) os fundamentos epistemológicos da educação quilombola, com base em memórias coletivas, territorialidades e práticas ancestrais; e (2) os desafios enfrentados na materialização dessa educação no contexto amazônico, com destaque para o currículo, a formação docente e as disputas territoriais. A análise conclui que a escola quilombola, ao valorizar os saberes locais, a ancestralidade e a autonomia curricular, se configura como uma proposta de mundo ancorada na justiça histórica e na decolonização do conhecimento.

Fonte

Disponível na internet via Sagitta

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