Comparação de modelos computacionais para pavimentos de lajes lisas

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Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Monografia

Data

27-02-2026

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Tipo de acesso

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Citar como

AGUIAR, Lucas Viana. Comparação de modelos computacionais para pavimentos de lajes lisas. Orientador: Manoel José Mangabeira Pereira Filho. 2026. 40 f. Trabalho de Curso (Bacharelado em Engenharia Civil) – Faculdade de Engenharia Civil, Campus Universitário de Tucuruí, Universidade Federal do Pará, Tucuruí, 2026. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9320. Acesso em:.
A crescente busca por sistemas estruturais mais eficientes e econômicos tem favorecido a adoção de lajes lisas em projetos contemporâneos. Entretanto, a análise e o dimensionamento desses pavimentos requerem atenção redobrada, em razão da complexidade do comportamento estrutural nas regiões de ligação entre laje e pilar. Nessas áreas, concentram-se elevados momentos fletores e esforços cortantes, podendo ocasionar a ruptura por punção. A escolha inadequada do modelo computacional pode levar a erros substanciais na previsão do comportamento estrutural, comprometendo a segurança do projeto. Neste contexto, este trabalho comparou os resultados de deslocamento, reação de apoio e momento desbalanceado nos pilares de centro e borda referente a três modelos computacionais realizados por método dos elementos finitos. Os modelos computacionais desenvolvidos neste estudo simularam um pavimento-tipo em laje lisa de concreto armado, com base em modelos experimentais documentados na literatura técnica. O primeiro modelo adotou pilares representados por elementos de barra e lajes por elementos de casca. O segundo modelo seguiu abordagem similar dos pilares em barras, porém incorporou um agrupamento de elementos de casca com rigidez elevada na região de projeção do pilar. Já o terceiro modelo utilizou elementos sólidos para os pilares e elementos de casca para as lajes. Os deslocamentos verticais, reações de apoio e momentos desbalanceados obtidos nos modelos computacionais foram comparados com os resultados experimentais. Como resultado, os modelos computacionais não influenciaram nos resultados de reação de apoio, igualmente para transferência de momento em pilares internos, tendo todos os modelos uma boa concordância com os resultados de Sherif e Dilger (2000). Na transferência de momentos de ligações laje-pilar de borda, o pilar modelado como elemento de barra obteve maior precisão dentre os demais modelos no instante da ruptura. Ademais, a aplicação do método de Branson (1965) junto aos modelos computacionais obtiveram ótimos resultados para os deslocamentos verticais na faixa do pilar, entretanto, o mesmo não aconteceu para a faixa interna.

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Disponível na internet via Sagitta