Entre retomadas e pertencimentos: autoetnografia e Educação Geográfica na reconstrução do território ancestral

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Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Artigo

Data

20-05-2026

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LISBOA, Poliana Alvarez. Entre retomadas e pertencimentos: autoetnografia e Educação Geográfica na reconstrução do território ancestral. Orientador: Augusto César Pinto Figueiredo. 2026. 32 f. Trabalho de Curso (Licenciatura em Geografia) – Campus Universitário de Ananindeua, Universidade Federal do Pará, Ananindeua, 2026. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9992. Acesso em:.
Este artigo insere-se no campo da educação geográfica e propõe uma reflexão autoetnográfica sobre os processos de pertencimento territorial atravessados por dinâmicas históricas de colonização e branquecimento social. A partir da trajetória de vida de Poliana Lisboa, articulam-se memória, infância, deslocamentos territoriais e retomada ancestral como dimensões constitutivas da formação identitária. Fundamentado em autores como Versiani (2002), Heider (1975) e Bourdieu (2005), a autora assume a autoetnografia como alternativa conceitual e exercício de reflexividade crítica, ao mesmo tempo em que dialoga com as críticas de Delamont (....), tensionando os limites entre experiência e análise social. Ao relacionar ancestralidade, encantarias amazônicas e processos de silenciamento identitário com o campo da educação geográfica, o estudo problematiza o ensino de território para além da dimensão cartográfica, defendendo uma pedagogia sensível, situada e comprometida com epistemologias do Sul, concluindo que a experiência vivida, quando articulada teoricamente, constitui produção legítima de conhecimento e contribui para reconfigurar a educação geográfica como prática de reconstrução dos vínculos ancestrais de pertencimento.

Fonte

Disponível na internet via Sagitta

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