Análise dos riscos e viabilidade da migração para o mercado livre de energia: um estudo de caso para UFPA - Campus Belém

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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia

Data

25-02-2026

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MELO, Bruno Lucas de Lima. Análise dos riscos e viabilidade da migração para o mercado livre de energia: um estudo de caso para UFPA - Campus Belém. Orientador: Cleydson Matos Lima. 2026.55 f. Trabalho de Curso (Bacharelado em Engenharia Elétrica e Biomédica) – Faculdade de Engenharia Elétrica e Biomédica, Instituto de Tecnologia, Universidade Federal do Pará, Belém, 2026. Disponível em:https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9477. Acesso em:.
Para compreender os riscos associados ao Mercado Livre de Energia, torna-se necessário analisar o funcionamento do setor elétrico brasileiro, considerando sua estrutura desde a geração, transmissão e distribuição até os modelos de comercialização. Este estudo apresenta, ainda, o impacto do estado do Pará na geração de energia elétrica no contexto nacional. São abordados os critérios de comercialização, os tipos de consumidores e os agentes envolvidos no setor, bem como os conceitos fundamentais do Ambiente de Contratação Livre (ACL) e do Ambiente de Contratação Regulada (ACR), incluindo seus contratos, direitos e deveres. A pesquisa analisa especificamente a Tarifa Verde, com o objetivo de verificar a viabilidade econômica da migração da Unidade Consumidora 19 (UC 19) da Universidade Federal do Pará, caracterizada por elevada demanda de energia, do ACR para o ACL. Para isso, foram realizados cálculos detalhados envolvendo tarifas e encargos tributários (PIS, COFINS e ICMS), utilizando cotações atuais para projeção de um cenário de cinco anos no ACL. A análise comparativa entre ACL e ACR demonstrou um resultado econômico desfavorável ao ACR de aproximadamente 3,04% em relação ao ACL. Entretanto, o fator determinante para essa diferença foi a extinção do desconto na Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD) para fontes incentivadas, conforme a legislação vigente. Conclui-se que, no cenário atual, a permanência no ACR mostra-se mais adequada. Contudo, recomenda-se cautela em futuras contratações e monitoramento contínuo do mercado, com vistas à identificação de oportunidades estratégicas para eventual migração ao ACL.

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