Trajetórias de transgeneridade: uma análise sociológica dos papéis da família e da escola

Carregando...
Imagem de Miniatura

Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Monografia

Data

13-03-2024

Título(s) alternativo(s)

Tipo de acesso

Acesso Abertoaccess-logo

Citar como

AZEVEDO NETO, Lauribaldo Calandrini de. Trajetórias de transgeneridade: uma análise sociológica dos papéis da família e da escola. Orientadora: Nelissa Peralta Bezerra. 2024. 51 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Sociais) - Faculdade de Ciências Sociais, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal do Pará. Belém, 2024. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9064. Acesso em:.
O presente trabalho descreve objetivamente a narrativa de vida de pessoas transidentitárias, dissidentes do padrão binário de gênero, buscando compreender sociologicamente o panorama vivenciado com as instituições sociais Família e Educação. A metodologia utilizada é referente à entrevistas não diretivas, através da história de vida de cada pessoa entrevistada, sendo apresentadas no capítulo I de forma sucinta. As discussões presentes nesta pesquisa discorrem sobre o corpo e a construção da identidade e a presença da transgeneridade no espaço familiar e educacional. As referências teóricas utilizadas para embasar a discussão são de autores que discutem a temática como Judith Butler, Michel Foucault, Bell Hooks, Paulo Freire, dentre outros. Por fim, conclui-se que, o percurso de vida de pessoas trans é marcado por preconceito e dicriminação que colaboram para o processo de invisibilização social negando sua sociabilidade e cidadania; a família colabora para esse processo quando impõe regulações sobre o comportamento diferenciado de seus descendentes, a fim de afirmar a binarismo de gênero; e as instituições de ensino são espaços que dificultam a permanência de personalidades transidentitárias, pois elas/eles são violentadas nesses locais de diversas maneiras. Sendo assim, é necessário que ambas as instituições atuem como inclusas no debate pela humanização de pessoas transgêneras, a fim de que sua vida seja vivível e visível.

Fonte

Fonte URI

Disponível na internet via correio eletrônico: bibhumanas@ufpa.br