A dança como prática inclusiva em espaços não formais de educação

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Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Monografia

Data

17-07-2026

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Citar como

SANTOS, Paula Beatriz Moraes dos. A dança como prática inclusiva em espaços não formais de educação. Orientadora: Lane Viana Krejcová. 2026. 32 f. Trabalho de Curso (Licenciatura em Dança) – Faculdade de Dança, Instituto de Ciências da Arte, Universidade Federal do Pará, Belém, 2026. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/10226. Acesso em:.
O presente estudo tem como objetivo analisar a importância da dança em ambientes não formais de educação como prática pedagógica inclusiva, com ênfase em suas contribuições para o desenvolvimento social, emocional, cultural e motor de alunos neurodivergentes – compreendidos aqui como pessoas com condições como Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), dislexia e discalculia. A pesquisa parte do entendimento de que a dança transcende o campo artístico e o entretenimento, constituindo-se como uma ferramenta educativa capaz de proporcionar experiências enriquecedoras de aprendizagem, expressão corporal, convivência social e desenvolvimento da autonomia. A investigação fundamenta-se na perspectiva da educação inclusiva e da neurodiversidade, reconhecendo que cada indivíduo possui características, necessidades e potencialidades singulares que devem ser respeitadas e valorizadas no processo educativo. Para tanto, foi realizada uma pesquisa de abordagem qualitativa, com aplicação de questionário aos responsáveis de alunos neurodivergentes da academia FUNFIT KIDS, buscando compreender a percepção dos familiares sobre os impactos da dança no desenvolvimento das crianças. Os resultados indicam que a dança em ambientes informais favorece a socialização, a autoestima, o respeito à diversidade e a redução do preconceito, além de contribuir para o desenvolvimento de habilidades motoras, cognitivas, emocionais e culturais. Conclui-se que a dança, quando desenvolvida em espaços não formais, ultrapassa o caráter recreativo e assume um papel educativo transformador, promovendo inclusão, empatia e cidadania, e reafirmando-se como instrumento essencial para o desenvolvimento integral de alunos neurodivergentes.

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