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Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) A neuroarquitetura como agente de qualidade de vida para os idosos com a doença de alzheimer na Amazônia(2024-10-18) FIGUEIRA, Yasmim Jaine Correa; FIGUEIREDO, Cibelly Alessandra Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/2006962621315193Esta pesquisa apresenta uma abordagem focada nos idosos com a Doença de Alzheimer, discursando acerca da situação senil no país, dos aspectos e impactos da doença sobre os portadores e da relação deles com o ambiente. Assim, foi elaborado um guia arquitetônico onde estão agrupadas diretrizes projetuais a serem aplicadas em projetos residenciais, com o intuito de auxiliar os profissionais de arquitetura e familiares e/ou cuidadores de idosos com DA na constituição de um ambiente aliado ao tratamento não farmacológico da doença. Como metodologia, foram realizadas buscas em acervo bibliográfico centrado, dentre outras disciplinas, na Neurociência, Medicina e áreas correlatas, a fim de corroborar com os estudos baseados na Neuroarquitetura para compreender as especificidades necessárias a um espaço benéfico ao indivíduo acometido pelo Alzheimer. Ademais, foram feitas análises de projetos destinados a esse público com o intuito de verificar quais das recomendações encontradas ao longo da pesquisa estão sendo colocadas em prática. Como resultado, esse estudo evidencia os benefícios de um espaço onde se prevalece a segurança e bem-estar, características que podem ser alcançadas a partir de um projeto no qual se prioriza a adoção de elementos naturais, contraste de cores, conforto acústico e lumínico e de itens capazes de evocar um sentimento de pertencimento, além de possibilitar atividades nas quais o cérebro é estimulado.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Análise epidemiológica de casos de sífilis adquirida em população idosa na região Xingu nos anos de 2018 a 2023(2025-03-18) SILVA, Camilla Fonseca; ARAÚJO, Elizângela Rocha Gondim; http://lattes.cnpq.br/6778090028044700INTRODUÇÃO: A terceira idade é compreendida a partir dos 60 anos de idade. As pessoas nessa faixa etária ainda sofrem com o estigma de serem frágeis e assexuados. No entanto, o avanço da medicina e das tecnologias possibilitaram a melhora na qualidade de vida, inclusive no que tange a vida sexual da pessoa idosa. No entanto, a reinserção da prática sexual no cotidiano dessa população não foi acompanhada do esclarecimento sobre as infecções sexualmente transmissíveis e do acolhimento adequado dessas pessoas na rede de saúde. Com isso, cada vez mais idosos são diagnosticados com sífilis no Brasil. OBJETIVO: Analisar os casos de sífilis adquirida entre a população idosa notificados na Região Xingu nos anos de 2018 a 2023. MÉTODO: Esse estudo é de natureza descritiva, epidemiológica, por meio de levantamento de dados secundários referentes aos casos de sífilis adquirida em idosos residentes nos municípios da região Xingu nos anos de 2018 a 2023. Será realizada uma análise comparativa com a literatura científica atual, de acordo com a incidência de sífilis em idoso no país nos últimos anos. RESULTADOS/DISCUSSÃO: Na Região Xingu, o aumento das notificações de sífilis adquirida é de aproximadamente 9 vezes entre 2018 e 2023. A Região manteve valores de notificação superiores a 12%, enquanto no Estado do Pará manteve-se abaixo dos 10% e com pouca variação entre os anos analisados. A maior taxa de incidência está na população masculina e de baixa escolaridade. Apesar de ser uma doença de notificação compulsória desde 2010, a sífilis não é associada a população idosa o que leva a subnotificação. Além disso, as políticas públicas abrangem de forma eficaz a sexualidade nessa faixa etária, favorecendo a desinformação e a falta de prevenção efetiva. CONCLUSÃO: A Região Xingu é vulnerável e apresenta elevados índices de infecção entre os idosos, superando o próprio Estado. Há a necessidade de estabelecer medidas de prevenção e informação sobre a doença por meio da maior capacitação de profissionais de saúde e inclusão do tema em consultas de rotina, além de compreender e lidar com a sexualidade da pessoa idosa.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Capacidade funcional, estresse percebido e a satisfação com a vida em idosos portadores de artrose ativos e sedentários(2021-10-11) SILVA, Murilo Augusto Martins; SANTOS, Jorge Monteiro França dosNeste trabalho tem como objetivo comparar o nível de capacidade funcional, estresse percebido e satisfação com a vida em idosos praticantes de exercícios físicos e sedentários. Foram avaliados 27 idosos sendo 15 sedentários e 12 ativos, com idade entre 60 e 83 anos. Para a avaliação da capacidade funcional foi utilizado o protocolo GDLAM que é constituído pelos testes: caminhar 10 m, levantar-se da posição sentada, levantar-se da posição decúbito ventral e levantar-se da cadeira e locomove-se pela casa. Para avaliar o estresse percebido foi utilizado um Questionário de Escala de Estresse Percebido. Para a avaliação do nível de satisfação a vida foi utilizado o questionário de SWLS Satisfactionwith Life. A análise estatística foi realizada por meio do software Bioestat 5.0, com nível de significância de p<0,05. Os resultados do estudo demonstram que os idosos fisicamente ativos apresentam melhores resultados nos testes de capacidade funcional realizados, não foram observados diferenças significativas entre o nível de estresse percebido e satisfação com a vida dos dois grupos. Constatou-se ainda uma correlação direta entre o nível de capacidade funcional dos idosos e seu nível de satisfação com a vida.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Competência em informação e inclusão digital de pessoas idosas: percepções sobre o acesso e uso da informação(2025-11-11) SOUZA, Janaina Gomes de Lucena de; OLIVEIRA, Hamilton Vieira de; http://lattes.cnpq.br/3172995771315859; https://orcid.org/0000-0002-6439-0058O estudo investiga como os idosos buscam, acessam e utilizam a informação em contextos digitais. A pesquisa combinou levantamento bibliográfico e aplicação de questionário semiestruturado com 22 participantes em dois espaços de convivência. Os resultados indicam que o uso de tecnologias vai além de fins práticos, refletindo desejo de autonomia, inclusão digital, social e fortalecimento de vínculos afetivos. Evidencia-se que a competência em informação é elemento essencial para a cidadania ativa e a redução da exclusão informacional na terceira idade.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Direito à saúde da pessoa idosa vivendo com HIV/AIDS: desafios e possibilidades no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)(2019-12-17) SANTOS, Adan Holiday Damasceno; NASSAR, Elody Boulhosa; http://lattes.cnpq.br/3743010241973734O objetivo da presente monografia é analisar se existem e quais seriam as violações ao direito à saúde da pessoa idosa vivendo com o vírus HIV/AIDS dentro Sistema Único de Saúde (SUS). Buscou-se, de início, destacar os dados sobre as pessoas idosas no Brasil e o seu arcabouço jurídico protetivo. Em seguida, discutir sobre o direito à saúde no Brasil e suas nuances, assim como sobre o HIV/AIDS e a importância do SUS para o enfretamento da epidemia no país. Por fim, analisou-se quais as violações jurídicas existentes e dissertou-se sobre as perspectivas e possibilidades no tratamento dado aos idosos vivendo com HIV/AIDS no âmbito do SUS. Em conclusão, observou-se que há violações ao direito à saúde dos idosos que os tornam hipervulneráveis, muito mais em razão dos preconceitos e estigmas impostos pela sociedade do que por falhas legislativas, jurídicas ou de políticas públicas, existindo um abismo entre o previsto no sistema protetivo do idoso e da pessoa vivendo com HIV em relação ao que é praticado na realidade. Para tanto, a metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica e o procedimento monográfico, por meio do método dedutivo.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) O efeito do treinamento resistido no tratamento da sarcopenia em idosos: uma revisão sistemática(2019-12-16) MORAES, Caio Gabriel Alves; SILVA, Anselmo de Athayde Costa e; http://lattes.cnpq.br/4794918582092514; https://orcid.org/0000-0003-2315-5753O presente estudo trata-se de uma revisão sistemática acerca do que os estudos relacionados à saúde do idoso apontam sobre a influência do treinamento resistido na qualidade de vida desses indivíduos e no tratamento e prevenção da Sarcopenia, que é a perda de massa, força e potência muscular devido a idade, processo natural do envelhecimento. Com o aumento do número de idosos na população, de aproximadamente 9,8% em 2005 para 14,3% em 2015, de acordo com os sensos do IBGE, e a preocupação com a saúde dessa população aumentou na mesma proporção. Alguns fatores como a diminuição dos níveis de hormônios esteróides, da ingestão protéica, aumento de citocinas pró-inflamatórias e inatividade física durante a vida e a terceira idade contribuem para a aceleração e agravamento desse processo. Apesar de grande parte dos mecanismos responsáveis pela sarcopenia ainda não serem totalmente claros, este fenômeno causa no idoso indisposição, desequilíbrio corporal, perda de força, potência, incapacidade funcional e, devido a esses fatores, pode levar a consequências mais graves, como acidentes, perda de autonomia, entre outras coisas. Comprovadamente, como iremos abordar ao longo do presente trabalho, o treinamento resistido mostra-se como um fator determinante no ganho de força e potência muscular, qualidade de vida e menor dependência de terceiros, por parte dos idosos. A prática regular de exercícios físicos pode ser capaz de promover benefícios aos indivíduos idosos em diversos níveis: morfológico, neuromuscular, metabólico e psicológico, servindo tanto para prevenção quanto para o tratamento das doenças próprias da idade.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Elaboração de um manual de atividades educativas para a promoção da saúde dos idosos(2021) OLIVEIRA, Beatriz Lopes de; FIGUEIREDO, Sandra Maria dos Santos; http://lattes.cnpq.br/8530470051297070; https://orcid.org/0000-0002-4556-9554; MORI, Rejane Maria Sales Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/0068497734511867; https://orcid.org/0000-0003-1769-0653Tendo em vista a necessidade de um trabalho voltado para os idosos, que tem apresentado cada vez mais Doenças e Agravos Não Transmissíveis, foi elaborado um Manual de Educação Alimentar e Nutricional para a Terceira Idade, a fim de promover educação em saúde, melhorar a qualidade de vida e aumentar a expectativa de vida desta população. Para tanto, é necessário sua divulgação e reprodução por parte dos alunos e profissionais da área da saúde para que o público idoso possua conhecimento acerca da alimentação saudável e seja multiplicador de conhecimento para com as pessoas de seu respectivo convívio, gerando um envelhecimento saudável e ativo. Realiza-se, então, um estudo do tipo relato de experiência que almeja proporcionar saúde e bem estar aos idosos. Diante disso, verifica-se que o corpo do material educativo, do modelo e-book, está disposto em eixos temáticos que antecedem e explicam com fundamentação teórica as atividades de Educação Alimentar e Nutricional que estão presentes no material de maneira detalhada, com abordagem simples e de fácil reprodução, o que impõe a constatação de que é possível a comunicação linear entre o saber técnico e popular.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Fatores de risco e consequências de quedas domiciliares entre idosos em um bairro de Belém(2006) OLIVEIRA, Daiane Rodrigues de; GRUPPI, Fábia Freire; RODRIGUES, Renata Gonçalves; LOBATO, Carla Mércia Souza Dacier; http://lattes.cnpq.br/4771029327932183O objetivo deste estudo foi descrever a ocorrência dos fatores ambientais e os inerentes ao envelhecimento de risco para quedas em idosos, além do uso de medicamentos e das patologias específicas que contribuem para este evento, e suas conseqüências. O presente estudo apresenta caráter descritivo, observacional, tipo transversal. Os dados foram coletados a partir da aplicação de questionário a um grupo de 100 idosos, residentes no bairro do Umarizal (Belém-PA), com história de uma ou mais quedas domiciliares no período de janeiro de 2004 a janeiro de 2006. Tais idosos deveriam apresentar 60 anos ou mais no momento da queda, tendo sido enquadrados em três grupos etários: 60 a 69 anos, 70 a 79 anos e 80 anos ou mais. A amostra estudada foi composta de 63% de idosos do sexo feminino e o evento queda mostrou-se mais freqüente na faixa etária de 60 a 69 anos. A redução da visão foi a alteração inerente ao envelhecimento mais encontrada, presente em 82% desta população, seguida de alteração da memória (54%) e de fraqueza muscular (50%). As patologias específicas mais observadas foram as relacionadas ao aparelho cardiovascular e ao neurológico, correspondendo a 42% e 25,7% das patologias pesquisadas. Os medicamentos mais utilizados pelos idosos entrevistados foram os anti-hipertensivos, representando 35,5% destes. No sexo masculino, verificou-se que 27% dos idosos faziam uso de polifarmácia, enquanto que a ausência do uso de medicamentos não foi observada entre estes. No sexo feminino, o uso de cinco ou mais medicamentos foi encontrado em 16% das participantes e 9,5% destas não faziam uso de qualquer medicamento. O fator de risco domiciliar para quedas entre os idosos mais freqüente foi a ausência de corrimãos em corredores e banheiros, correspondendo a 24,3% do total dos fatores ambientais investigados. Verificou-se ainda a presença de superfícies escorregadias e a má iluminação nestes domicílios, representando 16% e 10,7% deste grupo de fatores, respectivamente. As conseqüências pós-queda ocorreram em 57,1% dos indivíduos do sexo masculino e em 51,3% dos do sexo feminino. Destas, o declínio das atividades de vida diária foram as mais observadas seguidas pelas e fraturas e hospitalizações, correspondendo respectivamente a 34,2%, 27,8% e 20,2%. Verifica-se, portanto, a importância que deve ser atribuída à prevenção das quedas através de uma abordagem multidisciplinar de atenção ao idoso, focada no controle e modificação dos fatores de risco intrínsecos e ambientais potencialmente evitáveis.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Fratura de fêmur: suas peculiaridades no paciente idoso e implicações no serviço de saúde no município de Belém/PA(2019-05) OLIVEIRA, Marden Cravo de; RABELO, Walber de Melo; VALLINOTO, Izaura Maria Vieira Cayres; http://lattes.cnpq.br/0691046048489922; https://orcid.org/0000-0003-1408-8384A longevidade se tornou comum em vários países e segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre os anos de 2005 e 2015, a população Idosa do Brasil passou de 9,8% para 14,6%, um crescimento de 4,8%, mostrando elevação da população idosa. A estimativa do envelhecimento populacional pode chegar em 2060, a um percentual acima de 25%. O processo de envelhecimento é marcado por mudanças fisiológicas, nos vários sistemas e órgãos (senescência) e/ou patológicas de incapacidade e doenças (senilidade). Isso gera alterações sensório-motoras, cognitivas e psicossociais, tornando os idosos mais vulneráveis às quedas e acidentes domésticos. A ocorrência de fraturas em idosos relaciona-se com uma maior fragilidade óssea decorrente da osteoporose e a uma maior tendência a quedas que eles costumam apresentar. Essas quedas ocorrem normalmente no ambiente doméstico e têm vários fatores predisponentes, sendo os mais frequentes os distúrbios neurológicos diversos, o uso de medicamentos que afetam o equilíbrio, maior déficit muscular e a presença de artropatias e deficiências decorrentes de diferentes doenças. Dentre as fraturas causadas por acidentes domésticos, a fratura femoral prevalece, sendo mais frequente a partir dos 60 anos. Esses números alarmam, pois cerca de 100 mil fraturas ocorrem por ano no Brasil, segundo o departamento de informática do SUS (DATASUS). Esse índice tende a crescer, pois “o envelhecimento da população, gera aumento no número absoluto de fraturas de quadril a cada ano”. Este trabalho é um estudo epidemiológico de caráter retrospectivo e descritivo de uma série histórica no período de 2009 a 2018, na cidade de Belém-PA, apoiado em artigos científicos, e que visa expor um panorama das internações de idosos por fratura de fêmur na última década. Nesse contexto, as internações de pacientes com fratura de fêmur, apresentam uma tendência maior nas faixas etárias mais avançadas, bem como predomínio do número de pacientes do sexo feminino, sobre o sexo masculino, nos pacientes idosos. Também, percebe se que, o tempo médio de internação se torna maior à medida que as faixas etárias avançam, tornando-se estáveis após os 30 anos. Ainda, verifica-se que os custos com pacientes idosos representam parte importante dos gastos com tratamento de fraturas de fêmur.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) O impacto da pandemia de Covid-19 no risco de fragilidades em idosos atendidos no ambulatório de geriatria do hospital universitário João de Barros Barreto (HUJBB)(2022) MONTEVERDE, Beatriz Tavares; NASCIMENTO, Natália da SIlva; VALLINOTO, Izaura Maria Vieira Cayres; http://lattes.cnpq.br/0691046048489922; https://orcid.org/0000-0003-1408-8384; BORGES, Marina Maria Guimarães; http://lattes.cnpq.br/7093679027858490A síndrome de fragilidade passou por diversas mudanças em sua definição ao longo dos anos e, hoje, destaca-se como uma síndrome geriátrica definida pelo tripé: sarcopenia, desregulação neuroendócrina e imunológica. Durante o período de pandemia, foi necess ária a tomada de medidas de isolamento social para contenção da transmissão do vírus, tendo um especial cuidado com a faixa etária maior que 60 anos, pois estes apresentavam maior risco de desenvolvimento de quadros graves e de mortalidade. Este trabalho teve como objetivo verificar o risco de fragilidade em idosos atendidos no ambulatório de geriatria do Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB) em um período da pandemia de COVID-19 no ano de 2022, através de um estudo observacional tipo transversal quantitativo realizado com 100 idosos de ambos os sexos a partir de 60 anos e que concordaram em participar da pesquisa, assinando o Termo de Consentimento Livre Esclarecido (TCLE). Os idosos foram avaliados de acordo com o índice de vulnerabilidade clínico-funcional do idoso (IVCF20) e as variáveis relacionadas a características sóciodemográficas e em perguntas associadas à pandemia. Observou-se que 57% dos pacientes apresentavam idade entre 6074 anos, sendo a maioria pacientes do sexo feminino (75%). Da amostra, 26% apresentaram baixo risco de fragilidade, 36% para moderado risco e 38% obtiveram alto risco de fragilidade. O risco de fragilidade foi significativamente associado à faixa etária (p=0.0286), à perda de apetite durante a pandemia (p= 0.072) e ao sentimento de fraqueza durante a pandemia (p=0.0262). As comorbidades mais frequentes foram Hipertensão arterial sistêmica (69%), Diabetes Mellitus (38%) e doenças osteoarticulares (34%). Nenhuma comorbidade isolada, relacionada ao risco de fragilidade teve diferença estatisticamente significativa, com todas as associações apresentando p> 0.05. Estatisticamente, os pacientes que relataram sensação de fraqueza e perda de apetite no período da pandemia demonstraram maior risco de fragilidade, diferente dos que não apresentaram tais sintomas. Portanto, é inegável que a pandemia tenha deixado sequelas profundas na sociedade, principalmente na vida de pessoas com idade mais avançada, tornando-os mais propensos à sarcopenia, à baixa imunidade, à desregulação neuroendócrina e, consequentemente, maior risco de fragilização. Logo, verifica-se a importância da classificação dos pacientes idosos quanto ao risco de fragilidade nos diferentes níveis de atenção buscando um melhor delineamento do cuidado desta população.
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