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  • Trabalho de Conclusão de Curso - EspecializaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise das extrações de argila no polo cerâmico de Penápolis/SP
    (2017) CORDEIRO, Diego Agostini; LUCZYNSKI, Estanislau; http://lattes.cnpq.br/9749970886455933
    O objetivo deste trabalho é abordar a extração de argila para uso em cerâmica vermelha na região do polo cerâmico de Penápolis/SP, com base na análise de áreas de lavra em atividade, que não possuem acompanhamento técnico especializado e dedicado a lavra. Descrevendo o perfil no pequeno minerador regional, seu modo de operar a lavra e comercializar o minério extraído, propomos um aproveitamento mais eficiente da jazida para garantir melhorias na matéria-prima a ser beneficiada.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Bacia do Barreirinhas – Dificuldades de delimitação frente a indústria do petróleo
    (2015) RAMIRES, Nathan Abner Diniz; LUCZYNSKI, Estanislau; http://lattes.cnpq.br/9749970886455933
    Este trabalho visa atualizar as informações acerca da geologia da Bacia do Barreirinhas com intuito de determinar as condições para a ocorrência de petróleo e gás natural além de analisar as dúvidas existentes quanto a delimitação das bordas da bacia e como estas interferem no processo de leilão promovido pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) e nas atividade de exploração e produção. Barreirinhas é uma bacia de ambiência marinha situada na margem equatorial brasileira limitada pelo Alto de Tutóia a leste, pela Plataforma da Ilha Santana a oeste e pela Plataforma de Sobradinho a sul. À noroeste é separada da Bacia Pará-Maranhão pelo meridiano 44º sem qualquer justificativa geológica para tal segregação. As duas bacias se assemelham em conteúdo litológico; empilhamento litoestratigráfico; empilhamento bioestratigráfico, e as feições estruturais no limite entre as bacias se confundem por seguirem o mesmo trend de falhamentos com direção NW-SE. A ligação genética entre as bacias explica as similaridades, mas não exclui o problema gerado sobre o processo de licitação de áreas novas realizado pela ANP no caso da descoberta de reservas comerciais em uma das bacias. Apesar da problemática apresentada o interesse na exploração da Bacia de Barreirinhas se mostrou alto com o sucesso da 11ª rodada de leilões da ANP quando 26 blocos da bacia foram ofertados e 19 foram adquiridos se somando aos 06 blocos adquiridos em rodadas anteriores. A possibilidade de produção de hidrocarbonetos na bacia é relevante para o mercado energético paraense devido a proximidade e a viabilidade de aproveitamento do gás natural na indústria de geração de energia complementar entre outras utilizações.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Bacia do Parnaíba: estado atual do conhecimento e possibilidades para a produção de gás natural
    (2011) MARQUES, Rafael Martins; LUCZYNSKI, Estanislau; http://lattes.cnpq.br/9749970886455933
    O presente Trabalho de Curso (TCC) apresenta uma revisão de parte do conhecimento geológico a respeito da bacia do Parnaíba e, ao mesmo tempo, aplica as informações expostas em uma situação de produção de hidrocarbonetos, especialmente gás natural. A bacia do Parnaíba está localizada na região nordeste ocidental do território brasileiro, ocupando grandes áreas nos estados do Maranhão e Piauí, e pequenas faixas do leste do Pará, oeste do Ceará e norte do Tocantins. A bacia é composta por sedimentos depositados do Ordoviciano ao Terciário e rochas intrusivas e extrusivas, relacionados a eventos magmáticos de idades jurotriássica a eocretácea. Os primeiros estudos na bacia do Parnaíba datam de 1940 e se prolongam até os dias atuais devido à concessão de áreas para exploração, segundo a Lei 9478. Estudos anteriores a Nova Lei do Petróleo (9478) apontam a bacia como de interesse para a geração e/ou produção de hidrocarbonetos. Com base no conhecimento atual, o interesse é mantido, porém ainda são necessários mais estudos geológicos para que verdadeiro ambiente geracional ou produtor seja conhecido, para só então, o aproveitamento possa ser considerado. Para o estado do Pará, a produção da bacia do Parnaíba chama a atenção devido a proximidade e a possibilidade de aproveitamento de gás natural (GN) para abastecimento de grandes consumidores de energia, especialmente aqueles relacionados à indústria mineral.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Características sedimentológicas de reservatórios siliciclásticos e carbonáticos
    (2019) MEIGUINS, Humberto de Alencar Costa; TÁVORA, Vladimir de Araújo; http://lattes.cnpq.br/8194934037520924; LUCZYNSKI, Estanislau; http://lattes.cnpq.br/9749970886455933
    O estudo da porosidade e da permeabilidade dos reservatórios de hidrocarbonetos faz parte da chamada caracterização petrofísica de reservatórios, desta forma, a caracterização dos reservatórios através da determinação das propriedades das rochas é extremamente relevante para a geologia do petróleo, junto à engenharia de petróleo e à geofísica, na busca por novas jazidas de óleo e gás. Tais ferramentas fornecem parâmetros para avaliação do potencial econômico de um campo petrolífero. Nesse contexto insere-se a importância dos conhecimentos das características sedimentologicas dos reservatórios de hidrocarbonetos e sua influência sobre a porosidade e a permeabilidade. Embora existam diferentes tipos de rochas reservatórios, a maioria das reservas é encontrada em rochas areníticas e rochas carbonáticas, pois apresentam porosidade e permeabilidade adequadas à acumulação de petróleo. Enquanto arenitos são relativamente homogêneos, rochas carbonáticas podem apresentar significativas variações em relação ao tamanho e à distribuição de poros, dificultando, por exemplo, a simulação de processos de transporte de fluidos que ocorrem no meio poroso. O Brasil apresenta importantes jazidas de hidrocarbonetos líquidos e/ou gasosos, em reservatórios convencionais e não convencionais, que, ao serem explorados economicamente, podem representar importantes transformações na indústria de óleo e gás do país.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização socioambiental, econômica da extração de argila no município de São Miguel do Guamá-PA
    (2016) SANTOS, Deivid Teixeira; LUCZYNSKI, Estanislau; http://lattes.cnpq.br/1639498384851302
    Nas últimas décadas, com o setor da construção civil aquecido no Brasil, a indústria da cerâmica paraense aposta na qualidade dos produtos para ganhar o mercado e desponta como um dos principais polos produtores da região Norte do país, dentro desse contexto o município de São Miguel do Guamá localizado na porção nordeste do Estado do Pará destaca-se como grande produtor de bens „‟Minerais Sociais‟‟ de uso na indústria da construção civil com destaque para os derivados da argila, se tornado segundo a SEDEME(Secretaria de Estado e Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia)a 4º Maior Produção da Mineração do Brasil(em volume) Abaixo Apenas da Produção de ferro e de Agregado(Areia e Brita)tendo a Região Metropolitana de Belém e o município de Castanhal como os maiores centros consumidores, embora atualmente venha aumentando a exportação para o sul-sudeste do pais. No ano de 2009 o município de São Miguel do Guamá contribui com uma produção de aproximadamente 34.200.000 (trinta e quatro milhões e duzentos mil) peças/mês e gerava aproximadamente 2.800 (dois mil e oitocentos) empregos diretos e indiretos, apresentando-se como os maiores produtores de cerâmica vermelha do Estado do Pará. Segundo SINDCER (Sindicato das Industrias Cerâmicas de São Miguel do Guamá e Região) no ano de 2015 ainda com a crise conseguiu atingir a incrível média de 55.200.000 peças/mês e gerou aproximadamente 3.680(três mil seiscentos e oitenta) empregos diretos e indiretos, sendo As argilas presentes nos município de coloração cinza acastanhado marcada por concreções ferruginosas e aspecto plástico. Esse material argiloso é fortemente controlado ao longo do tempo geológico pela ação hidrodinâmica dos Rios Guamá e Irituia. Esses depósitos são todos balizados pela planície de inundação dos rios anteriormente mencionados. As argilas mais potencialmente econômicas da região são localizadas em níveis mais rasos nas áreas de extração bem como mais distante dos leitos de rios, porém dentro da zona de inundação dos mesmos, esse fato provavelmente é devido a não deposição de matéria orgânica trazida pelos rios em pontos mais distante de sua planície de inundação. As argilas de São Miguel do Guamá, vem se destacando bastante dentro do mercado consumidor pelo seu alto poder tecnológico na produção de telhas e tijolos. Essa característica tecnológica satisfaz propriedades como à tensão de ruptura a flexão, a menor absorção de água, cor após queima, menor quantidade me concreção ferruginosa e baixo teor de matéria orgânica.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Depósitos carbonáticos e a formação de reservatórios de hidrocarbonetos na Bacia do Pará-Maranhão (Formação Travosas)
    (2012-11-13) COSTA, Lucios Kleber Campos da; LUCZYNSKI, Estanislau; http://lattes.cnpq.br/9749970886455933
    A renovação de interesse nas bacias sedimentares da Região Norte-Nordeste do Brasil mostrou a necessidade da atualização de dados sobre as mesmas, pois com a intensificação da campanha exploratória nas bacias do Sudeste, as aquisições e interpretações de dados se voltaram para estas últimas. Porém, a pressão por novas descobertas ou o desenvolvimento de novas bacias levou à retomada do interesse e, devido ao potencial já conhecido, a bacia do Pará-Maranhão passou a ser de interesse tendo diversos blocos ofertados nas rodadas da Agência Nacional de Petróleo. Na bacia do Pará-Maranhão, os indícios de hidrocarbonetos foram identificados em campanhas conduzidas até os anos oitenta e mostraram a participação de carbonatos nos sistemas petrolíferos. Todavia, os estudos conduzidos até o momento mostram dúvidas quanto à participação de um ou mais sistemas petrolíferos. Em todo o mundo sistemas petrolíferos do Meso-Cenozóico estão entre os maiores produtores de petróleo e/ou gás natural, sendo a rocha reservatório e às vezes a rocha-fonte rochas carbonáticas. Este trabalho atualiza dados sobre a bacia, e em especial discussões referentes à formação geradora que são apresentadas de forma comparativa. Todavia, persiste ainda a necessidade de atualização dos dados e este trabalho representa uma contribuição na forma de revisão bibliográfica.
  • Trabalho de Conclusão de Curso - EspecializaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Depósitos minerais, previsão e avaliação de impactos ambientais da mineração: o caso dos modelos Perau e Panelas no estado do Paraná
    (2014-03-27) PINTO, Fábio Maciel; LUCZYNSKI, Estanislau; http://lattes.cnpq.br/9749970886455933
    O impacto ambiental negativo é a alteração das propriedades físicas, químicas e/ou biológicas do meio ambiente, causada por ação antrópica que, direta ou indiretamente, afeta a saúde, a segurança, o bem-estar da população, as atividades sociais e econômicas, os ecossistemas, a qualidade dos recursos ambientais, as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente. A identificação e estimativa da probabilidade de ocorrência de um impacto pressupõe a elaboração de diagnóstico do meio físico, biótico, socioeconômico das áreas afetadas por um empreendimento e de memorial descritivo desse empreendimento. O diagnóstico e o memorial propiciam a previsão e a avaliação dos impactos negativos, os quais refletem o potencial de degradação causada pelo empreendimento. No caso de atividades de mineração, o potencial varia de acordo com fatores como extensão e localização da mina, produção bruta e beneficiada, métodos e equipamentos de lavra e beneficiamento. Contudo, talvez o principal fator seja a constituição mineralógica e química do minério, rochas encaixantes, ganga, estéreis e rejeitos, as quais refletem a constituição mineralógica, ou de um modo geral a geologia do depósito, ou jazida mineral pretendida, ou em fase de lavra. Nesse âmbito, o trabalho propôs estudar os impactos ambientais negativos que podem ser originados a partir da explotação dos depósitos minerais dos tipos Perau e Panelas, respectivamente pertencentes aos modelos SEDEX e MVT, hospedados nas Formações Perau e Votuverava, pertencentes aos Grupos Setuva e Açungui. Esses depósitos apresentam mineralizações de Pb, Zn, Ba, Cu, Ag, Au e foram minerados sistematicamente entre os finais do séculos XIX e XX. Em adição foi estudado o beneficiamento da Mina de Panelas, o qual visava a recuperação de Pb, Zn, Cu, Ag e Au. O estudo indicou que as atividades de mineração provocaram impactos sobre o meio ambiente e sobre as comunidades. Ademais, concluiu-se que os principais impactos gerados ocorrem sobre a saúde humana. Ainda que o estudo não indique todos os prováveis impactos ambientais relacionados aos depósitos, foi possível elaborar uma rotina de avaliação que poderá servir como base para métodos, relativamente, mais apurados de avaliação de impactos negativos, focados em aspectos da geologia de empreendimentos de mineração.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Discussão sobre a viabilidade de exploração de gás em folhelho na Bacia do Amazonas
    (2019-07-22) CARDOSO, Gabriel Lobato; LUCZYNSKI, Estanislau
    Este trabalho sintetiza os conceitos fundamentais envolvidos em uma possível exploração de gás em folhelho na bacia do Amazonas, abordando-os de forma interdisciplinar a partir de aspectos geofísicos, geológicos, econômicos e ambientais, sustentando a apresentação de dados geofísicos e geoquímicos para a delimitação de regiões potenciais para gás em folhelho e as discussões subsequentes. Realizaram-se revisões bibliográficas de trabalhos de conclusão de curso, dissertações, teses, livros, notas de aula, sites, apresentações, seminários, anais de eventos, mesas-redondas, relatórios institucionais e artigos nacionais e internacionais. Os dados apresentados correspondem a trabalhos acadêmicos anteriores e as concessões feitas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e por empresas particulares. A análise dos dados levou a delimitação da região em torno do Rio Tapajós, no estado do Pará, como potencial para gás em folhelho, dado o seu grau de maturação quando comparado a outras regiões da bacia, suas experiências anteriores de exploração, as quais indicaram características similares as encontradas em explorações não convencionais, e seus intervalos de fraturas identificados. Foi desenvolvida uma discussão sobre a viabilidade desta exploração para a Amazônia, levando em consideração sua realidade para o entendimento de implicações quanto a construção de mercados consumidores, redes de transporte de gás, aplicação do fraturamento hidráulico e os aspectos ambientais a serem considerados, como o desenvolvimento da microssísmica para o monitoramento ambiental e as legislações vigentes. A discussão econômica indicou o Complexo Carajás como principal mercado consumidor para a absorção do gás em folhelho, dada a intensividade de suas atividades mineradoras e a proximidade da zona potencial. Os gasodutos se destacaram como modais de transporte, dada a análise da realidade política e socioambiental da Amazônia. Já as implicações das legislações brasileiras para esta exploração foram elucidadas a partir de uma análise SWOT.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Discussão sobre hidratos de gás e a possibilidade de ocorrências na Bacia da Foz do Amazonas
    (2019-11-08) MONTEIRO, Nicole Moutinho; LUCZYNSKI, Estanislau
    Os hidratos de gás (HG) são uma fonte de hidrocarbonetos com potencial para exploração futura. O armazenamento de gás natural (principalmente metano), em forma de cela (clatrato), mostra volume com interesse de aproveitamento: 1 m3 de hidratos (em condições de temperatura e pressão ideais) saturados tem 164 m3 de gás metano equivalente. Esses números conferem aos hidratos as maiores reservas dentre os recursos fósseis conhecidos, desde a descoberta dos mesmos na Sibéria, na década de 1960. No contexto presente, um dos principais focos da pesquisa é a busca por técnicas de melhor extração e transporte dos hidratos, em parte devido aos custos elevados de extração e os potencias impactos ambientais. Perante isso, a realização de estudos geofísicos aliados à geologia é de grande importância para estimar as reservas. Projetos ocorrem no mundo todo em busca da extração comercial de hidratos de gás sempre levando em conta as informações geológicas e geofísicas, inclusive àquelas relacionadas a ocorrência de hidratos em território brasileiro. Presentemente, há poucos levantamentos relacionados aos hidratos no Brasil apesar dos recursos promissores na Bacia de Pelotas e na Bacia da Foz do Amazonas, essa última foco do presente trabalho a qual conta com, aproximadamente, 13 trilhões de m3 de gás em superfície comparados com as reservas (totais) brasileiras de 696 bilhões de m3 presentes nos clatratos. Estudos geofísicos e geológicos realizados na Bacia da Foz do Amazonas detectaram ocorrências de hidratos de gás na porção conhecida como Cone (ou Leque) do Amazonas. Essas ocorrências foram localizadas a partir de características distintas como o BSR (Bottom Seismic Reflection) e identificação de falhas/fraturas, que são rotas de migração de fluídos. Apesar da importância dessa descoberta para a Amazônia, ainda há necessidade de mais estudos a respeito. Diante disso, busca-se aprofundar as pesquisas na área, levando em conta o potencial gasífero, porém sem esquecer as questões ambientais, econômicas e exploratórias.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Doença holandesa e o setor mineral: uma discussão
    (2017) CRUZ, Fernanda Tainá Oliveira da; LUCZYNSKI, Estanislau; http://lattes.cnpq.br/9749970886455933
    Este trabalho busca discutir a presença da Doença Holandesa no Brasil, em decorrência da abundância dos recursos naturais do país, tratando mais especificamente do impacto da descoberta do Pré-Sal e da intensa exploração do minério de Ferro no Pará, ambos produtos caracterizados como commodities importantes para a economia nacional. Dessa forma o que se discute é se esses produtos de baixo valor agregado podem causar a desindustrialização e a apreciação cambial no Brasil, além de outras consequências negativas para a economia nacional. A apreciação cambial e a desindustrialização são indicadores da doença holandesa em uma economia. Também são abordados os impacto causados pela produção de minério de ferro, analisando em nível regional o impacto social e ambiental causado por essa atividade na área de exploração.
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