O uso da cidade como sala de aula: contribuições para o ensino de Geografia Urbana na Educação Básica

dc.contributor.advisor1SOUSA, Enilson da Silva
dc.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/9809519303331231pt_BR
dc.contributor.advisor1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0003-2026-0822pt_BR
dc.creatorSOUZA, Jonas Gabriel Dias de
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/3615591120179136pt_BR
dc.date.accessioned2026-03-14T01:43:53Z
dc.date.available2026-03-14T01:43:53Z
dc.date.issued2026-01-22
dc.description.abstractThis article analyzes the potential of using the city as a classroom for teaching Urban Geography in Basic Education. The research highlights the importance of pedagogical practices that articulate territory, experience, and BNCC content, especially within the Amazonian context. Drawing on authors such as Cavalcanti and Straforini, the work argues that the city should be a living laboratory, allowing students to develop a critical reading of contemporary socio-spatial processes, such as segregation, centralities, and cultural identities. Amazonian specificity is central to the discussion, addressing cities shaped by the influence of rivers, socio-environmental diversity, and historical inequalities. Methodologies such as urban drift, the study of the home-school path, and the analysis of graffiti are suggested to bring academic knowledge closer to students' daily lives. These strategies strengthen intellectual autonomy and the perception that the urban is a social production in constant dispute. Additionally, the text integrates the theory of social representations and an environmental perspective, emphasizing the interactions between society and nature in the region. In the conclusion, the author reflects on Geography teaching within the Modular Teaching Organization System (SOME), identifying it as a field of ontological disputes. Although it guarantees access to education in remote areas, the model faces structural challenges and precarization. A decolonial paradigm is proposed to value local knowledge, transforming the school into a space of resistance and emancipated citizen formation. Thus, the city-as-classroom reaffirms the potential of situated Geography to understand Amazonian complexity, promoting emancipatory learning in the face of the historical contradictions of contemporary regional urbanization, while strengthening the student's intellectual autonomy and enhancing the use of the urban reality present in the Amazon.en
dc.description.resumoEste artigo analisa as potencialidades de utilizar a cidade como sala de aula no ensino de Geografia Urbana na Educação Básica. A pesquisa destaca a importância de práticas pedagógicas que articulam território, vivência e conteúdo da BNCC, especialmente no contexto da Amazônia. Através de autores como Cavalcanti e Straforini, o trabalho defende que a cidade seja um laboratório vivo, permitindo ao estudante desenvolver leitura crítica sobre processos socioespaciais contemporâneos, como segregação, centralidades e identidades culturais. A especificidade amazônica é central na discussão, abordando cidades marcadas pela influência dos rios, diversidade socioambiental e desigualdades históricas. Metodologias como a deriva urbana, o estudo do trajeto casa-escola e a análise de grafites são sugeridas para aproximar o saber acadêmico do cotidiano dos alunos. Tais estratégias fortalecem a autonomia intelectual e a percepção de que o urbano é uma produção social em constante disputa. Além disso, o texto integra a teoria das representações sociais e a perspectiva ambiental, enfatizando as interações entre sociedade e natureza na região. Na conclusão, o autor reflete sobre ensino de Geografia no Sistema de Organização Modular de Ensino (SOME), identificando-o como campo de disputas ontológicas. Embora garanta o acesso à educação em áreas remotas, o modelo enfrenta desafios estruturais e precarização. Propõe-se um paradigma decolonial que valorize saberes locais, transformando a escola em espaço de resistência e formação cidadã emancipada. Assim, a cidade-sala de aula reafirma o potencial da Geografia situada para compreender a complexidade amazônica, promovendo aprendizagens emancipatórias frente às contradições históricas da urbanização regional contemporânea e fortalece a autonomia intelectual do aluno e potencializa a utilização da realidade urbana presente na Amazônia.pt_BR
dc.identifier.citationSOUZA, Jonas Gabriel Dias de. O uso da cidade como sala de aula: contribuições para o ensino de Geografia Urbana na Educação Básica. Orientador: Enilson da Silva Sousa. 2026. 24 f. Trabalho de Curso (Licenciatura em Geografia) – Campus Universitário de Ananindeua, Universidade Federal do Pará, Ananindeua, 2026. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9349. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttps://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9349
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.licenseAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.sourceDisponível na internet via Sagittapt_BR
dc.subjectGeografia Urbanapt_BR
dc.subjectCidade como sala de aulapt_BR
dc.subjectEducação Básica Amazônicapt_BR
dc.subjectUrban Geographyen
dc.subjectCity as a classroomen
dc.subjectAmazon Basic Educationen
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIA::GEOGRAFIA HUMANA::GEOGRAFIA URBANApt_BR
dc.titleO uso da cidade como sala de aula: contribuições para o ensino de Geografia Urbana na Educação Básicapt_BR
dc.typeTrabalho de Curso - Graduação - Artigopt_BR

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