Território quilombola de Porto de Moz: história de resistência de comunidades tradicionais ribeirinhas

dc.contributor.advisor1ROCHA, Carla Giovana Souza
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6995325935325969
dc.contributor.advisor1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-7066-0480
dc.creatorDUARTE, Ernando Brito
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6957372726811712
dc.date.accessioned2026-05-18T23:36:15Z
dc.date.available2026-05-18T23:36:15Z
dc.date.issued2026-03-06
dc.description.abstractThe objective of the research is to analyze the process for the creation of the Quilombola State Territory of Porto de Moz and the forms of community resistance. Eight interviews and a community meeting were carried out, in addition to documentary research. The communities began the fight for the Quilombola Territory in 2006, and requested the land authority of the state of Pará in 2007, aiming to regularize their lands with the recognition of collective ownership of the land and issuance of the quilombola domain recognition title. Families face the inefficiency of the State in guaranteeing the constitutional rights of quilombola communities, and the invasion of businessmen, politicians, farmers, and others, weakening the struggle and deteriorating traditional ways of life. Strengthening social organization must begin with the coordination of leaders and mobilization of community members to seek legal, institutional and social movement support
dc.description.resumoO objetivo da pesquisa é analisar o processo para a criação do Território Estadual Quilombola de Porto de Moz e as formas de resistência das comunidades. Foram realizadas oito entrevistas e uma reunião comunitária, além de pesquisa documental. As comunidades iniciaram a luta pelo Território Quilombola em 2006, e solicitação ao órgão fundiário do estado do Pará em 2007, visando a regularização de suas terras com o reconhecimento da propriedade coletiva da terra e emissão do título de reconhecimento de domínio quilombola. As famílias enfrentam a ineficiência do Estado para garantia dos direitos constitucionais das comunidades quilombolas, e a invasão de empresários, políticos, fazendeiros, e outros, enfraquecendo a luta e deteriorando os modos de vida tradicionais. O fortalecimento da organização social deve partir da articulação das lideranças e mobilização dos comunitários para buscar apoio jurídico, institucional e dos movimentos sociais
dc.identifier.citationDUARTE, Ernando Brito. Território quilombola de Porto de Moz: história de resistência de comunidades tradicionais ribeirinhas. Orientadora: Carla Giovana Souza Rocha. 2026. 26 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciado em Educação do Campo) - Faculdade de Etnodiversidade, Campus Universitário de Altamira, Universidade Federal do Pará, Porto de Moz, 2026. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9547. Acesso em:.
dc.identifier.urihttps://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9547
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.uriDisponível via internet correio eletrônico: bibaltamira@ufpa.brpt_BR
dc.subjectConflitos territoriais
dc.subjectQuilombo
dc.subjectAmazônia
dc.subjectTerritorial conflicts
dc.subjectAmazon
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAO::EDUCACAO RURAL
dc.titleTerritório quilombola de Porto de Moz: história de resistência de comunidades tradicionais ribeirinhas
dc.typeTrabalho de Curso - Graduação - Artigo

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