Bregas paraenses como recurso didático gamificado para o ensino da coesão textual

dc.contributor.advisor1SOUSA, Rosangela do Socorro Nogueira de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9922481132027268
dc.contributor.advisor1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0003-0429-9700
dc.creatorMORAIS, Lucas da Silva
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0253807941173868
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0009-0005-9566-0929
dc.date.accessioned2026-01-09T17:33:15Z
dc.date.available2026-01-09T17:33:15Z
dc.date.issued2025-11-07
dc.description.resumoO presente artigo tem como objetivo apresentar o jogo “Brega conectando” como recurso didático no ensino de conectivos (conjunções) nas aulas de produção textual, a partir de uma prática desenvolvida na Escola Estadual, situada em periferia urbana de Bragança do Pará e que atende alunos tanto da zona urbana e rural. A pesquisa foi realizada com turmas da segunda série do Ensino Médio em tempo integral, no contexto do PIBID Letras, subprojeto de Inovação e Prática Docente da Universidade Federal do Pará. O trabalho parte da constatação das dificuldades recorrentes dos estudantes em utilizar conectivos de maneira funcional na construção de textos coesos. Para intervir nessa questão, foi criado um jogo digital na plataforma Wordwall, com atividades envolvendo conectivos textuais, contextualizadas por meio de frases e trechos de músicas paraenses. A metodologia adotada combinou abordagem qualitativa, com fundamentos etnográficos, indutivos e experimentais, buscando captar não apenas os resultados técnicos, mas também os efeitos subjetivos e afetivos da prática. Os dados foram coletados por meio de observações, textos produzidos antes e depois da intervenção. O referencial teórico apoia-se em Freire (1996), ao defender uma educação dialógica e contextualizada; em Bakhtin (1997), ao considerar a linguagem como prática social; em Vygotsky (2001), ao valorizar a mediação cultural na aprendizagem; em Antunes (2009), ao tratar da escrita como produção de sentido; e em Leffa (2020), Moran (2015) e Prensky (2001), que discutem o potencial das tecnologias digitais e da gamificação no engajamento dos estudantes. A pesquisa aponta que jogos digitais, quando bem orientados e conectados à realidade dos alunos, podem ser ferramentas eficazes na promoção de aprendizagens significativas, especialmente em contextos escolares marcados por vulnerabilidades sociais. Conclui-se que a inserção de tecnologias no ensino da língua portuguesa deve considerar a escuta ativa, o respeito às identidades culturais e o estímulo à autoria discente como princípios fundamentais da prática pedagógica.pt_BR
dc.identifier.citationMORAIS, Lucas da Silva. Bregas paraenses como recurso didático gamificado para o ensino da coesão textual. Orientadora: Rosangela do Socorro Nogueira de Sousa. 2025. 20 f. Trabalho de Curso (Licenciado em Letras - Língua Portuguesa) – Faculdade de Letras, Campus Universitário de Bragança, Universidade Federal do Pará, Bragança, 2025. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9050. Acesso em: .pt_BR
dc.identifier.urihttps://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9050
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.licenseAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.source.uriDisponível na internet via Sagitta
dc.subjectJogos digitaispt_BR
dc.subjectEscrita escolarpt_BR
dc.subjectEnsino de língua portuguesa.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICA
dc.titleBregas paraenses como recurso didático gamificado para o ensino da coesão textualpt_BR
dc.typeTrabalho de Curso - Graduação - Artigo

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