O impacto psicossocial e fisiopatológico das valvopatias de origem reumática em crianças e adolescentes: uma revisão narrativa da literatura

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Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Monografia

Data

21-08-2025

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Citar como

SILVA, Eva Gonçalves e. O impacto psicossocial e fisiopatológico das valvopatias de origem reumática em crianças e adolescentes: uma revisão narrativa da literatura. Orientador: Luís Antônio Loureiro Maués. 2025. 37 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Medicina) - Faculdade de Medicina, Campus Universitário de Altamira, Universidade Federal do Pará, Altamira, 2025. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9338. Acesso em:.
Introdução: Este trabalho visa realizar uma revisão descritiva da literatura sobre as consequências cardíacas da febre reumática em crianças e adolescentes, focando nas valvopatias de origem reumática. O estudo explora os aspectos clínicos, psicossociais e fisiopatológicos dessas condições, destacando o impacto na saúde física e emocional dos jovens. Objetivos: objetivo deste trabalho é realizar uma revisão detalhada da literatura disponível sobre as consequências cardíacas em crianças e adolescentes, especificamente as valvopatias de origem reumática. Buscamos analisar e descrever os aspectos psicossociais e fisiopatológicos dessas condições, visando a compreensão abrangente do impacto que essas patologias podem ter na vida dos jovens. Metodologia: A metodologia deste trabalho foi fundamentada em uma revisão narrativa da literatura. Foi realizada uma busca sistemática em bases de dados científicos, artigos revisados, teses e dissertações relacionadas ao tema. A abordagem metodológica contemplará a seleção de estudos, a extração de dados relevantes e a apresentação organizada das informações para proporcionar uma compreensão abrangente do tema proposto. Resultados: a revisão evidenciou que as valvopatias reumáticas geram impactos profundos na vida de jovens e adolescentes, acometidos por essa patologia, incluindo sintomas debilitantes, necessidade de intervenções médicas recorrentes e dificuldade de adesão ao tratamento. No aspecto psicossocial, notou-se que a doença pode desencadear ansiedade, depressão, isolamento social, além de afetar o planejamento futuro, como a perspectiva reprodutiva em adolescentes. Conclusão: os achados demonstram a importância de uma abordagem multidisciplinar, no manejo dessas crianças e adolescentes, incluindo suporte psicológico integral, estratégias para melhorar a adesão ao tratamento, políticas públicas de prevenção da febre reumática e melhoria nas condições básicas de vida, como o saneamento básico. Além disso, a valorização do impacto psicossocial da doença é essencial para garantir um atendimento integral e melhorar a qualidade de vida desses pacientes.

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Disponível via internet correio eletrônico: bibaltamira@ufpa.br

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