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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    A dança e o ensino de Geografia: múltiplas linguagens da/na educação básica
    (2024-08-23) RODRIGUES, Euller Alves; PADINHA, Marcel Ribeiro; https://lattes.cnpq.br/1129247965121420
    A dança, quando inserida com a metodologia adequada, surge como um importante instrumento no processo de ensino-aprendizagem. Esta pesquisa objetiva analisar a importância do uso de múltiplas linguagens na educação básica, sobretudo por meio da dança no ensino de geografia, com vista a discutir acerca dos conceitos de espaço e território, para compreender a relação entre dança e corporeidade; propor uma reflexão acerca da escala do corpo na geografia contemporânea, sobretudo a partir das contribuições relacionadas à relação de escala geográfica, corporeidade e territorialidade; além de demonstrar a importância da dança, como recurso metodológico, nas aulas de geografia. A metodologia empregada, baseou-se na análise em uma abordagem quanti-qualitativa, por meio de levantamento e coleta de dados, e ainda realização de oficina, e entrevistas semiestruturadas em escolas de ensino fundamental, Cametá-PA. Nesse sentido, a discussão dos conceitos de espaço geográfico e território se mostraram como o caminho teórico-metodológico exequível, para compreender a relação entre dança e corporeidade no ensino escolar. Como resultados, verificou-se que a dança, surge como um método que pode ser aplicado no espaço escolar através do ensino da geografia, levando em consideração a relação corpo-território, por meio do estabelecimento de sentimentos expressos, relações constituídas e do autoconhecimento adquirido por meio dessa arte. Com os resultados obtidos nos questionários e prática em sala de aula, notou-se que a falta de prática em atividades lúdicas e o conhecimento “do novo” gerou timidez em alguns alunos, entretanto esses aspectos foram sendo superados ao longo da oficina oferecida. Atividades de ensino que usam a corporeidade possibilitam a ampliação das capacidades de interação social e afetiva, bem como o desenvolvimento das aptidões motoras e cognitivas. Contudo, o aprofundamento de estudos acerca dessa temática se mostra necessário e contribui significativamente para entender a importância da introdução de novos métodos de ensino, sobretudo através da dança no espaço escolar.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    A relação entre agroecologia e cultura popular: nas comunidades tradicionais do rio Acaráqui e Camurituba-Beira, localizadas em Abaetetuba-PA
    (2025-03-28) SANTOS, Adriele da Silva dos; SILVA, Suzane da Silva e; GOMES, Jones da Silva; http://lattes.cnpq.br/0701787841213784
    Este trabalho analisa a relação entre agroecologia e cultura popular a partir do modo de vida dos moradores das comunidades Rio Acaraqui e Camurituba-Beira, localizadas no município de Abaetetuba-PA. Essas comunidades possuem ecossistemas distintos, sendo uma de várzea e a outra de terra firme, como o Rio Acaraqui situado nas ilhas e o Camurituba-Beira localizado em ramais. Nesse sentido, o referido trabalho tem como objetivo analisar, a relação entre a agroecologia e a cultura popular em ambas as comunidades tradicionais, buscando demonstrar a interligação entre esses dois campos teóricos, que compartilham princípios como a sustentabilidade ambiental, a valorização dos saberes locais e o fortalecimento da economia comunitária. Para isso, adotou-se uma metodologia de pesquisa participativa, utilizando questionários semiestruturados compostos por 23 perguntas abertas e fechadas, aplicados a 10 moradores de cada comunidade. Os resultados da pesquisa mostram que as práticas agrícolas, os costumes e os saberes populares dessas comunidades estão diretamente ligados aos princípios agroecológicos, promovendo a sustentabilidade ambiental e a autonomia dos moradores. Conclui-se que as comunidades de Acaraqui e Camurituba-Beira preservam e vivenciam uma cultura popular profundamente enraizada em sua relação com a natureza, a religiosidade e o modo de vida rural. Essa interdependência entre cultura e território se reflete tanto nas práticas produtivas quanto nas festividades e no convívio comunitário, fortalecendo a identidade coletiva e a continuidade dos saberes ancestrais. Dessa forma, a agroecologia se reafirma como um instrumento de resistência cultural e desenvolvimento sustentável, contribuindo para a valorização e permanência das comunidades tradicionais no território.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Abaetetuba e o contexto do Grande Projeto do Tup da Cargill: o caso do Território Quilombola Insular Bom Remédio
    (2025-06-11) MACHADO, Maria Izabel dos Santos; SOARES, Daniel Araújo Sombra; http://lattes.cnpq.br/6446474471044694; https://orcid.org/0000-0002-5208-2429
    A discussão sobre território e territorialidade tem ocupado um papel central nas análises geográficas contemporâneas, principalmente quando o enfoque recai sobre os conflitos por terra, identidade e pertencimento. Além da importância cultural, o território é a base física de sustentação das práticas socioeconômicas da comunidade, como a agricultura de subsistência, a pesca artesanal e o extrativismo, todas vinculadas ao equilíbrio ecológico e aos saberes ancestrais. A entrada de grandes empreendimentos, como o da Cargill, rompe essa lógica a partir da imposição de uma racionalidade baseada na mercantilização da natureza, uso intensivo do solo e desconsideração das formas de ocupação historicamente construídas. Assim, este trabalho se propõe a investigar como a territorialidade da comunidade quilombola Bom Remédio pode ser afetado pelas ações da empresa Cargill em Abaetetuba, no estado do Pará. Desse modo, a presente pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, ancorada em dois pilares fundamentais: a pesquisa bibliográfica e a pesquisa de campo. A etapa de pesquisa de campo complementou a análise bibliográfica, permitindo uma aproximação direta com a realidade vivida pela comunidade quilombola. A escolha pela entrevista como técnica principal se deu pela sua capacidade de captar narrativas, percepções e estratégias de resistência dos sujeitos diretamente impactados. Com base nas entrevistas analisadas, foi possível observar que a Comunidade Quilombola Bom Remédio tem plena consciência dos impactos socioambientais, econômicos e culturais que o projeto da Cargill representa. As falas de mulheres de diferentes gerações, com forte inserção comunitária e histórica no território, demonstram a percepção coletiva de que o empreendimento, longe de oferecer benefícios, intensifica a degradação ambiental, compromete os modos de vida tradicionais e ameaça o futuro das novas gerações. As entrevistas realizadas, especialmente com as lideranças femininas da comunidade, puderam evidenciar sentimentos de preocupação, resistência e insegurança frente ao avanço do projeto da Cargill. As mulheres entrevistadas expressaram a importância de manter o território tradicional, apontando que ele representa não apenas um espaço físico, mas também um elo com a ancestralidade, a memória e a identidade quilombola. Desse modo, observou-se que o projeto do TUP, representa uma ameaça concreta à reprodução social e cultural desse povo, uma vez que não considera adequadamente a existência e os direitos da comunidade.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Conflito socioambiental no assentamento do rio Guajará de Beja afetado pela construção do terminal de uso privado – TUP no município de Abaetetuba-PA
    (2021-06-17) BAIA, Eliana Silva; RODRIGUES, Eliana Teles; http://lattes.cnpq.br/8360730445815109; https://orcid.org/0000-0001-6717-3174
    Este trabalho aborda o conflito socioambiental envolvendo ribeirinhos do Projeto de Assentamento Agroextrativista rio Guajará de Beja, afetados pela construção de um Terminal de Uso Privado (TUP). Assim tem como objetivo analisar o conflito socioambiental e as alterações que a chegada do empreendimento provocou na comunidade rio Guajará de Beja. A pesquisa de natureza qualitativa, combinou o método etnográfico com revisão da literatura sobre a temática. Os instrumentos de coletas de dados foram observação e entrevistas semiestruturadas, realizadas junto aos moradores, entre os quais estão pescadores, lideranças comunitárias e estudantes do Ensino Médio da Escola Raimundo Sarges da Rocha, no período em que as aulas ainda estavam sendo realizadas presencialmente, antes da pandemia da Covid19 e ainda representantes da empresa. Os resultados apontam a natureza e o delineamento do conflito, por meio do qual se destacam os interesses da empresa, a atuação da ONG FASE e a desagregação comunitária que coloca os moradores no centro da disputa. De um lado, uma parcela de moradores seduzidos pelo discurso de progresso e desenvolvimento social, evocados pelos representantes do empreendimento, defendem a instalação do TUP; de outro, estão os moradores contrários ao empreendimento, principalmente os pescadores artesanais, pois temem a perda de seu território, lugar da vida e onde desenvolvem seus trabalhos, o que os leva à mobilização em defesa de seus direitos territoriais. Os dados ainda revelam que a comunidade já enfrenta problemas relacionados aos danos ambientais provenientes do complexo industrial e portuário de Barcarena, assim como do TUP, que se encontra em fase de implantação. O trabalho ainda aponta a necessidade de percepção dos ribeirinhos e demais comunitários envolvidos, para uma maior reação aos efeitos decorrentes desse tipo de empreendimento.
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    Trabalho de Curso - Graduação - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    Educação Quilombola na Amazônia: memória, território e descolonização do currículo
    (2026-02-20) SOARES, Rodrigo Alves; SOUSA, Enilson da Silva; https://lattes.cnpq.br/9809519303331231; https://orcid.org/0000-0003-2026-0822
    Este artigo tem como objetivo refletir, a partir de uma perspectiva teórica e bibliográfica, sobre os fundamentos, desafios e possibilidades da educação escolar quilombola na Amazônia. Considerando o acúmulo histórico das lutas territoriais e educativas das comunidades remanescentes de quilombo, argumenta-se que a escola quilombola não deve ser pensada como mero instrumento de inclusão formal, mas como um espaço de resistência, de produção de saberes e de afirmação de identidades coletivas. A metodologia adotada é de cunho teórico e bibliográfico, apoiando-se em autores como Halbwachs, Bloch, Bhabha, Barcellos, Rosa, Pacheco, Alfredo Wagner, além de documentos oficiais como a Resolução CNE/CEB nº 8/2012. O texto se estrutura em torno de dois eixos: (1) os fundamentos epistemológicos da educação quilombola, com base em memórias coletivas, territorialidades e práticas ancestrais; e (2) os desafios enfrentados na materialização dessa educação no contexto amazônico, com destaque para o currículo, a formação docente e as disputas territoriais. A análise conclui que a escola quilombola, ao valorizar os saberes locais, a ancestralidade e a autonomia curricular, se configura como uma proposta de mundo ancorada na justiça histórica e na decolonização do conhecimento.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    A Feira da Cidade Nova IV como território de aprendizagem no Ensino Médio: experiência didática na E. E. E. F. M. Luiz Nunes Direito (Ananindeua-PA)
    (2024-06-24) CHAVES, Camila da Costa; SOARES, Daniel Araújo Sombra; http://lattes.cnpq.br/6446474471044694; https://orcid.org/0000-0002-5208-2429
    O presente trabalho discutirá os saberes e a territorialidade da feira da Cidade Nova IV, localizada em Ananindeua-PA, como estratégia de estudo dos alunos da turma 103 do Primeiro Ano do Ensino Médio com a disciplina Projeto Integrador, da E. E. E. F. M. Luiz Nunes Direito e dos bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID. Na feira popular é possível ver o que cada região tem de melhor, e também conhecer um pouco da cultura através dela. A metodologia adotada para este trabalho de conclusão de curso foi com base em pesquisas bibliográficas sobre a história da feira e de entrevistas aos feirantes para saber um pouco de suas trajetórias. Este trabalho de conclusão de curso tem como principal objetivo mostrar a feira da Cidade Nova IV como território de resistência e aprendizagens no Ensino Médio que ocorreu na escola. A pesquisa gerou a produção de um documentário com múltiplos aprendizados regionais e identitários para os bolsistas, alunos e para toda a comunidade escolar, e que têm grande potencial para ser utilizados em sala de aula no Ensino Médio como auxilio na formação escolar e cidadã.
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    Trabalho de Curso - Graduação - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    Histórico geo espacial de ameaças e impactos no Território Quilombola de Abacatal, na Amazônia Metropolitana de Belém
    (2025-04-08) CARDOSO, Edinalva Seabra; VASCONCELOS, Marcelo Augusto Machado; http://lattes.cnpq.br/4324892308278435
    Este estudo tem por objetivo dar ênfase a um Território rodeado de ameaças, buscando o foco para os impactos que a Avenida Liberdade causou, causa e irá causar para o mesmo, visando o total desconforto para tal empreendimento dando ênfase para os impactos ambientais de magnitude imaginário que irá abranger esta região, e notário os impactos que o Território Quilombola de Abacatal sofreu, sofre e sofrerá com a construção do empreendimento da Avenida Liberdade, um empreendimento que veio de forma arbitrária e sem o devido conhecimento da comunidade mais afetada pelas obras antes, durante e depois desta construção. A pesquisa se deu atraves de uma abordagem mista, qualitativa e quantitativa, compesquisas bibliográficas e de campo.Os resultados apontam desmatamento, riscos, erosão, poluição dos igarapés, nascentes, a fauna e flora, dentre outros problemas futuros. Conclui-se que a comunidade Quilombola de Abacatal não teve consulta previa livre e não foi informada, desrespeitando assim e passando por cima do Protocolo de Consulta Previa, isso mostra mais uma vez que nós não somos respeitados nós não fomos consultados e mais uma vez nós estamos sendo enganados.
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    Trabalho de Conclusão de Curso - EspecializaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A importância do estudo do território das Comunidades Tradicionais Locais no Ensino fundamental II: uma experiência no 9ª ano da E.M.E.F Novo Tauari no Município de Ananindeua-Pa
    (2025-07-17) CHAVES, Camila da Costa; SILVA JÚNIOR, Aluísio Fernandes da; http://lattes.cnpq.br/9870097272048186
    O presente trabalho tem como objetivo os saberes do 9ª ano da E.M.E.F Novo Tauari, sobre as Comunidades Tradicionais das regiões de Ilhas e do Quilombola do Abacatal no Município de Ananindeua-PA e sua importância, e introduzir um projeto de intervenção pedagogia a respeito do tema para os alunos das turmas A e B, e analisar a importância que o estudo teve para os alunos no componente curricular de Geografia. O território das Ilhas e do Abacatal engloba algumas Comunidades Tradicionais que são caracterizadas por sua cultura, economia, religião e costumes diversos. A metodologia adotada é qualitativa com base em pesquisas bibliográficas sobre a história das comunidades citadas, e de visita a escola em dois momentos. A pesquisa gerou a aplicação de um questionário e posteriormente uma aula a respeito das Comunidades Tradicionais das Ilhas e do Abacatal e a importância desse estudo. O resultado foi positivo para os alunos que se mostraram bastante interessados no programa Google Earth, de como analisar essas regiões com base nas funções do programa, também com o turismo que a região de ilhas proporciona, como opção de lazer, e também a respeito de uma comunidade quilombola estar em uma zona urbana tão próximo deles.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Justiça socioambiental e territorialidade: o caso da comunidade quilombola São Jorge
    (2023-12-07) GOMES, Matheus Santana; PEREIRA, Luiz Otávio Corrêa; http://lattes.cnpq.br/3660705098410959
    Este trabalho baseia-se em um caso de uma série de crimes socioambientais cometidos por empresas que fazem linhas de transmissão em território quilombola. Neste caso, será relatada a luta por resistência da Comunidade Quilombola São Jorge, localizada no município de Moju-PA. Existe um vasto número de casos de invasões em terras de quilombo por empresas que visam apenas o benefício próprio e fazem de conta que não há vidas naquelas localidades. Ao instalarem as torres que darão sustento aos popularmente chamados de “linhões”, causam diversos problemas ambientais. A questão do desmatamento, as queimadas, a degradação do solo são exemplos dessa catástrofe que toma conta dos territórios que um dia já foram locais de preservação. O objetivo deste trabalho é contribuir, na forma de um ensaio reflexivo e crítico, demonstrando onde se apresentam os principais impactos que as comunidades sofrem. Eunápio Dutra do Carmo fala sobre os motivos que provocam as chamadas “desterritorializações”, fazendo com que as comunidades se desprendam de seu espaço, suas raízes e as práticas de subsistência. O mesmo autor aduz sobre as maneiras de sobreviver dos quilombolas, como elas se organizam desde a sua dimensão biológica, emocional e cultural, passando pela organização social, até chegar nas formas de produção de alimentos e insumos para sua manutenção. Tânia Pacheco, em seu artigo “Desigualdade, injustiça ambiental e racismo: uma luta que transcende a cor” (2007), traz a importância de se posicionar contra qualquer tipo de desigualdade, sempre respeitando a diversidade cultural e abordando a possibilidade de cidadania entre os povos. Apontar o quão é prejudicial às comunidades a entrada de grandes empresas em seus territórios. A saída forçada dos membros da comunidade que irão obrigatoriamente impor novas formas de organização coletiva, pois é chegado um momento em que fica inviável tirar o próprio sustento de um lugar onde os desastres ambientais já se apossaram. Muitas vezes as famílias têm que abandonar o quilombo e ir para outros locais pela insegurança que sentem ao permanecer naquele local. São expostos aos resíduos sólidos jogados na natureza que poluem os rios, atacam a mata e tiram seu meio de sobrevivência (CARMO, 2019). As comunidades quilombolas são reconhecidas pelos seus valores históricos e culturais. Contudo, suas virtudes são colocadas em risco com a exploração extrativista intensa em detrimento da manutenção deste mesmo meio econômico. Com o avanço das grandes empresas essas pessoas sentem-se na obrigação de recuar. Isso culmina na mudança de tradicionalidade, sendo necessário muitas vezes sair do seu quilombo para morar nos centros urbanos em busca de sobrevivência (GONZAGA, 2017). O direito à propriedade dos quilombolas se torna matéria constitucional apenas na Constituição Federal de 1988, capitulada no Art. 68 dos Atos de Disposições Constitucionais Transitórias. A inclusão deste preceito constitucional surge para reparar a injustiça histórica cometida pela sociedade escravocrata brasileira contra o povo negro. Mas na prática, o dispositivo é deixado de lado, se sobressaindo os interesses das pessoas que possuem maior poder aquisitivo, ou seja, os donos de grandes empresas (Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras e Rurais Quilombolas e Terra de Direitos, 2018). O motivo que instigou a pesquisa e análise da justiça socioambiental no Pará deu-se pela ausência de garantia de direitos que têm os quilombolas. Estes sofrem com total desamparo estatal. Os impactos socioambientais e a insegurança dentro de seu território se tornam importantes para o olhar da população. Discutir sobre saúde e território dessas comunidades é necessário para desenvolver estudos no tocante à saúde coletiva e ambiental. A política de proteção deve ser voltada para o uso do território e as condições de saúde de quem vive nessas áreas.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    A mandioca (Maninhot esculente crantz) como alimento essencial na vida dos Quilombolas da comunidade Centro-Ouro (território quilombola de Jambuaçu), município de Moju, Pará
    (2021-06-19) DIAS, Claudiana Foro; RODRIGUES, Eliana Teles; http://lattes.cnpq.br/8360730445815109; https://orcid.org/0000-0001-6717-3174
    Neste trabalho, buscou-se estudar as alterações na dieta alimentar, as quais afetaram o modo de vida na Comunidade de Bom Jesus do Centro Ouro, localizada no Território Quilombola de Jambuaçu, município de Moju, Pará. Assim teve como objetivo geral, analisar as alterações na dieta alimentar provocadas pela introdução de grandes empreendimentos no entorno do território quilombola, o que afetou diretamente o modo de vida e o meio ecológico. Para desenvolver o objetivo da pesquisa foi realizado levantamento da literatura relacionada a temática e pesquisa de campo na comunidade mencionada, com seleção de dez unidades familiares para a aplicação de questionários abertos semiestruturados. Os dados permitiram visualizar aspectos étnicos de relação com o território, sobre as formas de trabalho em roçados e de seus manejos, que também estão entrelaçadas pelas alterações alimentares ocorridas nos últimos anos. As modificações alimentares são percebidas pelos entrevistados, a partir das suas falas, que indicam variedades de cultivos e espécies de peixes que atualmente não se encontram em sua alimentação. O desaparecimento de peixes foi apontado como motivo dessa ausência e as variedades de manivas cultivadas antes diversificadas, hoje são mais restritas a duas, sendo a amarelona e pretinha.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Memória de velhos quilombolas: a história da comunidade Santo Antônio, em Gurupá, Rio Amazonas, Pará
    (2021-04-30) RABELO, Josimara Monteiro; DIAS, Marcelo Pires; http://lattes.cnpq.br/2696005070967074
    Este artigo tem como finalidade descrever e refletir sobre a memória dos velhos quilombolas da Comunidade Santo Antônio do Rio Ipixuna, em Gurupá, no Pará. Partimos do princípio de que essas memórias e histórias locais são fundamentais para preservação da identidade quilombola, do território e dos direitos direcionados a nossa população. Apresentamos ao longo do texto como foram as lutas em torno da sobrevivência, do direito à terra, dos avanços e desafios para alcançar uma visibilidade, bem como o reconhecimento dos direitos dos remanescentes de quilombo. A metodologia seguiu a perspectiva da história oral com roteiros de entrevistas para relacionar os fatos passados, recentes e seus reflexos nos dias atuais. O estudo evidenciou que o acesso à educação formal é necessário em qualquer meio social, e para comunidades tradicionais quilombolas a educação é um meio de luta, resistência. Sobretudo de preservação da identidade cultural, desde que esteja relacionada com a realidade local.
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    Trabalho de Curso - Graduação - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    Modo de vida Ribeirinho: territorialidade nas Comunidades Tradicionais na Região Insular da Ilha de João Pilatos em Ananindeua/Pa
    (2023-12-22) SILVA, Eva Maria Tavares da; ARAÚJO, Erneida Coelho de; http://lattes.cnpq.br/6971929506671334; https://orcid.org/0000-0003-2841-9973
    O presente artigo aborda a territorialidade e o modo de vida da população ribeirinha da região insular de Ananindeua, com foco na ilha de João Pilatos, localizada ao entorno do Furo Maguari e ao redor das outras ilhas do município, o seu modo de produção e os anseios vividos pelas famílias da ilha. Nas comunidades se identificam elementos da cultura ribeirinha na construção de tarefas tradicionais que ainda hoje são transmitidas ao longo das gerações, como: a pesca artesanal, o manejo do açaí e de hortas caseiras. Percebe-se que o ribeirinho não está estático no tempo, embora mantenha suas práticas tradicionais, ele recebe influências diversas da sociedade moderna. A metodologia utilizada compõe-se pela revisão bibliográfica e por entrevistas qualitativas com os moradores da localidade (mais velhos, lideranças políticas e outros), para a compreensão da realidade local, a consulta de reportagens sobre a região Amazônica foi outro meio utilizado para obtenção de informações. Como instrumento na coleta de dados, utilizou-se ainda um questionário semiestruturado com perguntas abertas e fechadas e a observação in loco. A aplicação desses métodos possibilita estudos de desenvolvimento regional e o modo de repensar as políticas públicas, as quais dificilmente contemplam essas as comunidades tradicionais. Os resultados apontam a carência de políticas voltadas a essa população e ao seu território, como acesso à saúde, à educação e ao saneamento básico, esses fatos, no entanto, não eliminaram a organização política local em busca de melhores condições de vida e acesso aos direitos civis. Independente de tantas adversidades, pode-se afirmar que os ribeirinhos são resilientes e preservam seu modo de vida; produzindo policulturas com a mão de obra familiar e abastecendo o mercado consumidor da cidade de Ananindeua há gerações, e à medida que o capitalismo se expande na região, essas comunidades passam por mudanças sociais, políticas, econômicas, culturais e territoriais. O estilo de vida das comunidades ribeirinhas sofre influência direta dos rios, e assim a sua importância na compreensão da dinâmica local é evidente, acrescenta-se que as populações locais têm o conhecimento do espaço geográfico, noção de suas culturas, suas territorialidades, e práticas cotidianas que favorecem a preservação das florestas na região amazônica, as quais se traduzem, portanto na identidade dos moradores e senso de pertencimento em relação ao território.
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    Trabalho de Conclusão de Curso - Especialização - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    Notas sobre o planejamento urbano e regional em Iranduba/AM: percepções, conflitos, avanços e limites para implementação da REURB
    (2022-03-25) QUARESMA, Ellen de Melo; SANTOS, Carolina Cassia Batista; http://lattes.cnpq.br/0183458578484951; FURO, Arleisson Fernan Pedreira; http://lattes.cnpq.br/3369225900946284; https://orcid.org/0000-0003-2084-6196
    O presente artigo é fruto de reflexões iniciais sobre a implementação de regularização fundiária urbana no município de Iranduba, Estado do Amazonas, que aderiu, recentemente, ao Programa Rede Amazônia: morar, conviver e preservar, parceria entre a Comissão de Regularização Fundiária da Universidade Federal do Pará (CRF-UFPA) e Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR). Pretende-se discorrer sobre a formação socioterritorial do município a fim de refletir sobre as suas multipli(cidades) de ocupação e consolidação de núcleo urbano e, assim pensar a efetivação da REURB à luz do entendimento das relações dos agentes sociais locais no território amazônico, compreendendo as especificidades ambientais que marcam as condições habitacionais e sanitárias no município. Para o recorte deste amplo universo da pesquisa foi delimitada como metodologia a revisão bibliográfica sistemática para análise de dados secundários.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Os territórios quilombolas e de comunidades tradicionais como r-existência ante aos projetos em Barcarena, Estado do Pará
    (2024-09-06) ARAÚJO, João César Lacerda; PADINHA, Marcel Ribeiro; https://lattes.cnpq.br/1129247965121420
    O estudo apresenta abordagens discutidas por meio de bases teóricas, fundamentadas em um conjunto diversificado por autores que aplicar-se às temáticas sobre território no âmbito da geografia. Apresentando como objetivo analisar os processos de R-existência dos territórios Quilombola de Gibirié do São Lourenço e a comunidade tradicional Tauá, após a inserção dos grandes projetos instalados na Amazônia. Esse trabalho aborda sua relevância e importância a nível de contribuição para sociedade, sobre os impactos tanto ambientais quanto sociais para as comunidades tradicionais do entorno do complexo industrial, que são os principais afetadas pela inserção dos grandes projetos como Alubar, Alunorte e Albras no município de Barcarena. Para o desenvolvimento do trabalho empregou-se procedimentos metodológicos, como o levantamento teórico e as observações no ambiente escolar realizadas durante o estágio, no qual possibilitou a efetivação das atividades e permitiu o envolvimento da prática docente nas aulas de Geografia. O trabalho também destaca as transformações no território do município de Barcarena, e de que forma essas transformações afetaram essas comunidades tradicionais. A metodologia foi realizada por revisão teórica e coletas de dados no trabalho de campo realizado no município de Barcarena.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Produção do espaço agrário e dinâmicas territoriais em Tailândia/Pa: uso de mapas temáticos e modelização gráfica na análise regional
    (2026-02-11) SILVA, David Williams Souza; SOARES, Daniel Araújo Sombra; http://lattes.cnpq.br/6446474471044694; https://orcid.org/0000-0002-5208-2429
    Esta monografia de trabalho de conclusão de curso em geografia versa sobre a produção do espaço agrário e dinâmicas territoriais, tem como recorte espacial o município de Tailândia, no Estado do Pará, que de certo modo, ilustra com clareza aspectos da formação espacial amazônica e da produção do território sob a égide do capitalismo periférico e dependente, a qual nos indagamos acerca das transformações territoriais sofridas no município com a territorialização dos vetores econômicos e agentes hegemônicos ao longo da periodização escolhida. A investigação objetiva compreender as dinâmicas territoriais no município de Tailândia, e partir desta compreensão do território, criar modelizações que auxiliem no entendimento da produção do espaço agrário e das dinâmicas territoriais no município. Os procedimentos metodológicos partem de referências bibliográficas, de natureza qualitativa e abordagem dialética, dividindo em duas periodizações como recorte temporal de estudo, privilegiando o eixo das trajetórias de uso da terra, vetores econômicos e agentes hegemônicos na promoção das mudanças socioespaciais. Defende-se nesta monografia os avanços que uma leitura materialista do espaço conjugada com uma abordagem cartográfica crítica representam na descrição das dinâmicas territoriais, dando visibilidade aos espaços outrora “invisíveis” da cartografia positivista, como os espaços de luta, resistência e de esperança frente o capital.
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    Trabalho de Curso - Graduação - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    Progresso e tradição: implicação e resistência geoespacial para a preservação da cultura e biodiversidade em comunidades na Amazônia Metropolitana
    (2025-02-27) BULHÕES, Clever Cley Corrêa; VASCONCELOS, Marcelo Augusto Machado; http://lattes.cnpq.br/4324892308278435
    O artigo tem por finalidade enaltecer a cultura de comunidades tradicionais na amazônia, a comunidade ribeirinha “Nossa senhora dos Navegantes” que existe a mais de trinta anos e o território “Quilombola do Abacatal” com trezentos anos (re)existência, ambas as comunidades possuem suas tecnologias socias e lutam para sobreviver, já que ambas as estão estão localizadas na Região Metroplitna de Belem (RMB). Através da pesquisa-ação, foram realizadas visitas técnicas, rodas conversas com os moradores das comunidades e com lideres responsáveis e pelas pessoas que residem na região. Por serem comunidades que estão próximos aos núcleos urbanos, os problemas enfrentados por essas comunidades é justamente um progresso que não traz benefícios e o progresso pode fazer com que essas comunidades desapareçam ao longo dos anos. Através das tecnicas em geoprocessamento, sensoriamento remoto e banco de dados, podemos identificar os problemas relacionado ao pseudoprogresso. Os resultados apontam que o pseudoprogresso relacionado com a sua geolocalização, progresso e tradição, bem como o pseudodesenvolvimento com suas implicação e resistencia geoespacial provocam mudanças por vários fatores, dentre estes, a falta de demarcação/titulação e monitoramento o que dá margem à invasão de suas terras, por grandes projetos de “desenvolvimento” inescrupuloso, com o objetivo de desenvolver a região de carater imcompatíveis com uso da terra e do amenjo dos recursos naturais, provocando diminuição na área do território herdado de seus antepassados. Conclui-se que essa situação afeta os costumes e tradições pelo “progresso” que modifica hábitos ancestrais e religiosos nas comunidades “Nossa senhora dos Navegantes” e “Quilombola do Abacatal” culminando com a poluição, desmatamento, crescimento desenfreado de cidades o que vem a propiciar uma pseudo-evolução social e preservação da biodiversidade.
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    Trabalho de Curso - Graduação - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    Território e Estado: um breve Estudo do Caso de São Miguel do Guamá - PA
    (2024-08-05) MEDEIROS, Diogo Michel de Araújo; SOARES, Daniel Araújo Sombra; http://lattes.cnpq.br/6446474471044694; https://orcid.org/0000-0002-5208-2429
    O objetivo do presente trabalho é mostrar como as análises territoriais são necessárias para se pensar a gestão municipal. Para tanto, faremos uma breve revisão do conceito de território, territorialização e relações de poder. A seguir analisaremos as duas últimas leis de divisão territorial oficial do município de São Miguel do Guamá, apontando quais as inadequações encontradas e por fim faremos um breve apanhado geral sobre o processo de constituição, caracterização e impactos para este município. E como metodologia para tal fim, a revisão da literatura será assentada na pesquisa bibliográfica e documental. O referido município fora escolhido dada suas características históricas e sua importância regional. O território fora escolhido como conceito-chave, enquanto uma importante categoria de análise da Geografia e a partir da qual podemos entender determinado recorte espacial e as relações de poder que o constroem. No caso em tela, partiremos desta concepção para analisar como ocorrera a constituição do território do município de São Miguel do Guamá – PA, seus principais atores, seu processo de territorialização e como as indefinições nos limites oficiais tem impactado tanto a gestão pública, quanto a população atingida.
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