Navegando por Assunto "Envelhecimento"
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Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) A dança como ferramenta terapêutica no cuidado da pessoa idosa: um estudo no Lar Socorro Gabriel em Belém - PA(2025-09-15) MARQUES, Rafaela Evelyn Tomaz; SOUZA, Luiza Monteiro e; http://lattes.cnpq.br/1365524959135039O presente estudo analisa a dança como recurso terapêutico no cuidado a pessoas idosas em instituição de longa permanência, compreendendo-a como prática corporal, estética e relacional que mobiliza gesto expressivo, memória corporal e afetividade. A pesquisa foi desenvolvida no Estágio Supervisionado IV do curso de Licenciatura em Dança da Universidade Federal do Pará, entre novembro e dezembro de 2023, no Lar Socorro Gabriel, em Belém-PA. Adotou-se abordagem qualitativa, de caráter observacional, fundamentada na observação participante como principal dispositivo metodológico. As aulas de dança possibilitaram o registro de transformações motoras, emocionais e sociais, traduzidas em maior fluidez gestual, ativação de memórias, engajamento afetivo e fortalecimento de vínculos coletivos. Constatou-se que a dança, para além de atividade física adaptada, configura-se como prática cênica e terapêutica integradora, promotora de bem-estar, autonomia e pertencimento, sendo recomendada a ampliação de investigações em diferentes contextos de cuidado.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Alteração mastigatória, ambiente enriquecido e envelhecimento: estudos estereológicos de ca1 do hipocampo do camundongo suíço albino.(2011) FELÍCIO, André Pinheiro Gurgel; MENDES, Fabíola de Carvalho Chaves de Siqueira; SOSTHENES, Marcia Consentino Kronka; http://lattes.cnpq.br/7881527576747420Para investigar possíveis influências do ambiente enriquecido nas mudanças da distribuição laminar dos astrócitos em CA1 induzidas por um regime de mastigação reduzida, fêmeas adultas de camundongos Suiços albinos foram alimentadas com dieta em pó (soft diet SD) ou em pellet (hard diet HD) e mantidas em condições ambientais empobrecidas ou enriquecidas. Após 6, 12 ou 18 meses, secções histológicas foram obtidas e imunomarcadas para a proteína ácida fibrilar glial (GFAP) para identificar os astrócitos, sendo seu número estimado por método estereológico através do fracionador óptico utilizando ensaio cego. De posse das estimativas da distibuição laminar dos astrócitos em CA1 nos diferentes grupos experimentais, empregouse a análise de variância de dois critérios para estimar a contribuição de cada variável (ambiente e idade) para as mudanças. Os resultados revelaram influências aditivas dessas variáveis com contribuições laminares distintas para cada uma delas. Realmente, com exceção do stratum pyramidale, onde o ambiente enriquecido parece aumentar o efeito da idade e da mastigação reduzindo o número de astrócitos, em todas as outras camadas o ambiente enriquecido parece atuar na direção contrária dos efeitos produzidos pela mastigação e envelhecimento. Assim, encontrouse efeitos diferencias promovidos pela idade, condição mastigatória e ambiente sobre a distribuição laminar dos astrócitos de CA1 e nós sugerimos a ocorrência de pelo menos dois perfis astrocíticos distintos associados a esses eventos. Os mecanismos moleculares possivelmente associados a esses efeitos diferenciais permanecem por ser investigados.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Avaliação do sistema auditivo e da cognição de pacientes idosos usuários de aparelhos de amplificação sonora individual(2017) AZEREDO, Dulcineia Sampaio; SANTOS, Dyanara Stéphany Lemos; PALHETA, Angélica Cristina Pezzin; http://lattes.cnpq.br/3683418356353066Introdução: A audição é instrumento da comunicação, sendo de extrema importância ao ser humano. À medida que o indivíduo envelhece há uma perda auditiva natural, a presbiacusia. Considerando o aumento da população idosa no mundo, a prótese auditiva vem ganhando espaço, a fim de diminuir o impacto negativo das perdas auditivas nesta população. Objetivos: Avaliar os benefícios obtidos por idosos após o uso de aparelhos de amplificação sonora individual (AASI) e a função cognitiva desses idosos através do Mini Exame do Estado Mental (MEEM). Método: Foi realizado um estudo prospectivo com 26 idosos, que iniciaram o uso de AASI, sendo aplicado o questionário do MEEM antes e após um período de três a seis meses de iniciado o uso. Resultados: A análise dos escores pré e pós-protetização demonstrou que houve melhora da cognição após o uso do AASI. Ao estratificar a amostra quanto a escolaridade, os pacientes analfabetos não obtiveram ganho (p>0,05); e na classificação por tipo de serviço utilizado, demonstrouse maior benefício pelos pacientes da clínica privada. Conclusão: Os resultados do estudo mostram o benefício da cognição obtido pelo uso do AASI.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Correlação entre intensidade da dor, incapacidade funcional e qualidade de vida em idosos com dor lombar crônica não específica(2020-12-11) SANTOS, Gyselle Thatiane Leão dos; CARDOSO, Camila Regina; MAGALHÃES, Mauricio Oliveira; http://lattes.cnpq.br/7766377002832983; https://orcid.org/0000-0002-7857-021XObjetivo: Analisar a correlação entre intensidade da dor, incapacidade funcional e qualidade de vida em idosos com dor lombar crônica não específica. Método: Trata-se de um estudo de caráter transversal e analítico. Trinta e cinco idosos comunitários com dor lombar crônica não específica realizaram avaliação da dor (Pain Numerical Rating Scale - NRS), incapacidade funcional (Roland Morris) e a qualidade de vida (SF-36). Resultado: Amostra composta por 35 participantes, com idade média de 71,2 anos (±1,1). Os resultados são estatisticamente significativos entre a Intensidade da Dor e incapacidade funcional (rho = ,363), mas não para intensidade da dor e Tempo de dor, Capacidade Funcional e Qualidade de Vida. Conclusão: Os resultados deste estudo indicam que há associação entre intensidade da dor e incapacidade funcional em idosos com dor lombar crônica. Essa informação deve ser levada em consideração por profissionais de saúde no planejamento terapêutico dessa população.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Correlação entre o estado nutricional, capacidade funcional e presença desarcopenia em idosos atendidos em um hospital de ensino(2021) MOREIRA, Jorvana Stanislav Brasil; SILVA, Tayana Carolina Santos; http://lattes.cnpq.br/4684891912142339; ARAÚJO, Marília de Souza; http://lattes.cnpq.br/9371703949781020; https://orcid.org/0000-0002-9888-7548A sarcopenia é o processo de perda contínua de massa muscular relacionado com a idade, que pode afetar o estado nutricional ou ser influenciado por ele, assim como, predispor a limitação funcional nos idosos devido o comprometimento de qualidades físicas necessárias para a realização das atividades básicas de vida diária. Neste estudo, a investigação deste processo pautase no objetivo de correlacionar o estado nutricional e a capacidade funcional com a presença de sarcopenia em idosos. Para tal, foi realizado estudo transversal com 156 idosos atendidos no ambulatório de um Hospital de ensino. Para verificar a sarcopenia foram utilizados os critérios do Grupo de Trabalho Europeu sobre Sarcopenia em Pessoas Idosas. Dados sociodemográficos foram coletados por questionário próprio, o estado nutricional avaliado por meio da Mini Avaliação Nutricional e a capacidade funcional avaliada segundo o índice Katz. Foram aplicadas análises de estatística descritiva e correlação entre as variáveis, e adotado o nível alfa de significância de 5% (p≤0,05). A prevalência de sarcopenia foi de 19,9% (n=31). Os idosos apresentaram estado nutricional classificado como normal (79,5%, n=124) e eram independentes (98,1%, n=153). Os resultados apontaram correlação da sarcopenia com idade (p=0,0004, r=0,2), índice de massa corporal (p<0,0001, r=0,3), circunferência do braço (p=0,0005, r=0,2), e com a circunferência da panturrilha (p<0,0001, r=0,4). Não houve resultados significativos entre a correlação da sarcopenia com estado nutricional e capacidade funcional (p>0,05).Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Correlação entre postura, capacidade funcional e equilíbrio em idosos(2020-11-27) BARBOSA, Juliene Corrêa; MORAES, Márcia Gabriele de Brito; MAGALHÃES, Mauricio Oliveira; http://lattes.cnpq.br/7766377002832983; https://orcid.org/0000-0002-7857-021X1 RESUMO 2 Introdução e objetivo: O processo de envelhecimento é caracterizado por um conjunto de 3 alterações morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e psicológicas. Devido a essas 4 alterações, os indivíduos podem apresentar alterações posturais e perda progressiva da 5 capacidade funcional e equilíbrio, favorecendo o risco de quedas nessa população. As 6 associações entre tais variáveis ainda não são claras. O objetivo deste estudo foi investigar 7 associações entre alterações posturais, capacidade funcional e equilíbrio em idosos. 8 Métodos: Um total de 41 idosos da comunidade foram avaliados. Para análise das variáveis 9 foi utilizado o software de avaliação postural por fotogrametria (SAPO); para avaliação do 10 equilíbrio foi utilizado o Mini-Balance Evaluation Systems Test (mini-BESTest) e para 11 capacidade funcional ao exercício foi utilizado o Six-minute Walk Test (6MWT) e o Timed 12 Up and Go (TUG). A associação foi analisada pelo teste de regressão linear. A análise 13 estatística foi realizada utilizando o Statistical Package for the Social Sciences Version 20 14 (SPSS IBM Corp, NY, USA), com o nível de significância adotado de p < 0.05 (bicaudal). 15 Resultados e discussão: Na regressão linear, a capacidade aeróbica ([β]= 0.375, 95% 16 [CI]= [0.005, 0.043]), agilidade ([β]= -0.324, [CI]= [-0.903, -0.026]), alinhamento 17 horizontal da pelve ([β]= 0.322, [CI]= [0.032, 1.358]), ângulo de perna/retropé esquerdo 18 ([β]= -0.332, [CI]= [-0.946, -0.039]) e anteriorização da cabeça ([β]= 0.364, [CI]= [0.009, 19 0.101]) foram associadas as alterações no equilíbrio. Os resultados são importantes porque 20 demonstram fatores que pioram o equilíbrio em idosos e orientam profissionais capacitados 21 para atuarem de forma adequada na prática de exercícios físicos para essa população. 22 Conclusões: A piora no alinhamento pélvico, ângulo perna/retropé esquerdo, 23 anteriorização da cabeça, agilidade e capacidade aeróbica podem estar associadas as 24 alterações no equilíbrio em idosos com mais de 60 anos de idade.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Depressão x envelhecimento: uma revisão integrativa de literatura(2018) MARTINS, Nathália Karym Araújo; CARDOSO, Gabriela Joice Pinheiro; TAVARES, Roseneide dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2302813977671086; GARCIA, Telma Eliane; http://lattes.cnpq.br/8612980964718935A mudança na estrutura da pirâmide populacional e o aumento da expectativa de vida, nos mostra o grande aumento da população idosa. Esta é uma fase do curso da vida marcada por mudanças físicas, psicológicas e sociais que acometem todos os indivíduos, se caracteriza como um momento de reflexão, em que o idoso percebe que alcançou muitos objetivos, mas também sofreu muitas perdas, se tornando um momento de maior vulnerabilidade para que ele desencadeie um quadro depressivo. Diante disso e por ser um tema atual, passamos a nos inquietar com a possível correlação entre o processo de envelhecer e a depressão. Nesse sentido, fizemos um mapeamento dos artigos acadêmicos no período de 2013 a 2017 para melhor entender quais são os fatores determinantes e quais os fatores protetivos do quadro depressivo em idosos. A pesquisa foi realizada segundo produções científicas publicadas nas bases de dados da BVS (Biblioteca Virtual da Saúde) por meio de consulta a publicações e posteriormente leitura crítica dos títulos e resumos. Após a leitura dos textos relacionados ao tema da pesquisa, definiram-se duas categorias de análise: fatores predisponentes e determinantes do quadro depressivo em idosos e fatores protetivos para prevenir ou amenizar o quadro depressivo em idosos. Os fatores levantados nos levaram a perceber que devemos ter uma visão global do idoso, olhar o processo de envelhecimento como um todo, sem realizar uma separação dos aspectos psicossociais com o do biológico. O presente estudo tem como intuito contribuir para que os profissionais de saúde, dentre eles o enfermeiro, tenham uma visão mais abrangente sobre o tema e a importância do conhecimento sobre transtorno depressivo, diferenciando tal patologia do processo natural do envelhecimento, assim intervindo de maneira adequada e ideal sobre o idoso, buscando a sua melhora, maior autonomia e uma maior qualidade de vida.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) O efeito do treinamento resistido no tratamento da sarcopenia em idosos: uma revisão sistemática(2019-12-16) MORAES, Caio Gabriel Alves; SILVA, Anselmo de Athayde Costa e; http://lattes.cnpq.br/4794918582092514; https://orcid.org/0000-0003-2315-5753O presente estudo trata-se de uma revisão sistemática acerca do que os estudos relacionados à saúde do idoso apontam sobre a influência do treinamento resistido na qualidade de vida desses indivíduos e no tratamento e prevenção da Sarcopenia, que é a perda de massa, força e potência muscular devido a idade, processo natural do envelhecimento. Com o aumento do número de idosos na população, de aproximadamente 9,8% em 2005 para 14,3% em 2015, de acordo com os sensos do IBGE, e a preocupação com a saúde dessa população aumentou na mesma proporção. Alguns fatores como a diminuição dos níveis de hormônios esteróides, da ingestão protéica, aumento de citocinas pró-inflamatórias e inatividade física durante a vida e a terceira idade contribuem para a aceleração e agravamento desse processo. Apesar de grande parte dos mecanismos responsáveis pela sarcopenia ainda não serem totalmente claros, este fenômeno causa no idoso indisposição, desequilíbrio corporal, perda de força, potência, incapacidade funcional e, devido a esses fatores, pode levar a consequências mais graves, como acidentes, perda de autonomia, entre outras coisas. Comprovadamente, como iremos abordar ao longo do presente trabalho, o treinamento resistido mostra-se como um fator determinante no ganho de força e potência muscular, qualidade de vida e menor dependência de terceiros, por parte dos idosos. A prática regular de exercícios físicos pode ser capaz de promover benefícios aos indivíduos idosos em diversos níveis: morfológico, neuromuscular, metabólico e psicológico, servindo tanto para prevenção quanto para o tratamento das doenças próprias da idade.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Envelhecimento e doenças neurodegenerativas crônicas na Amazônia brasileira: influência do nível de atividade física no desempenho de idosos portadores de declínio cognitivo leve e doença de Alzheimer em testes neuropsicológicos da bateria CERAD e no TSM- “teste sua memória”.(2011) GOMES, Mylene Negrão; SADALA, Danyelle Braga; SOUZA, Aline Cristine Passos de; http://lattes.cnpq.br/5404002728453981; DINIZ, Cristovam Wanderley Picanço; http://lattes.cnpq.br/2014918752636286Em 2025 o número de idosos no mundo irá dobrar e por volta de 2050 alcançará dois bilhões de indivíduos, estando a maioria em países desenvolvidos. A doença de Alzheimer (DA) é a quarta doença que mais compromete a qualidade de vida dos idosos. Estudos anteriores apontam a relação positiva entre a prática de atividade física e saúde cognitiva, observando diminuição da incidência da Doença de Alzheimer nas populações fisicamente ativas e destacando a atividade física como parte da estratégia terapêutica no tratamento de demências. Este trabalho pretende investigar se diferentes níveis de atividade física em idosos com declínio cognitivo e doença de Alzheimer influenciam o desempenho cognitivo em testes neuropsicológicos, bem como apresentar uma versão brasileira a partir da versão original em língua inglesa intitulada “Test Your Memory” TSM. Trata-se de estudo analítico, seccional, prospectivo do tipo caso-controle, realizado em pacientes do ambulatório de Geriatria do Hospital Universitário João de Barros Barreto, e em voluntários da comunidade no período de janeiro de 2009 a janeiro de 2011. Participaram 95 indivíduos com 65 ou mais anos de idade, divididos em 3 grupos: Alzheimer (DA, n=21), Declínio Cognitivo Leve (DCL, n=31) e controle (n=43). Foram excluídos pacientes com história de acidente vascular encefálico (AVE), depressão primária, trauma cranioencefálico, outras demências, outras patologias neuropsiquiátricas e déficits visuo-auditivos limitantes.Os participantes foram submetidos à avaliação inicial, triagem com GDS-5 e DSM-IV, ao Questionário Internacional de Atividades Físicas (IPAQ), testes neuropsicológicos da bateria CERAD e ao TSM – teste Sua Memória (versão adaptada para o Português). A análise estatística foi realizada empregando-se ANOVA, um critério, definindo-se o valor p<0,05 como significante. Houve predomínio em todos os grupos de indivíduos do gênero feminino de cor parda, na faixa etária de 70 a 79 anos. A média de pontuação do MEEM entre os três grupos foi diferente (controle: 26,6±2,2; DCL: 25,1±2,6; DA: 17,3±4,9; p<0,05), entretanto o TSM mostrou ser uma ferramenta de triagem mais confiável para distinguir os pacientes DCL dos DA (controle: 42,4±5; DCL: 35,5±7,7; DA: 25,7±8; p<0,01). Na Lista de palavras do CERAD, teste do relógio, TNBr e na fluência verbal fonológica os três grupos apresentaram diferenças significantes na média de pontos obtidos. A média da pontuação total no TSM foi significativamente menor nos grupos DCL e DA do que no grupo controle, e no grupo DA em relação ao DCL. Foram encontradas boas correlações entre o TSM e outros testes, principalmente com o MEEM (Coeficiente de Pearson, r = 0,79; p<0,0001) e teste do relógio (r = 0,76; p<0,0001). O nível de atividade física no grupo controle foi maior do que em todos os outros grupos. Ao ser correlacionado o nível de atividade física e o desempenho nos testes cognitivos, não foram observadas diferenças significativas nos diferentes grupos, exceto para o teste de evocação da lista de palavras do CERAD no grupo DCL (DCL “ativo”: 4.7 ± 1.8; DCL “não ativo”: 3 ± 1.5; p<0,01). Em síntese, apesar da melhora modesta nos testes cognitivos dos pacientes com estilo de vida ativa quando comparados aos pacientes com estilo de vida sedentário, os resultados se alinham a outros previamente descritos que encorajam a prática regular de exercícios físicos para reduzir os riscos do declínio cognitivo associado ao envelhecimento e da doença de Alzheimer.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Envelhecimento e memória: uma experiência didática(2025-10-31) LOPES, Sílvia Karina; NUMMER, Fernanda Valli; http://lattes.cnpq.br/1764017693195546O presente artigo discute envelhecimento e memória a partir de uma experiência etnográfica com observação participante em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) em Belém. A metodologia combinou pesquisa bibliográfica e registro das atividades realizadas durante cinco encontros com a participação de 30 pessoas idosos residentes na instituição. A análise aponta que esses estabelecimentos exercem controle sobre a vida dos residentes por meio da imposição de rotinas e restrição de acesso a espaços, limitando a liberdade tanto dos idosos quanto de seus visitantes. Ao mesmo tempo, observa-se que a socialização e o resgate da memória atuam como formas de resistência, preservando a identidade e a subjetividade dos indivíduos institucionalizados.
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