Faculdade de Engenharia Química - FEQ/ITEC
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Navegando Faculdade de Engenharia Química - FEQ/ITEC por Assunto "Adsorption"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Desenvolvimento de membranas mesoporosas dopadas com óxido de zinco para tratamento de efluentes(2026-02-27) ALMEIDA, Willken Bruno Santos; VAZ, Michelle Rossana Ferreira; ALMEIDA, Ossalin de; http://lattes.cnpq.br/8430871804598863; http://lattes.cnpq.br/7040173036131516; XXX; https://orcid.org/0000-0003-3895-0952O presente estudo tem como justificativa a proposição de uma alternativa aos meios convencionais de tratamento de efluentes, utilizando membranas poliméricas como tecnologia promissora. Este trabalho teve como objetivo desenvolver e otimizar membranas poliméricas mesoporosas à base de PS/PMMA, plastificadas com PEG400 e dopadas com ZnO, avaliando a relação entre composição, morfologia e eficiência na adsorção de azul de metileno em solução aquosa. As membranas foram preparadas por inversão de fases e caracterizadas quanto ao desempenho adsortivo em diferentes condições de pH e temperatura. A eficiência diminuiu com o aumento do pH, com Ce variando de 0,83 a 2,09 mg·L⁻¹, qe de 8,20 a 7,99 mg·g⁻¹ e remoção de 98,34% a 95,82%, sendo a F1 (pH 6) a mais eficiente. O modelo de Langmuir indicou qmax constante (~51 mg·g⁻¹) e ajuste moderado (R² = 0,51–0,63), enquanto Freundlich apresentou menor representatividade (R² = 0,42–0,50; n < 1), sugerindo heterogeneidade superficial. A cinética foi melhor descrita pelo modelo de pseudo segunda ordem (R² = 0,98–0,99), com contribuição de difusão intrapartícula sob controle misto (R² = 0,9476–0,9862). Os parâmetros termodinâmicos (ΔH° = −18,59 kJ.mol⁻¹; Ea = 6,80–9,69 kJ.mol⁻¹) indicaram processo exotérmico e redominantemente físico, evidenciando o potencial das membranas desenvolvidas para aplicação no tratamento de efluentes contendo corantes.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Desenvolvimento de membranas mesoporosas dopadas com óxido de zinco para tratamento de efluentes(2026-02-27) ALMEIDA, Willken Bruno Santos; ALMEIDA, Ossalin de; http://lattes.cnpq.br/7040173036131516; https://orcid.org/0000-0003-3895-0952; VAZ, Michelle Rossana Ferreira; http://lattes.cnpq.br/8430871804598863; ******O presente estudo tem como justificativa a proposição de uma alternativa aos meios convencionais de tratamento de efluentes, utilizando membranas poliméricas como tecnologia promissora. Este trabalho teve como objetivo desenvolver e otimizar membranas poliméricas mesoporosas à base de PS/PMMA, plastificadas com PEG400 e dopadas com ZnO, avaliando a relação entre composição, morfologia e eficiência na adsorção de azul de metileno em solução aquosa. As membranas foram preparadas por inversão de fases e caracterizadas quanto ao desempenho adsortivo em diferentes condições de pH e temperatura. A eficiência diminuiu com o aumento do pH, com Ce variando de 0,83 a 2,09 mg·L⁻¹, qe de 8,20 a 7,99 mg·g⁻¹ e remoção de 98,34% a 95,82%, sendo a F1 (pH 6) a mais eficiente. O modelo de Langmuir indicou qmax constante (~51 mg·g⁻¹) e ajuste moderado (R² = 0,51–0,63), enquanto Freundlich apresentou menor representatividade (R² = 0,42–0,50; n < 1), sugerindo heterogeneidade superficial. A cinética foi melhor descrita pelo modelo de pseudo segunda ordem (R² = 0,98–0,99), com contribuição de difusão intrapartícula sob controle misto (R² = 0,9476–0,9862). Os parâmetros termodinâmicos (ΔH° = −18,59 kJ.mol⁻¹; Ea = 6,80–9,69 kJ.mol⁻¹) indicaram processo exotérmico e predominantemente físico, evidenciando o potencial das membranas desenvolvidas para aplicação no tratamento de efluentes contendo corantes.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Otimização do ph na remoção de íons cobre por zeólitas sintetizadas em escala semi piloto com aquecimento proveniente da variação de entalpia dos reagentes(2025-08-29) MODESTO, Antônio Lucas Alcantara; LIMA, Haianny Beatriz Saraiva; http://lattes.cnpq.br/1714688542542658; RODRIGUES, Emerson Cardoso; http://lattes.cnpq.br/7459428211048580; https://orcid.org/0000-0002-0303-4578Este trabalho tem como objetivo a utilização do rejeito de caulim para a síntese de zeólitas, aproveitando o aquecimento proveniente da dissolução do hidróxido de sódio, e a otimização da remoção de íons cobre (Cu2+) em função do pH. A síntese de zeólitas foi conduzida por via hidrotermal dinâmica, utilizando o rejeito de caulim calcinado a 700 °C como material de partida. O aquecimento durante a síntese foi decorrente da variação de entalpia da dissolução do hidróxido de sódio, atingindo temperatura máxima de 110 °C e estabilizando em 89 °C após 2 horas. As análises por difração de raios X evidenciaram picos de caulinita e quartzo no rejeito de caulim, enquanto no metacaulim observou-se apenas quartzo e o surgimento de um halo amorfo, confirmando a formação da metacaulinita. No material zeolítico foram identificadas zeólita A, hidroxisodalita e quartzo, sendo suas quantificações em massa obtidas por refinamento de Rietveld: 70 %, 29 % e 1 %, respectivamente, todos com erros de Bragg inferiores a 10 %, erro de perfil ponderado de 16,06 % e qui-quadrado de 1,16. A microscopia eletrônica de varredura do rejeito de caulim revelou morfologia pseudohexagonal com empilhamento em forma de “livretos” (booklets), típica da caulinita. No metacaulim, essa morfologia foi mantida, porém com empilhamento reduzido. Já o material sintetizado apresentou cristais cúbicos característicos da zeólita A e partículas esféricas atribuídas à hidroxisodalita. A análise do Ponto de Carga Zero (PCZ) indicou pH-PCZ em torno de 9,24, sendo necessário operar em pH superior para maximizar a remoção de íons cobre. Nos ensaios de adsorção, em pH 10,5, as remoções foram superiores às obtidas em pH 5. Na cinética de adsorção, o modelo que melhor se ajustou aos dados foi o de Elovich, com remoção de 51,89 % em 120 minutos (R2ajustado = 0,986; HYBRID = 0,025; BIC = 36,67) para pH 5, e remoção de 80,90 % em 120 minutos (R2ajustado = 0,995; HYBRID = 0,006; BIC = 31,44) para pH 10,5. Quanto às isotermas, em pH 5 o modelo que melhor descreveu os dados foi o de Sips (R2ajustado = 0,996; HYBRID = 0,116; BIC = 59,51), enquanto em pH 10,5 o modelo mais adequado foi o de Freundlich (R2ajustado = 0,996; HYBRID = 0,146; BIC = 79,63). Em conclusão, a formação das zeólitas A e hidroxisodalita, a partir do aproveitamento do aquecimento gerado pela dissolução dos reagentes, foi confirmada pelas técnicas de caracterização aplicadas neste trabalho. Além disso, a otimização da remoção de íons cobre ocorreu em pH 10,5, valor acima do pH-PCZ determinado.