Faculdade de Ciências Biológicas - FBIO/CBRAG
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A cadeia produtiva da pesca artesanal da vila de Japerica, São João de Pirabas, Pará, Brasil(2022-07-07) GOMES, João Augusto Severino; HOLANDA, Francisco Carlos Alberto Fonteles; http://lattes.cnpq.br/8493376458861060A atividade pesqueira é um dos ofícios de grande importância para humanidade, porque é fonte nutricional para bilhões de pessoas, gerando empregos para trabalhadores autônomos ou contratados, diminui as desigualdades sociais e movimenta a econômica de vários países. Diante da complexidade da atividade pesqueira uma importante ferramenta de análise desse mercado é a análise da cadeia produtiva, que possibilita avaliar o comportamento entre organizações (políticas e privadas), questões estratégias de negócio, tecnologias empregadas, novos arranjos e identificar questões como melhoria de desempenho e competitividade. O presente trabalho tem como objetivo descrever a pesca artesanal desenvolvida por pescadores do distrito de Japerica do município de São João de Pirabas, levando em consideração a situação socioeconômica dos pescadores. A estrutura técnica e produção da pesca e a cadeia produtiva da pesca. Os dados para o estudo foram obtidos através de um questionário com 45 pescadores residentes na área de estudo. As informações sobre a cadeia produtiva e a comercialização do pescado na feira municipal de São João de Pirabas são fornecidas pelos corretores de pescado. Por meio deste estudo, constatou-se que os pescadores são em sua maioria adultos e idosos, com ensino fundamental incompleto, salário mínimo como renda familiar mensal, sem outra fonte de renda, pescadores por não haver possibilidade de outras ocupações. Dentre elas, as redes de emalhar são as ferramentas de pesca mais utilizadas, e as rabetas são as principais ferramentas transporte de pesca. A produção de pescado é bastante variada, sendo a cadeia produtiva pesqueira composta pelos pescadores artesanais, atravessador e consumidores. O atravessador é o responsável pela venda na feira da cidade. Propõe-se como melhorias ao setor pesqueiro: a atuação intensiva dos órgãos competentes para minimizar a pesca predatória na região e medidas educativas, a implantação da cooperativa dos pescadores para agregar valor ao produto da atividade pesqueira e o acesso facilitado às linhas de crédito para custeio e financiamento para aquisição dos materiais pesqueiros.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Cartografia do adoecimento em mulheres extrativistas costeiro-marinhas: um estudo sobre as marcas de trabalho e resistência em Tamatateua (Bragança -PA)(2026-02-27) REIS, Marcele Souza dos; TIMMERMANN , Talita Abi Rios; http://lattes.cnpq.br/1821742314070264; BARBOZA , Roberta Sá Leitão; http://lattes.cnpq.br/9331256487699477; https://orcid.org/0000-0003-2367-553XO presente estudo investiga as percepções de mulheres pescadoras artesanais da comunidade de Tamatateua, em Bragança-PA, acerca dos processos de adoecimento inscritos em seus corpos. A pesquisa fundamenta-se em uma abordagem qualitativa e interpretativa, utilizando a cartografia corporal e o procedimento de Mapeamento do Corpo-Território como ferramentas para a exteriorização de conteúdos psíquicos e percepções somáticas. Os dados foram analisados por meio da Análise de Conteúdo de Bardin. Essas mulheres percebem que o adoecimento é indissociável da invisibilidade laboral, caracterizada pela classificação das mulheres como "ajudantes", o que desencadeia sofrimento ético-político. Identifica-se um quadro de desgaste físico severo, com prevalência de distúrbios osteomusculares e disfunções urológicas, além de cicatrizes invisíveis decorrentes de lutos traumáticos e violência de gênero. Conclui-se que o corpo dessas pescadoras configura-se como um território de resistência, onde a articulação em redes coletivas e a valorização de saberes tradicionais de cura constituem estratégias de proteção psíquica e enfrentamento à sobrecarga laboral.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Duas novas espécies de Demidospermus (Monopisthocotyla: Dactylogyridae) parasitando as brânquias de peixe Loricariidae (Ostariophysi, Siluriformes) da Amazônia paraense, Brasil(2026-02-19) BORGES, Lívia Lopes; BRANCHI, Sabrina Dalmas; http://lattes.cnpq.br/3604526915532494; DOMINGUES, Marcus Vinicius; http://lattes.cnpq.br/1305347413778843; https://orcid.org/0000-0002-1230-5464A América do Sul abriga a maior diversidade de peixes de água doce do mundo, com destaque para a bacia amazônica, onde cerca de 56% desta ictiofauna é reportada. Os Loricaríidae representam uma das famílias mais especiosas da bacia amazônica, representando cerca de 1.173 da diversidade da ordem Siluriformes, além disso, possuem grande importância econômica devido a variados aspectos morfológicos, principalmente para fins de ornamentação e aquariofilia. Porém, apesar dessa vasta diversidade, o conhecimento a respeito da helmintofauna dos Loricariidae é considerado limitado, com estimativas indicando que apenas 3% destes peixes foram investigados em busca de seus parasitos. Diante disso, o presente trabalho buscou investigar a parasitofauna de peixes Loricariidae da bacia do rio Guamá, no nordeste paraense. Como resultado, duas novas espécies pertencentes ao gênero Demidospermus Suriano 1983 são reportadas das brânquias de Spatuloricaria sp. e Loricaria sp., e aqui são descritas com base em análises morfológicas.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Espaços não formais de aprendizagem: os saberes interdisciplinares em movimento no ensino médio(2026-02-26) SANTOS, Luana Thaís Chucre dos; FELIX, Rosigleyse Corrêa de Sousa; http://lattes.cnpq.br/1452935151806378; https://orcid.org/0000-0002-3769-0792O presente Trabalho de Curso analisa o papel dos espaços não formais de aprendizagem no ensino de Biologia, com ênfase nas contribuições pedagógicas do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) para a construção do conhecimento, a educação ambiental e a formação crítica de estudantes do ensino médio na realidade amazônica. Partindo da compreensão de que o ensino restrito à sala de aula apresenta limitações na articulação entre teoria e prática, a pesquisa fundamenta-se em referenciais da educação não formal e da aprendizagem significativa, destacando a complementaridade entre espaços formais e não formais de ensino. A investigação possui abordagem qualitativa, de caráter descritivo e exploratório, sendo desenvolvida com duas turmas do 3º ano do ensino médio de uma escola pública de tempo integral do município de Bragança (PA), no contexto das atividades do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). Os dados foram coletados por meio de visitas guiadas ao parque zoobotânico do MPEG, aplicação de questionários com perguntas abertas e fechadas, observação participante e produção de narrativas reflexivas pelos estudantes. A análise dos dados baseou-se em procedimentos quantitativos descritivos e análise de conteúdo. Os resultados evidenciam que a maioria dos estudantes teve seu primeiro contato com ambientes museais a partir da atividade, revelando o papel da escola na democratização do acesso aos bens científicos e culturais. As visitas favoreceram a aprendizagem significativa de conteúdos relacionados à biodiversidade amazônica, conservação ambiental, espécies ameaçadas de extinção e relações ecológicas, além de promoverem o diálogo entre saberes científicos, conhecimentos locais e vivências dos estudantes, muitos oriundos de áreas rurais. Observou-se também o fortalecimento da consciência ambiental, do pensamento crítico e do protagonismo estudantil, bem como contribuições relevantes para a formação inicial dos licenciandos envolvidos. Conclui-se que os espaços não formais de aprendizagem constituem estratégias pedagógicas potentes para o ensino de Biologia, especialmente no contexto amazônico, ao possibilitarem práticas educativas contextualizadas, interdisciplinares e socialmente significativas. O uso desses espaços amplia a compreensão dos conteúdos curriculares, valoriza a identidade regional e contribui para a formação de sujeitos críticos, conscientes e comprometidos com a preservação ambiental e a cidadania.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Uma história de mulheres: saberes e práticas de cura em Jacarequara, Santa Luzia, Pará(2025-07-14) REIS, Francineia da Conceição; BASTOS, Sandra Nazaré Dias; http://lattes.cnpq.br/5027406598272447; https://orcid.org/0000-0002-4924-2743A comunidade de Jacarequara fica no município de Santa Luzia do Pará, abriga 273 pessoas que estão distribuídas em 55 famílias que mantém vivas diversas práticas culturais e econômicas tradicionais como: agricultura de subsistência, extrativismo, artesanato, pesca e agricultura, que são fundamentais para sustentabilidade e manutenção de sua identidade. Nossa pesquisa teve como objetivo geral registrar e analisar as histórias de mulheres que manipulam ervas medicinais nessa comunidade para analisar como elas percebem seus conhecimentos sobre o uso das plantas medicinais, como e com quem aprenderam essa arte na comunidade. Nesse caminho, realizamos entrevistas com três mulheres, denominadas Alecrim, Arruda e Cidreira, moradoras da comunidade e que praticam e preservam a arte de curar por meio de rezas e confecção de remédios caseiros a partir da utilização de plantas medicinais. Verificamos que os saberes são repassados ao longo de gerações, geralmente por mulheres que os consideram muito importantes, não apenas por garantir uma fonte adicional de renda, mas também, por atender uma comunidade que não tem acesso fácil ao sistema público de saúde. Nascidas e criadas na comunidade essas mulheres atuam na manutenção de uma tradição que se fundamenta em saberes ancestrais. Trazer para a academia o relato dessas mulheres nos envolve em um movimento de resistência e afirmação desses saberes, também nos leva a explorar as peculiaridades de uma Amazônia muitas vezes desconhecida e subestimada. Os saberes tradicionais são saberes da floresta, intrinsicamente atrelados a elementos da natureza, que acionados pelos seres humanos contribuem para a restituição e manutenção de sua saúde.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) O dimorfismo sexual secundário de Crenuchus spilurus Günther, 1863 (Characiformes; crenuchidae) - entre igarapés de florestas alagáveis e de campos naturais(2026-02-26) CUNHA, Jamille do Rosário; PEIXOTO , Luiz Antônio Wanderley; http://lattes.cnpq.br/3974628746493220; CUNHA, Janice Muriel Fernandes Lima da; http://lattes.cnpq.br/4027012189701116O dimorfismo sexual secundário (dss) é amplamente difundido em Characiformes, podendo ser caracterizado por variações do tamanho, padrões de colorido, nadadeiras com espinhos ou presença de órgãos glandulares em condições atrativas para parceiros potencialmente reprodutivos. Entretanto, apesar dessas características, até o momento não foram averiguadas diferenças sexuais em Crenuchus spilurus para complexos anatômicos como a osteologia. Dessa forma, investigamos o dimorfismo sexual no peixe amazônico Crenuchus spilurus através de análises morfométricas, merísticas e osteológicas, e a inferência de variações no padrão de colorido com base nas variações de colorido das águas provenientes de florestas alagáveis e campos naturais. Nas análises anatômicas constatamos variação significativa no tamanho das nadadeiras ímpares ao compará-las entre os sexos. O prolongamento da nadadeira dorsal e forma lanceolada da nadadeira anal em machos, são distintos das nadadeiras das fêmeas, as quais são caracterizadas por uma nadadeira dorsal proporcionalmente curta e nadadeira anal aproximadamente arredondada. A variação no padrão de colorido são características clássicas de dimorfismo sexual secundário para este peixe amazônico. O comprimento padrão e o comprimento da maxila são os principais atributos de dss em C. spilurus, com morfometria avaliada via análise de componentes principais. O maxilar mais alongado em machos e variações no pré-maxilar e dentário indicam variações osteológicas a serem discutidas no contexto morfofuncional e ecológico entre machos e fêmeas da espécie analisada. Além das variações físicas e químicas presentes nos igarapés amostrados que corroboram com a literatura sobre a variação no padrão de colorido registrado entre as populações da bacia Caeté e Maninteua na Amazônia Costeira. Ademais, reforça-se a importância da conservação dos ambientes fluviais neotropicais e a biodiversidade amazônica.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Pelas ruas da minha cidade: sensibilização ambiental em turma de ensino médio, Amazônia, Brasil(2026-02-12) BRITO, Lauriberto Sousa; FÉLIX, Rosigleyse Corrêa de Sousa; http://lattes.cnpq.br/1452935151806378; https://orcid.org/0000-0002-3769-0792A educação ambiental (EA) deve ser um processo continuo, compreendendo os educativos, no qual o aluno desenvolve, olhar crítico, sensível e exercita a cidadania, propondo soluções práticas que visam a sustentabilidade. Educar e sensibilizar os estudantes a terem um olhar de atenção para as questões ambientais, é um tema de extrema relevância. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho foi analisar as articulações pedagógicas promovidas durante aula de campo sobre os impactos ambientais em espaços urbanos na cidade de Bragança do Pará, Amazônia. As atividades ocorreram com turma do 3º ano do ensino médio, nos procedimentos metodológicos incluem: discussão em sala com a turma sobre questões ambientais, caminhada diagnóstica em logradouros da cidade, no qual os estudantes foram instigados a registrar por fotografias e anotar suas observações, posteriormente, os alunos escreveram artigo de opinião sobre a atividade desenvolvida, que será instrumento de análise dos dados. Os resultados mostram que há uma compreensão entre problemas ambientais e intervenção humana, seus escritos revelam habilidades críticas e reflexivas quanto a atitudes e comportamentos individuais e coletivos para o bem-estar ambiental. Através destes, enfatizam a sensibilização ambiental como prática e sugestões mitigadoras à eventuais impactos ao meio ambiente. Portanto, as atividades, contribuíram para que os estudantes externassem críticas e alertas quanto aos efeitos das atividades antrópicas nos locais visitados e refletiram sobre a preservação ambiental na Amazônia.