O estereótipo da personificação do feminino no romance A Escrava Isaura: uma caracterização da residualidade medieval de cunho cristão - patriarcal

dc.contributor.advisor1PORTO, Thiago de Azevedo
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7093901365559532
dc.creatorLOPES, Sara Neves
dc.date.accessioned2026-09-09T12:05:26Z
dc.date.available2026-09-09T12:05:26Z
dc.date.issued2026-07-15
dc.description.resumoO patriarcado é um sistema, cuja a sua existência configurou-se na história do mundo. Na cultura ocidental tomará um aspecto particular. Durante o período que concerne a Idade Média este arcabouço legitimou-se como uma esfera de supremacia autoritária na composição social da Europa, principalmente ao assumir um arquétipico religioso com os imaginários que a ordem clerical estabeleceu e logrou em difundir em relação a natureza da mulher. Estas visões foram instauradas através dos escritos documentais baseados em interpretações bíblicas ou das teologias de autores eclesiásticos como Tomás de Aquino e Santo Agostinho. O homem durante a Idade Média detinha o poder da escrita e reproduziu a imagem da mulher que perdurou por uma longa temporalidade. Durante o marco do processo de colonização no Brasil pelos europeus, a implantação deste sistema ocorreu de forma híbrida cultural e social. Pois este elemento transformou-se em outra forma para que a sua existência prevalecesse. Este estrato recebe o nome de Teoria da Residualidade, fomentada por Roberto Pontes, esse discurso compreende que há vestígios que pertenceram anteriormente a outra cultura, de uma outra sociedade e em um outro tempo. É um resíduo que adaptou-se em uma diferente forma de organização social e constitui-se em um novo segmento. A presença do patriarcado no século XIX, pode ser observada dentro do fragmento na literatura A Escrava Isaura (1875) de Bernardo Guimarães, onde a construção da imagem das três mulheres da obra: Isaura, Malvina e Rosa, tomaram a característica da descrição do patriarcado ao assumirem mentalidades e providências que fornecem a visão do mesmo.pt_BR
dc.identifier.citationLOPES, Sara Neves. O estereótipo da personificação do feminino no romance A Escrava Isaura: uma caracterização da residualidade medieval de cunho cristão - patriarcal. Orientador: Thiago de Azevedo Porto. 2026. 74 f. Trabalho de Curso (Licenciatura em História) – Faculdade de História, Polo Capanema, Campus Universitário de Bragança, Universidade Federal do Pará, Bragança-PA, 2026. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/10145. Acesso em: .pt_BR
dc.identifier.urihttps://bdm.ufpa.br/handle/prefix/10145
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.licenseAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectPatriarcadopt_BR
dc.subjectFemininopt_BR
dc.subjectClérigospt_BR
dc.subjectTeoria da residualidadept_BR
dc.subjectLiteraturapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
dc.titleO estereótipo da personificação do feminino no romance A Escrava Isaura: uma caracterização da residualidade medieval de cunho cristão - patriarcalpt_BR
dc.typeTrabalho de Curso - Graduação - Monografiapt_BR

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