Saúde fetal na Amazônia: um estudo de 10 anos sobre anomalias congênitas

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Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Artigo

Data

04-10-2024

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Citar como

SOUZA, Emanuele Abenassif de. Saúde fetal na Amazônia: um estudo de 10 anos sobre anomalias congênitas. Orientadora: Ilka Lorena de Oliveira Farias. 2024. 26 f. Trabalho de Curso (Bacharelado em Medicina) - Faculdade de Medicina, Campus Universitário de Altamira, Universidade Federal do Pará, Altamira, 2024. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9587. Acesso em:.
Objetivo: Descrever a prevalência da anomalia congênita em recém nascidos na região Xingu no período de 2012 a 2022. Métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico, retrospectivo, descritivo, com abordagem quantitativa sobre o perfil epidemiológico de anomalias congênitas na região Xingu, no período de 2012 a 2022. A coleta de dados foi realizada no Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC); a partir da base de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), em junho de 2024. Resultados: Foram identificados 327 nascidos vivos com alguma anomalia congênita; 30% deformação congênita osteomuscular. Faixa etária materna entre 20-34 anos (41%); estado civil em união consensual (43%); escolaridade de 08 a 11 anos (44%); gestação entre 37 a 41 semanas (63%), do tipo única (98%); 7 ou mais consultas pré-natal; pré-natal inadequado (27%); nascimento no hospital (98%); parto cesáreo (63%); peso acima de 2500g (72%); Apgar no 1º e 5º minuto adequado; cor parda (77%); sexo masculino (52%). Conclusão: As anomalias congênitas demonstraram incidência constante ao longo de 10 anos, e as características maternas e dos recém-nascidos contribuem para o monitoramento dos dados no sistema. Entretanto, nota-se a subnotificação de casos. Portanto, é essencial a investigação e resolução de entraves que interferem para uma captação mais completa da frequência das anomalias presentes no estado e melhoria dos instrumentos de notificação. Sendo um estudo retrospectivo, limita-se às informações disponíveis no SINASC.

Fonte

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Disponível via internet correio eletrônico: bibaltamira@ufpa.br

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