Análise experimental da resistência ao arrancamento do cone de concreto de conectores pré-instalados com cabeça com armaduras suplementares

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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia

Data

18-09-2025

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SILVA, Rafaela Novaes; FERREIRA, Lucas Pereira Benjamin. Análise experimental da resistência ao arrancamento do cone de concreto de conectores pré-instalados com cabeça com armaduras suplementares. Orientador: Maurício de Pina Ferreira. 2025. 66 f. Trabalho de Curso (Bacharelado em Engenharia Civil) – Faculdade de Engenharia Civil, Instituto de Tecnologia, Universidade Federal do Pará, Belém, 2025. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9609. Acesso em:.
O presente trabalho apresentou um estudo aprofundado que explora o comportamento de conectores metálicos de cabeça submetidos a esforços de arrancamento. O projeto se baseia em uma extensa pesquisa bibliográfica e em ensaios experimentais para determinar como a armadura de suspensão e a resistência do concreto afetam a capacidade de carga desses elementos estruturais. Com o objetivo de alcançar o modo de ruptura por cone de concreto, a pesquisa realizou testes em 15 espécimes de concreto armado. A metodologia experimental foi cuidadosamente planejada, variando os principais parâmetros de estudo, como a taxa e o espaçamento da armadura de suspensão, além de utilizar três classes de resistência do concreto: 30 MPa, 40 MPa e 50 MPa. Os resultados obtidos confirmaram que o aumento da resistência do concreto está diretamente ligado a um aumento na carga de ruptura dos conectores. Além disso, os ensaios demonstraram a eficácia da armadura de suspensão, mostrando que sua proximidade ao conector eleva significativamente a capacidade de arrancamento. Uma parte crucial do trabalho foi a análise comparativa entre os resultados experimentais e os modelos de cálculo normativos. Os autores avaliaram a precisão das recomendações do ACI 318 (2019) e INFASO (2012). A análise revelou que o modelo do INFASO se mostrou mais eficiente e preciso para prever a capacidade de arrancamento, especialmente em concretos de maior resistência (40 e 50 MPa). Para os exemplares de 50 MPa, os resultados experimentais superaram consistentemente 200 kN, reforçando a tese de que uma maior resistência do material impacta diretamente a capacidade de arrancamento dos conectores.

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