Perfil epidemiológico da população vítima de traumatismo cranioencefálico na região Xingu: um estudo ecológico

Carregando...
Imagem de Miniatura

Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Monografia

Data

27-09-2024

Título(s) alternativo(s)

Tipo de acesso

Acesso Abertoaccess-logo

Citar como

SOBRAL, Ramon Veloso Sousa. Perfil epidemiológico da população vítima de traumatismo cranioencefálico na região Xingu: um estudo ecológico. Orientador: Sérgio Beltrão de Andrade Lima; Coorientadora: Tinara Leila de Souza Aarão. 2024. 34 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Medicina) - Faculdade de Medicina, Campus Universitário de Altamira, Universidade Federal do Pará, Altamira, 2024. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/8851. Acesso em:.
INTRODUÇÃO: O traumatismo cranioencefálico (TCE) está entre os tipos de trauma mais comuns nos serviços de emergência no Brasil e no Mundo. No Pará, para a população em estudo, os TCE também têm incidência bastante relevante. Reconhecer, portanto, precocemente a gravidade do TCE e oferecer o manejo adequado reduz, de forma acentuada, a morbimortalidade. Esta defesa busca apresentar as características epidemiológicas, propondo alternativas as quais visam a prevenção dos casos na região a partir dos objetivos específicos proposto. MATERIAIS E MÉTODOS: Trata-se de um estudo epidemiológico de caráter exploratório, descritivo e de série temporal, no período de janeiro de 2017 a dezembro de 2022, obtidos a partir do formulário eletrônico DATASUS/Ministério da Saúde. Considerou-se como objeto do estudo: número de óbitos por TCE quanto ao sexo e à faixa etária (0 a 89 anos ou mais) e número de pacientes internados quanto à faixa etária, raça e ao sexo no Estado do Pará e Região Xingu. OBJETIVO: Comparar o perfil epidemiológico de pacientes acometidos por TCE na Região Xingu (Altamira – PA) com Estado do Pará, entre 2017 e 2022, por meio de um estudo exploratório e descritivo com dados secundários do DATASUS. RESULTADOS: No período estudado obteve-se um total de 2.239 internações, bem como 127 óbitos e uma taxa de mortalidade geral de 2,40%. Sendo Altamira o município com maior número de internações e óbitos. Sendo a maioria das vítimas do sexo masculino, da raça parda, na segunda, terceira e quarta década de vida. CONCLUSÃO: O TCE afeta diversas idades, sendo mais comum em adultos, com maior incidência em homens devido a atividades de alto risco. Disparidades raciais são evidentes, com pior prognóstico em minorias, refletindo desigualdades no acesso à saúde. Estudos sobre a etiologia do TCE e suas características culturais dos povos amazônicos serão ampliados com análises de prontuários hospitalares. Políticas de prevenção e acesso equitativo ao tratamento são essenciais para melhorar os prognósticos.

Fonte

Fonte URI

Disponível via internet correio eletrônico: bibaltamira@ufpa.br

Aparece na Coleção