Pedagogias das infâncias amazônidas: educação, relações étnico-raciais e vivências de bebês e crianças pequenas

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Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Artigo

Data

20-02-2026

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Citar como

SILVA, Kemilly Rafaelly Souza. Pedagogias das infâncias amazônidas: educação, relações étnico-raciais e vivências de bebês e crianças pequenas. Orientadora: Eliana Campos Pojo Toutonge. 2026. 26 f. Trabalho de Curso (Licenciatura em Pedagogia) – Faculdade de Educação e Ciências Sociais, Campus Universitário de Abaetetuba, Universidade Federal do Pará, Acará, 2026. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9517. Acesso em:.
O texto sobre uma pedagogia e amazonidade voltada a bebês e crianças que vivem em territórios rurais dos municípios de Acará e Concórdia do Pará, com base na realidade educacional e étnico-racial. O objetivo é problematizar tais aspectos em relação com processos educativos e étnico-raciais desses sujeitos em interface a uma pedagogia da infância amazônida mais sensível a vida. Trata de uma pesquisa de abordagem qualitativa, com estudo bibliográfico a partir dos autores Medeiros & Pereira (2024), Porto-Gonçalves (2015), Pojo & Pereira (2024) e Silva & Barbosa (2023), somado as documentações e informações Fundação Maria Cecília Souto Vidigal (2024) e do Projeto Político Pedagógico (PPP) das escolas. A pesquisa de campo envolveu entrevistas e a observação participante no contexto da prática educativa dos bebês e crianças e os territórios. Como resultado, podemos dizer que temos um panorama da Educação Infantil do Campo frágil, em que os bebês, em sua maioria, estão fora de creche e, a pré-escola, destinadas às crianças de 04 e 05 anos é uma realidade, mas suas vivências e experiências, de modo geral, ficam de fora do currículo oficial das escolas, o que temos são iniciativas de docentes em situações pedagógicas contextualizadas pontuais, por isso, nos pareceu necessário e urgente construir outras pedagogias a favor das infâncias amazônidas, as quais esteja assentada em uma prática educativa diferenciada, territorializada e brincante, logo, com o mundo das crianças do campo. Quanto a representatividade étnico-racial das crianças nas escolas do campo os dados demonstram fragilidade no quesito da diferença, do respeito às identidades e vivências das crianças e dos bebês, justificado pelo desconhecimento dos dados no conduzindo a pensar o quanto é real a condição desigual da vida desses sujeitos.

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Disponível na internet via correio eletrônico: bibabaetetuba@ufpa.br

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