Encantaria e resistência: o Festival Rei Sabá como polo de identidade afro-indígena e o enfrentamento à intolerância no nordeste paraense

dc.contributor.advisor1LINHARES, Anna Maria Alves
dc.contributor.advisor1Latteshttps://lattes.cnpq.br/3081434819616255pt_BR
dc.contributor.advisor1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0001-7548-9259pt_BR
dc.creatorCARDOSOS, Andreza Anchieta Ferreira
dc.date.accessioned2026-03-11T14:36:29Z
dc.date.available2026-03-11T14:36:29Z
dc.date.issued2026-02-27
dc.description.abstractThis article analyzes the manifestations of religious racism against the King Sabá Festival in São João de Pirabas (Pará, Brazil). The research investigates how patrimonial violence and institutional negligence affect the physical and symbolic integrity of this Afro-Indigenous heritage. Methodologically, the study is based on bibliographic, documentary, and empirical research, featuring semi-structured interviews with local leaders. The analysis reveals that although the Festival is legally recognized as Intangible Heritage (Municipal Law No. 1,052/2024), the persistent destruction of sacred images at the Mystical Complex and the omission of Public Authorities evidence the operation of structural racism and the "whiteness pact." It is concluded that the preservation of King Sabá constitutes an act of political resistance and civilizational continuity in the face of the epistemicide of Afro-Amazonian matrices.en
dc.description.resumoO presente artigo analisa as manifestações do racismo religioso contra o Festival Rei Sabá, em São João de Pirabas (PA). A pesquisa investiga como a violência patrimonial e a negligência institucional afetam a integridade física e simbólica deste patrimônio afro-indígena. Metodologicamente, o estudo fundamenta-se em pesquisa bibliográfica, documental e empírica, com entrevistas semiestruturadas realizadas com lideranças locais. A análise revela que, embora o Festival seja reconhecido legalmente como Patrimônio Imaterial (Lei Municipal nº 1.052/2024), a persistência da destruição de imagens no Complexo Místico e a omissão do Poder Público evidenciam a operação do racismo estrutural e do pacto da branquitude. Conclui-se que a preservação do Rei Sabá constitui um ato de resistência política e continuidade civilizatória frente ao epistemicídio das matrizes afro-amazônicas.pt_BR
dc.identifier.citationCARDOSO, Andreza Anchieta Ferreira. Encantaria e resistência: o Festival Rei Sabá como polo de identidade afro-indígena e o enfrentamento à intolerância no nordeste paraense. Orientadora: Anna Maria Alves Linhares. 2026. 27 f. Trabalho de Curso (Licenciatura em História) – Faculdade de História, Campus Universitário de Ananindeua, Universidade Federal do Pará, Ananindeua, 2026. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9310. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttps://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9310
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.sourceDisponível na internet via Sagittapt_BR
dc.subjectFestival Rei Sabápt_BR
dc.subjectRacismo religiosopt_BR
dc.subjectViolência patrimonialpt_BR
dc.subjectEncantaria amazônicapt_BR
dc.subjectAfro-indígenapt_BR
dc.subjectKing Sabá Festivalen
dc.subjectReligious racismen
dc.subjectPatrimonial violenceen
dc.subjectAmazonian encantariaen
dc.subjectAfro-Indigenousen
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DO BRASIL::HISTORIA REGIONAL DO BRASILpt_BR
dc.titleEncantaria e resistência: o Festival Rei Sabá como polo de identidade afro-indígena e o enfrentamento à intolerância no nordeste paraensept_BR
dc.typeTrabalho de Curso - Graduação - Artigopt_BR

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