O estresse psicológico no século XXI e a relação com a doença periodontal: uma revisão de literatura

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Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Monografia

Data

25-03-2025

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ANDRADE, Carolina Reis de. O estresse psicológico no século XXI e a relação com a doença periodontal: uma revisão de literatura. Orientador: Armando Rodrigues Lopes Pereira Neto. 2025. 31 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Odontologia) – Faculdade de Odontologia, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Pará, Belém, 2025. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/10230. Acesso em:.
Embora a placa bacteriana seja o principal fator etiológico, a progressão da doença periodontal está associada a outros fatores, como tabagismo, idade, diabetes e predisposição genética. Por se tratar de uma alteração de caráter imunoinflamatória, sua progressão pode estar ligada também por diversos fatores psicossociais como o estresse, a ansiedade e a depressão, haja vista que essas condições modulam o sistema imunológico e o comportamento humano. A proposta desse trabalho foi realizar uma revisão da literatura sobre a associação entre a doença periodontal e o estresse. Foi realizada uma análise em artigos publicados entre 2014 e 2024 nas bases de dasdos SciELO, PubMed e Google Acadêmico. Um total de 33 artigos foram selecionados, dos quais 14 foram designados para compor o presente trabalho por se enquadrarem no escopo do mesmo. Pôde-se observar que existem dois mecanismos que evidenciam a relação entre essas duas condições patológicas: a via biológica, em que mecanismos fisiológicos alterados tornam o periodonto mais suscetível à progressão da doença periodontal e a via comportamental, na qual ocorre a negligência dos hábitos de higiene oral, promovendo aumento da exposição do periodonto à agressão bacteriana. Dessa forma, nota-se a plausabilidade biológica da relação entre fatores emocionais e doenças periodontais, destacando-se a importância de uma abordagem multidisciplinar para melhorar os resultados terapêuticos e a qualidade de vida dos pacientes.

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