Navegando por Assunto "Traumatic brain injury"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Estudo epidemiológico das vítimas de traumatismo cranioencefálico no estado do Pará entre 2013 e 2023(2024-10-04) VIANA, Naiara Pereira dos Reis; MALAQUIAS, Allan Costa; https://lattes.cnpq.br/9172958568428561; https://orcid.org/0000-0003-3432-011XIntrodução: Traumatismo Cranioencefálico (TCE) é definido como uma lesão cerebral ocasionada por um impacto externo, sendo os acidentes de trânsito automobilísticos a principal causa na atualidade. As lesões encefálicas podem ser classificadas como primárias, com agressão direta do tecido nervoso, e secundárias resultante de fatores extra cerebrais que evoluem e causam morte das células cerebrais. O TCE ainda pode ser classificado quanto ao seu nível, utilizando-se a Escala de Coma de Glasgow, de forma a identificar o tipo de lesão e direcionar ao cuidado adequado. O TCE pode ainda deixar sequelas que podem ser tanto físicas quanto neuropsicológicas. Objetivo: analisar o perfil epidemiológico das internações hospitalares por traumatismo cranioencefálico no estado do Pará entre os anos de 2013 e 2023. Metodologia: trata-se de um estudo de natureza exploratória de base populacional que utilizou dados secundários sobre os indivíduos internados no Sistema Único de Saúde (SIH/SUS), disponibilizados no site do DataSUS. Resultados: os indivíduos mais acometidos por TCE foram homens entre 21 e 40 anos da cor parda. No total, foram 4.149 óbitos no estado do Pará entre 2013-2023. Os custos anuais médios com despesas hospitalares foram de R$ 98.052.130,83. Houve sazonalidade em relação a distribuição mensal com destaque para os meses de setembro e outubro. No mapa de calor dos casos de hospitalização, destacaram-se a região do Xingu e os território sudeste e sudoeste do estado. Conclusão: homens em idade produtiva são os mais atingidos por TCE no Pará. A presença de autocorrelações temporal e especial indicam aglomeração das ocorrências no tempo-espaço estudado. A investigação das especificidades regionais no perfil do TCE em outras regiões brasileiras e em outros países em desenvolvimento é essencial no fornecimento de informações clínicas e epidemiológicas significativasTrabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Perfil epidemiológico da população vítima de traumatismo cranioencefálico na região Xingu: um estudo ecológico(2024-09-27) SOBRAL, Ramon Veloso Sousa; AARÃO, Tinara Leila de Souza; http://lattes.cnpq.br/2279476304238678; LIMA, Sérgio Beltrão de Andrade; http://lattes.cnpq.br/9605804462479747; https://orcid.org/0000-0002-9531-2482INTRODUÇÃO: O traumatismo cranioencefálico (TCE) está entre os tipos de trauma mais comuns nos serviços de emergência no Brasil e no Mundo. No Pará, para a população em estudo, os TCE também têm incidência bastante relevante. Reconhecer, portanto, precocemente a gravidade do TCE e oferecer o manejo adequado reduz, de forma acentuada, a morbimortalidade. Esta defesa busca apresentar as características epidemiológicas, propondo alternativas as quais visam a prevenção dos casos na região a partir dos objetivos específicos proposto. MATERIAIS E MÉTODOS: Trata-se de um estudo epidemiológico de caráter exploratório, descritivo e de série temporal, no período de janeiro de 2017 a dezembro de 2022, obtidos a partir do formulário eletrônico DATASUS/Ministério da Saúde. Considerou-se como objeto do estudo: número de óbitos por TCE quanto ao sexo e à faixa etária (0 a 89 anos ou mais) e número de pacientes internados quanto à faixa etária, raça e ao sexo no Estado do Pará e Região Xingu. OBJETIVO: Comparar o perfil epidemiológico de pacientes acometidos por TCE na Região Xingu (Altamira – PA) com Estado do Pará, entre 2017 e 2022, por meio de um estudo exploratório e descritivo com dados secundários do DATASUS. RESULTADOS: No período estudado obteve-se um total de 2.239 internações, bem como 127 óbitos e uma taxa de mortalidade geral de 2,40%. Sendo Altamira o município com maior número de internações e óbitos. Sendo a maioria das vítimas do sexo masculino, da raça parda, na segunda, terceira e quarta década de vida. CONCLUSÃO: O TCE afeta diversas idades, sendo mais comum em adultos, com maior incidência em homens devido a atividades de alto risco. Disparidades raciais são evidentes, com pior prognóstico em minorias, refletindo desigualdades no acesso à saúde. Estudos sobre a etiologia do TCE e suas características culturais dos povos amazônicos serão ampliados com análises de prontuários hospitalares. Políticas de prevenção e acesso equitativo ao tratamento são essenciais para melhorar os prognósticos.