Navegando por Assunto "Transgeneridade"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Nomear a si, denominar o outro - existências e resistências transmasculinas na escola(2026-01-29) BARDO, Liz; BASTOS, Sandra Nazaré Dias; http://lattes.cnpq.br/5027406598272447; https://orcid.org/0000-0002-4924-2743Gênero é uma produção histórica e sociocultural, que cria corpos aceitáveis e inaceitáveis. O corpo trans seria um desvio errante do corpo cis, e essa visão equivocada é reforçada pela escola e aulas de biologia. Sabendo que discurso tem poder, é importante ouvir pessoas trans sobre suas identidades. Então, três homens trans foram entrevistados sobre sua trajetória na educação básica, para compreender mais as perspectivas da escola para esses corpos. Analisando seus discursos, foi possível perceber como a nomeação (de si e do outro) é uma forma de poder sobre esses corpos.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Trajetórias de transgeneridade: uma análise sociológica dos papéis da família e da escola(2024-03-13) AZEVEDO NETO, Lauribaldo Calandrini de; BEZERRA, Nelissa Peralta; http://lattes.cnpq.br/6939447320676136; https://orcid.org/0000-0002-1976-7389O presente trabalho descreve objetivamente a narrativa de vida de pessoas transidentitárias, dissidentes do padrão binário de gênero, buscando compreender sociologicamente o panorama vivenciado com as instituições sociais Família e Educação. A metodologia utilizada é referente à entrevistas não diretivas, através da história de vida de cada pessoa entrevistada, sendo apresentadas no capítulo I de forma sucinta. As discussões presentes nesta pesquisa discorrem sobre o corpo e a construção da identidade e a presença da transgeneridade no espaço familiar e educacional. As referências teóricas utilizadas para embasar a discussão são de autores que discutem a temática como Judith Butler, Michel Foucault, Bell Hooks, Paulo Freire, dentre outros. Por fim, conclui-se que, o percurso de vida de pessoas trans é marcado por preconceito e dicriminação que colaboram para o processo de invisibilização social negando sua sociabilidade e cidadania; a família colabora para esse processo quando impõe regulações sobre o comportamento diferenciado de seus descendentes, a fim de afirmar a binarismo de gênero; e as instituições de ensino são espaços que dificultam a permanência de personalidades transidentitárias, pois elas/eles são violentadas nesses locais de diversas maneiras. Sendo assim, é necessário que ambas as instituições atuem como inclusas no debate pela humanização de pessoas transgêneras, a fim de que sua vida seja vivível e visível.