Navegando por Assunto "Pregnancy"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A importância do diagnostico precoce da toxoplasmose na gravidez: um levantamento sobre o conhecimento da doença pelas gestantes do município de Breves, Ilha do Marajó, Pará(2016-06-21) RAMOS, Jefferson Balieiro; EDERLI, Nicole Brand; http://lattes.cnpq.br/7310883397408313O Toxoplasma Gondii é o agente causador da toxoplasmose, uma das infecções parasitárias mais comuns mundialmente, acredita-se que um terço da população mundial já foi infectada pela doença. Em mulheres gestantes a toxoplasmose pode trazer sérios danos ao feto, aproximadamente 85% dos recém nascidos com toxoplasmose congênita não apresentam sinais clínicos ao nascerem, porem uma avaliação mais detalhada pode mostrar alterações, tais como restrição do crescimento intrauterino, prematuridade, anormalidades liquóricas e cicatrizes de retinocoroidite. Diante do exposto percebeu-se a necessidade de formular uma pesquisa para saber o nível de conhecimento das gestantes acerca da toxoplasmose em Breves, Ilha do Marajó, Pará. Formulou-se um questionário contendo dez perguntas fechadas cujas respostam eram SIM e NÃO, foram entrevistadas 30 gestantes entre novembro de 2015 e março de 2016. Com os resultados obtidos através da pesquisa pode-se constatar o baixo índice de conhecimento das gestantes sobre a doença, apenas 37% sabiam o que era toxoplasmose e como ela é transmitida e 33% conhecem os métodos de prevenção da doença, esses resultados refletem a falta de orientação e informação que o sistema de saúde oferece as gestantes de Breves, contudo os resultados negativos das 43% das mulheres gestantes que realizaram o exame para detecção de infecção por Toxoplasma Gondii demostram que apesar da falta de conhecimento sobre a doença a mesma não está tão comum em nosso meio.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Aspectos clínico-epidemiológicos de mulheres HIV positivo na URE-MIA/Belém-Pa.(2011) COSTA, Diana Fiel da; REIS, Diego Araújo; BOTELHO, Nara Macedo; http://lattes.cnpq.br/5088569652644480; https://orcid.org/0000-0003-1781-0133INTRODUÇÃO: de acordo com a Organização Mundial de Saúde, o controle da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é a maior prioridade global em saúde. A pandemia atinge a cada ano maior número de mulheres, que em 2009 já perfaziam 51% do total de portadores do vírus. No Brasil, mais de 54 mil gestantes foram infectadas de 2000 até 30/06/2010. A região Norte foi a menos acometida, no entanto o estado do Pará foi o que mais registrou casos da infecção na região. OBJETIVOS: o objetivo geral foi descrever aspectos clínico-epidemiológicos de mulheres HIV positivo na Unidade de Referência Materno Infantil e Adolescente, URE-MIA/Belém-PA. Os objetivos específicos foram descrever aspectos socioeconômicos e demográficos; verificar a prevalência de realização do pré-natal e se este foi completo ou não; constatar a forma mais comum de exposição ao HIV entre as pacientes; verificar em que época foi feito o diagnóstico da infecção, em relação à gestação e o parto; observar a prevalência de utilização de terapia antirretroviral (TARV), bem como da realização de exames complementares (CD4 e carga viral) durante a gestação e o parto; identificar as principais complicações obstétricas e a via de parto mais comum na população de estudo; comparar os dados obtidos na pesquisa com o que é preconizado pelo Ministério da Saúde (MS) e elaborar um protocolo de atendimento admissional para as gestantes soropositivas para o HIV que realizam pré-natal na URE-MIA. MÉTODOS: trata se de um estudo observacional, do tipo transversal, prioritariamente descritivo, realizado com mulheres HIV positivo que tiveram filhos matriculados no setor de Doenças Infecciosas e Parasitárias (DIP) da URE-MIA/Belém-PA, no período de janeiro de 2008 a janeiro de 2010, para investigação diagnóstica ou acompanhamento da infecção pelo HIV. A coleta dos dados foi feita através dos prontuários das crianças mediante protocolo de pesquisa pré-elaborado. Foram analisadas variáveis qualitativas e quantitativas referentes apenas às mães, incluindo dados socioeconômicos, forma de contágio, pré-natal, diagnóstico, tratamento, complicações obstétricas e parto. RESULTADOS: entre as 278 pacientes que compõem a amostra, constatou-se que a maioria estava na faixa etária de 20 a 29 anos, declarou-se de cor parda, cursou ensino fundamental incompleto ou completo, era do lar e procedente da cidade de Belém; mais de 90% realizou pré-natal, porém apenas 35,3% destes foram completos; a via de exposição mais comum foi a sexual; 61,5% fizeram uso de TARV na gestação (apenas 3,6% destes como preconizado pelo MS) e 72,3% no parto (60,4% destes como recomendado pelo MS); 37,8% realizaram exames complementares na gestação e 5% no parto; 36% apresentaram complicações obstétricas, sendo a mais comum ameaça de abortamento (14% destes); a principal via de parto foi cesárea eletiva (40%). CONCLUSÃO: ainda há grande deficiência na cobertura e seguimento pré-natal de pacientes HIV positivo no estado do Pará, necessitando urgentemente de maior capacitação profissional para atender este público, adequando às recomendações do MS desde a quantidade de consultas pré-natais até o diagnóstico, tratamento e via de parto nesses casos.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Construção de tecnologia educacional sobre crenças e tabus alimentares no período gestacional(2022) ARAÚJO, Aléxia Maria Santos; FIGUEIREDO, Sandra Maria dos Santos; http://lattes.cnpq.br/8530470051297070; https://orcid.org/0000-0002-4556-9554; MORI, Rejane Maria Sales Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/0068497734511867; https://orcid.org/0000-0003-1769-0653Durante o período gestacional experimentase diversas alterações, tanto fisiológicas, quanto anatômicas e bioquímicas, bem como dos hábitos alimentares, devido as crenças e tabus as gestantes se privam do consumo de alimentos importantes para a sua nutrição. Elaborar uma tecnologia educacional digital através de evidências científicas sobre as crenças e tabus alimentares para mediar atividades de educação alimentar e nutricional em gestantes. Estudo de abordagem qualitativa realizado por meio de revisão integrativa da literatura, no período de outubro a novembro de 2022, critérios para seleção: artigos originais publicados em inglês e português, entre 2006 e 2022, disponíveis online e com aderência a temática. Foram encontrados seis artigos nas seguintes bases de dados: Scielo, BVS e ResearchGate. O estudo se sucedeu descrito em duas etapas: a contextualização da tecnologia educacional e o desenvolvimento da cartilha. Observouse de acordo com os artigos selecionados, que as crenças e tabus alimentares estão presentes em alguns períodos, entre eles o gestacional, o que leva a algumas restrições na alimentação, como por exemplo: de proteínas, frutas cítricas/amargas, café, canela, comida pesada e, até mesmo, de comportamentos, como o comer por dois e os desejos da gravidez. Após a estruturação dos resultados foi elaborada a tecnologia educacional do tipo cartilha digital, dividida em introdução, gestação, alimentação saudável na gestação, nutrição, o que é crença e tabu? e crenças e tabus alimentares, com elementos facilitadores da leitura, de fácil compreensão e com recursos visuais atrativos ao leitor. A importância da elaboração da tecnologia educacional acessível às gestantes para desmistificar esses preconceitos em relação às crenças e tabus alimentares, melhorando a assistência do profissional nutricionista na Atenção Primária à Saúde na educação alimentar e nutricional adequada e segura à mãe e ao bebê.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Gestação e saúde mental: um estudo na atenção primária(2024-10-04) SOUSA, Tayla Ramille dos Reis; FERREIRA, Denis Vieira Gomes; http://lattes.cnpq.br/2392198150359061; https://orcid.org/0000-0002-2074-7246; DAMASCENO, Helane Conceição; http://lattes.cnpq.br/4329945081636048Introdução: Os Transtornos Mentais Comuns (TMC) apresentam uma sintomatologia variada; tais quadros podem ser confundidos com manifestações emocionais características do período gestacional.Mulheres inseridas em contextos de fragilidades na gravidez estão propensas a apresentar exacerbações sintomatológicas, gerando quadros de ansiedade e depressão, o que pode aumentar a probabilidade de desfechos desfavoráveis para a mãe e o bebê. Objetivo geral: Avaliar a saúde mental de gestantes assistidas na Atenção Primária do município de Altamira-PA. Metodologia: O estudo é do tipo transversal, quantitativo e descritivo. A amostra incluiu 153 gestantes com idade > 18 anos, que assinaram o TCLE, de 12 Unidades de Saúde da Família do município de Altamira. Utilizou-se um formulário próprio e o SRQ-20 para rastreamento de transtornos mentais. Os dados foram analisados estatisticamente para identificar associações entre sofrimento mental e as variáveis estudadas. Resultados: A pesquisa revelou que 52,94% apresentaram um escore ≥ 7 no SRQ-20, sendo os fatores de risco mais associados: presença de medo na gestação, histórico de adoecimento mental prévio, ter sofrido algum tipo de violência ou ter tido um evento traumático recente. Conclusão: Há uma alta prevalência de provável adoecimento psíquico durante a gestação no município e há fatores de risco que contribuem para o desenvolvimento desse sofrimentoTrabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Gravidez na adolescência na Amazônia legal: uma análise epidemiológica e socioespacial(2025-03-18) SANTOS, Anna Karolina Rodrigues dos; FERREIRA, Denis Vieira Gomes; http://lattes.cnpq.br/2392198150359061; https://orcid.org/0000-0002-2074-7246Introdução: Conforme definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a adolescência abrange a faixa etária dos 10 aos 19 anos, enquanto o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estipula essa fase como compreendendo os 12 aos 18 anos. Globalmente, os adolescentes constituem de 20 a 30% da população, sendo estimado que, no Brasil, essa proporção atinge cerca de 25%. Durante a adolescência, grande parte desse grupo inicia sua vida sexual, o que pode refletir, por exemplo, no aumento das taxas de fecundidade entre os 15 e 19 anos, como evidenciado no contexto brasileiro. A gravidez impõe transformações físicas, psicológicas, então uma gestação nessa fase da vida expõe a mãe-adolescente e o feto a riscos e possíveis complicações nos períodos pré-natal, perinatal e pós-natal. Objetivo: Investigar a influência de fatores socioeconômicos na ocorrência de gravidez na adolescência na Amazônia Legal. Método: Esta pesquisa é observacional, descritiva e analítica, por analisar a incidência e distribuição de nascidos vivos de mães adolescentes nos municípios do estado da Amazônia Legal no decorrer de 3 anos e procurar identificar fatores que corroboram para a ocorrência da gravidez precoce. Resultados/Discussão: O estudo mostrou que 20% dos nascimentos foram de mães adolescentes, com maior incidência no Pará, Maranhão e Amazonas. Mostrou-se que 70% tinham entre 8 e 11 anos de estudo e 82,7% eram pardas. A maioria era solteira (64%), e 15% tinham abaixo de 15 anos. A taxa de cesarianas foi de 39,4% e o Apgar indicou que 90% dos neonatos estavam em boas condições no primeiro minuto e 97% no quinto minuto. A Classificação de Robson revelou que 72% das cesarianas foram realizadas em grupos de baixo risco, sugerindo práticas obstétricas inadequadas. Conclusão: É de suma importância a implementação de políticas públicas sobre educação sexual e acesso a métodos contraceptivos visando reduzir a gravidez na adolescência e aprimorar os resultados maternos e neonatais na região estudada. Além disso, incentivar ferramentas como a Classificação de Robson nos serviços públicos, promovendo melhorias no acompanhamento pré-natal, pré-parto e parto.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Gravidez na adolescência no estado do Pará: uma análise epidemiológica e espacial(2023-06-23) SANTANA, Michel Martins; FERREIRA, Denis Vieira Gomes; http://lattes.cnpq.br/2392198150359061; https://orcid.org/0000-0002-2074-7246A adolescência corresponde ao período da vida entre os 10 e 19 anos e é nesse período que ocorre o surgimento das características sexuais secundárias, conscientização da sexualidade, estruturação da personalidade, adaptação ambiental e integração social. Na região Norte do Brasil quase 70,0% das mulheres engravidaram antes dos 19 anos de idade. A alta incidência de gravidez na adolescência na região norte do país e a elevada prevalência no estado do Pará, tornam a problemática de extrema relevância para o conhecimento das relações socioeconômicas que contribuem para a perpetuação da gravidez na adolescência. A questão de pesquisa desse estudo é: os municípios do estado do Para com menores índices socioeconômicos possuem maiores taxas de nascidos vivos de mães entre 10 e 19 anos? Objetivo: Investigar a influência de fatores socioeconômicos na ocorrência de gravidez na adolescência, nos municípios do estado do Pará. Método: Esta pesquisa é observacional, descritiva e analítica, por analisar a incidência e distribuição de nascidos vivos de mães adolescentes nos municípios do estado do Para em um período de 3 anos e procurar mapear os índices de gravidez na adolescência por município. Além de tentar correlacionar com fatores agravantes e/ou que predispõem a ocorrência dessas, relacionados aos índices socioeconômicos de cada município. Os Resultados indicam que temos um cenário preocupante com alta incidência de gravidez na adolescência no estado do Pará, situação que está relacionada muito mais com o comportamento de risco dessas adolescentes do que com o IDH no município investigado. Conclui-se que há uma necessidade urgente de inciativas do despertar da consciência para um estilo de vida mais responsável, não obstante a divulgação de instituições capazes de proteger essas adolescentes em caso de provável abuso. Logo, é imprescindível a educação sexual para o autocuidado, através de orientações que podem ser estimuladas no ambiente escolar e familiar em parceria com as estruturas de saúde municipal.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Gravidez na adolescência: um estudo na comunidade do rio Itacuruçá médio(2013-09-19) COSTA, Ana Léa do Socorro Coutinho da; GOMES, Anderson José Baia; http://lattes.cnpq.br/3084414981318758; https://orcid.org/0000-0002-3887-3283A adolescência é um período de grandes mudanças que aumentam ainda mais com a ocorrência de uma gravidez indesejada ou não planejada, podendo ser ou não uma solução para a grávida adolescente, pois, a maternidade poderá trazer maturidade, assim como poderá contribuir para agravar os seus problemas sociais e econômicos. Além do amadurecimento, com o nascimento do filho, aumentam as responsabilidades que são cobradas pelos familiares e pela sociedade. A consequência de uma gravidez na adolescência tem várias repercussões na vida da adolescente, podem variar desde o abandono escolar à entrada para uma vida desregrada, fazendo uso de substâncias ilícitas quando caracterizado por uma gravidez não planejada. A escolha deste tema impôs-se primeiro pela sua relevância e atualidade e, segundo, por que buscamos analisar mais de perto a realidade da gravidez na adolescência nas imediações do Rio Itacuruçá, região das Ilhas do Município de Abaetetuba. A metodologia adotada para a elaboração deste trabalho foi baseado em uma revisão da literatura nesta temática, complementada com entrevistas realizadas a uma amostra de 10 adolescentes mães que foram convidadas a participar e cinco educadoras. Assim, foi possível analisar a problemática da gravidez na adolescência e procurar perceber qual a contribuição dos professores, da comunidade, em especial das famílias, na prevenção da gravidez precoce. Esperamos que esse trabalho possa contribuir com os profissionais da educação, da saúde, e da Assistência Social a perceberem o mundo das adolescentes principalmente na condição de grávidas e, sobretudo “estimular” os professores a melhorar as suas competências na comunicação com os adolescentes quanto à educação sexual.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Hepatite B na gestação: prevalência e perfil clínico epidemiológico em casuística de pré-natal de alto risco(2019-05) BRAGA, Tauana Larissa Correa Kato; DEMACHKI, Samia; http://lattes.cnpq.br/7568391537270652; https://orcid.org/0000-0002-9128-3338; MOIA, Lizomar de Jesus Maués Pereira; http://lattes.cnpq.br/8335502787825672; https://orcid.org/0000-0002-6755-8725Introdução: o vírus da hepatite B (VHB) é considerado um importante agente infeccioso com 350 milhões de portadores crônicos mundialmente. No Brasil, a região amazônica é considerada uma área de alta endemicidade para infecção pelo VHB, representando um problema sanitário de grande importância. Na região Norte, a transmissão vertical do VHB se encontra entre as principais formas de transmissão, e filhos de mães infectadas com o vírus tem 90% de chance de apresentar cronificação da doença e risco de 200 vezes maior de desenvolver carcinoma hepatocelular. Objetivo: estimar a prevalência e identificar o perfil clínico-epidemiológico da infecção pelo VHB em gestantes atendidas no ambulatório de Saúde da Mulher na FSCMPA. Métodos: estudo transversal, descritivo com abordagem quantitativa. Participaram da pesquisa 18 gestantes com infecção pelo VHB de 1.637 pacientes atendidas no pré-natal de alto risco no período de agosto de 2017 a maio de 2018 por meio de um questionário clínico e epidemiológico. Resultados: a taxa de prevalência do VHB foi de 1,16% com predominância na faixa etária de 30-39 anos (50%; n=9), casadas ou em união estável (88,88%; n=16), cor parda (77,77%; n=14) e provenientes da região metropolitana de Belém (72,22%; n=13), com ensino médio completo (44,44%; n=08), de baixa renda familiar (94,44%; n=17), do lar (66,66%; n=12), multigestas (44,44%, n=8), com diagnóstico com infecção pelo VHB no 1° trimestre da gestação atual (64,28%, n=9), assintomáticas (94,44%, n=17) e se encontravam na fase crônica não replicativa (38,88%, n=07). Em relação a intercorrências na gestação, cerca de 27,77% (n=5) apresentaram complicações na gestação como sangramento, ITU, convulsões, diabetes gestacional e oligoâmnio grave. Observou-se que 17,64% (n=3) dos recém-nascidos foram classificados como PIG e pré-termo, 7,14%(n=1) teve baixo peso ao nascer (<2.500g) e 7,14%(n=1) apenas classificado como PIG , e realização da imunoprofilaxia em intervalo superior as primeiras 12 horas do parto ocorreu em 25% (n=4) dos casos. Conclusão: a prevalência do VHB na gestação neste estudo foi considerada de baixa endemicidade, no qual a maioria é casada, parda, da região metropolitana de Belém, multíparas, assintomáticas e com infecção crônica na fase inativa. Porém existem poucos estudos relacionados à epidemiologia da hepatite B na gestação no estado do Pará, fazendo-se necessário a realização de novas investigações que confirmem estas conclusões e/ou revelem um novo comportamento epidemiológico desta doenças.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Influência da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no número de casos de sífilis gestacional e congênita na região do Xingu no período de 2007 a 2019(2021-11-16) LOUREIRO, Evellyn Vitória Sousa de; ASSIS NETO, Ciro Francisco Moura de; http://lattes.cnpq.br/4806021047876841Introdução: A sífilis é considerada um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. A doença é especialmente preocupante no período gestacional, pois a mãe pode transmitir a infecção ao seu feto, causando sífilis congênita. Nesse contexto, artigos estabeleceram uma relação de causalidade entre o crescimento do número de casos de sífilis gestacional e congênita na Região Xingu e a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no entanto, há poucos estudos sobre o tema. Diante dessa problemática na saúde pública, realizou-se essa pesquisa sobre o impacto do empreendimento na epidemiologia da sífilis gestacional e congênita na Região Xingu. Objetivo: Esse estudo objetiva analisar a influência decorrente da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no número de casos de sífilis gestacional e congênita na Área de Influência Direta da Usina Hidrelétrica de Belo Monte de 2007 a 2019. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal, retrospectivo, observacional e de caráter descritivo, que analisa os casos de sífilis gestacional e congênita notificados na Região Xingu no período de 2007 a 2019, por meio de dados obtidos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Resultados: Verificou-se que houve influência da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte no número de casos de sífilis gestacional e congênita na região. Foram notificados 627 casos de sífilis gestacional e 294 casos de sífilis congênita entre 2007 e 2019. As gestantes mais acometidas estavam entre 16 e 20 anos, eram pardas, possuíam ensino fundamental incompleto e residiam na zona urbana. A maioria das gestantes foi diagnosticada no 3° trimestre de gestação, e classificada como sífilis primária. O tratamento predominante foi com Penicilina G Benzatina, e na maior parte dos casos não houve tratamento concomitante do parceiro. O estudo revelou inúmeras falhas na assistência pré-natal prestada na Região Xingu. Conclusão: A análise do perfil epidemiológico e sociodemográfico apresentado representa importante instrumento para o desenvolvimento de estratégias e ações em saúde voltadas para a prevenção de agravos como a sífilis gestacional e a sífilis congênita.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Interações do mercúrio e etanol durante o desenvolvimento cerebral: impactos sobre memória e ansiedade e sua relação com a atividade nitrérgica do hipocampo, estriado e cerebelo, em ratos adultos(2008) AMARAL, Michelle Nunes do; KAHWAGE, Rafael Lima; MAIA, Cristiane do Socorro Ferraz; http://lattes.cnpq.br/4835820645258101; DINIZ, Cristovam Wanderley Picanço; http://lattes.cnpq.br/2014918752636286; https://orcid.org/0000-0001-6611-6880Não há estudos detalhados sobre comportamento e atividade nitrérgica em modelos experimentais de intoxicação por metilmercúrio e etanol durante o desenvolvimento cerebral. O presente estudo examinou mudanças comportamentais e a atividade histoquímica diaforase-NADPH no hipocampo, estriado e cerebelo em proles de fêmeas de ratos grávidas intoxicadas por metilmercúrio (MeHg) e etanol (EtOH). Campo Aberto (CA), Labirinto em Cruz Elevado (LCE), Nado Forçado (NF) e Teste de Esquiva Inibitória (TEI) foram usados para examinar locomoção, ansiedade, depressão e memória. Após os testes comportamentais, cérebros com 2 meses de idade foram processados para histoquímica NADPH-d e avaliados segundo densitometria da neurópila do hipocampo, estriado e cerebelo. As fêmeas de ratos receberam 22,5% p/v (6,5g/Kg por dia, por gavagem) durante o período de gestação até o 21º dia pós-natal. No 15º dia de gestação, receberam 8mg/Kg de MeHg. Grupos experimentais de EtOH e MeHg reduziram a freqüência e o tempo gasto nos braços abertos em LCE. MeHg aumentou a atividade locomotora e a imobilidade no teste do NF; ao mesmo passo que EtOH+MeHg mostrou uma maior redução na freqüência e no tempo gasto nos braços abertos no teste de LCE e maior latência no TEI. A atividade nitrérgica no giro denteado foi reduzida na camada polimórfica do MeHg, mas aumentou no EtOH nas camadas polimórfica e molecular do giro denteado e na camada lacunoso molecular do CA1. A atividade nitrérgica aumentou em todos os segmentos estriatais do EtOH e apenas na região anterior de EtOH+MeHg, mas demonstrou-se reduzida na maioria das regiões estriatais de MeHg.