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Navegando por Assunto "Preconceito linguístico"

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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Preconceito linguístico e a formação de crenças
    (2019-02-04) VILHENA, Naiza Sena de; NONATO, Rejane Santos; http://lattes.cnpq.br/6031334183229142
    O presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de investigar a influência do preconceito linguístico na formação de crenças sobre aprender português. Essa pesquisa foi realizada com cinco alunos do 7° ano do Ensino Fundamental. O instrumento utilizado foi uma entrevista semiestruturada, organizada a partir de 10 perguntas relacionadas aos objetivos específicos que buscam investigar a origem social dos alunos, as dificuldades encontradas na disciplina Língua Portuguesa, para evidenciar possíveis crenças a respeito da disciplina e a manifestação de preconceito linguístico no ambiente escolar e familiar. Como aporte teórico, este trabalho está baseado em preceitos de Bagno (2003, 2007, 2009, 2014, 2015), Barcelos (2012,2013), Botassini (2013, 2015) e Possenti (1997, 2010). Os dados revelam que os alunos com maior dificuldade em Língua Portuguesa pertencem à classe social baixa, o que consequentemente os distancia da língua padrão ensinada pela escola e justifica maior dificuldade na leitura e na escrita. Identificou-se também a crença de que saber português está relacionado ao domínio e conhecimento das regras gramaticais. Os resultados revelam ainda que todos os alunos já sofreram preconceito linguístico, tanto no ambiente escolar como no familiar. No entanto, esses alunos não têm a percepção de que estão sofrendo discriminação por conta de seu modo de falar.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Preconceito linguístico: um estudo do comportamento linguístico dos alunos da área rural da estrada de Beja
    (2013) RODRIGUES, Maria Odaléia Barbosa; FREITAS, Lorena Lopes de; http://lattes.cnpq.br/8707964777158819
    O presente trabalho aborda o estudo linguístico dos alunos da zona rural da estrada de Beja e o preconceito linguístico que estes estudantes sofrem dentro da escola. As escolas, principalmente as públicas, são hoje frequentadas por alunos de diversas localidades que possuem manifestações e dialetos diferentes. O fato da língua ser condicionada e modelada pela realidade social e cultural faz dela um instrumento que representa reflexos significativos no processo de aprendizagem desses alunos. Tendo isso em vista, este trabalho se torna pertinente porque trata um tema muito importante para o ensino brasileiro atual: o preconceito linguístico como sendo um agravante na indisciplina dentro da sala de aula. No caso específico, a comunidade da área rural que possui seu próprio dialeto que é um dos fatores de discriminação e inferiorização do sujeito, incluindo sua história e sua cultura. Buscamos por meio da pesquisa bibliográfica consultar autores com reconhecida contribuição no que se refere a temática da pesquisa, tais como Bagno (2002), Benveniste (1989), Luft (2001). A pesquisa de campo ocorreu na escola Estadual Esmerina Bou-habib. Para a coleta de dados foi aplicada duas entrevistas com sete questões para dois professores de língua portuguesa e outra com um grupo de alunos do 6º ano da mesma escola.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Variação diatópica e o preconceito linguístico na fala de acadêmicos do campus da UFPA em Altamira
    (2025-09-16) SOUSA, Antonio Gleison Xavier de; SILVA, Adelson Luiz Bayma da; http://lattes.cnpq.br/5205331594986783
    Este trabalho aborda a sociolinguística diatópica e o preconceito linguístico, com foco na fala de estudantes universitários. O objetivo é refletir sobre o preconceito linguístico no espaço acadêmico da UFPA em Altamira; analisar as causas e informar como os acadêmicos têm lidado com as diferenças linguísticas. A pesquisa fundamenta-se nos estudos teóricos de Saussure (2006), Bagno (2007), Bakhtin (1990), Labov (2008), Tarallo (2005) entre outros. A metodologia utilizada combina pesquisa bibliográfica e coleta de dados em campo, incluindo entrevistas e questionários aplicados a estudantes da Universidade Federal do Pará, campus Altamira com análise quanti-qualitativa que deram suporte para a feitura de um texto explicativo das principais ocorrências. Os resultados mostram que, embora a variação linguística seja um reflexo da diversidade cultural, ela frequentemente é alvo de preconceito, especialmente em contextos educacionais. A amostragem do estudo concluiu que, apesar de a maioria dos estudantes já ter sofrido algum tipo de preconceito linguístico, estes aprenderam a lidar com a situação, portanto entende-se que o papel da universidade através dos estudos em Sociolinguística tem sido necessário pois já se observa um importante avanço quanto à compreensão e valorização da diversidade linguística no sentido de combater o preconceito por meio de práticas pedagógicas inclusivas e reflexivas, contribuindo para uma sociedade mais equitativa e plural.
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