Navegando por Assunto "Piscicultura ornamental"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Proteína hidrolisada de vísceras de frango em dietas para juvenis do peixe ornamental amazônico Pyrrhulina brevis (STEINDACHNER, 1876)(2026-02-24) SANTOS, Marcos Rodrigues dos; SILVEIRA, Bianca Gomes da; http://lattes.cnpq.br/5241917717581947; https://orcid.org/0000-0001-5372-7180; OLIVEIRA, Leonnan Carlos Carvalho de; http://lattes.cnpq.br/1868240974948844; https://orcid.org/0000-0001-7551-6528A região amazônica abriga ampla diversidade de peixes ornamentais, entre os quais se destaca Pyrrhulina brevis, espécie de interesse internacional pela rusticidade, coloração e adaptabilidade, mas cuja criação em cativeiro é limitada pela ausência de protocolos nutricionais específicos. O alto custo e a variação na disponibilidade da farinha de peixe (FP), principal fonte proteica utilizada nas dietas aquícolas, reforçam a necessidade de alternativas sustentáveis, como a proteína hidrolisada de vísceras de frango (PHVF), subproduto avícola de elevado valor nutricional, boa digestibilidade e ampla disponibilidade. Este estudo avaliou, durante 45 dias, a substituição parcial da FP por PHVF em dietas isoprotéicas (42% PB) e isolipídicas (8% EE) para juvenis de P. brevis, utilizando 150 peixes distribuídos em cinco tratamentos com níveis crescentes de substituição (0%, 2,5%, 5,0%, 7,5% e 10%). Foram analisados parâmetros de desempenho produtivo dos animais, com peixes alimentados quatro vezes ao dia e qualidade da água mantida em condições adequadas. A substituição parcial da FP por PHVF não comprometeu a sobrevivência nem a uniformidade, ambas elevadas em todos os tratamentos, confirmando a viabilidade do ingrediente. O ganho de peso e a taxa de crescimento específico (TCE) apresentaram resposta quadrática em função dos níveis de substituição, com ponto ótimo estimado em 3,55% para ganho de peso e 3,73% para TCE, indicando efeito positivo na eficiência alimentar, enquanto níveis superiores reduziram o crescimento, possivelmente devido à saturação no transporte de peptídeos ou ao excesso de aminoácidos livres. Conclui-se que a PHVF pode substituir parcialmente a FP em dietas para juvenis de P. brevis, promovendo melhorias no ganho de peso e na taxa de crescimento específico sem prejuízo à sobrevivência, além de contribuir para a sustentabilidade da piscicultura ornamental amazônica ao reduzir a dependência de ingredientes de alto custo e valorizar resíduos agroindustriais em uma abordagem de economia circular.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Substituição do óleo de soja pelo óleo de coco virgem em dietas para a primeira alimentação do peixe ornamental amazônico acará severo Heros Severus Heckel, 1840(2022-12-19) NASCIMENTO, Cíntia Samira Bezerra do; REIS, Ryuller Gama Abreu; http://lattes.cnpq.br/1275654185320096; CAMPELO, Daniel Abreu Vasconcelos; http://lattes.cnpq.br/2787760801666473; https://orcid.org/0000-0001-9204-3566O objetivo do presente estudo foi avaliar a substituição do óleo de soja pelo óleo de coco virgem (Coco nucifera L.) em dietas para alevinos de acará severo Heros severus Heckel, 1840. O experimento foi realizado em delineamento inteiramente causalizado, com cinco tratamentos e quatro repetições (C: dieta controle; T1: dieta contendo 25% óleo de coco virgem; T2: 50% de óleo de coco virgem; T3: 75% de óleo de coco virgem; T5: 100% de óleo de coco virgem, em substituição ao óleo de soja), sendo utilizado um total de 15 alevinos por unidade experimental durante 60 dias. Ao final do experimento, todos os peixes sobreviventes foram medidos e pesados para obtenção dos parâmetros de desenvolvimento produtivo. Os resultados demostraram que óleo de coco virgem em substituição ao óleo de soja promoveu maiores valores médios para os parâmetros de comprimento final, ganho de comprimento, peso final, ganho de peso e taxa de crescimento específica para peso e comprimento. De acordo com a regressão polinomial aplicada, os níveis de óleo de coco virgem que forneceram os maiores valores para esses parâmetros foram estimados entre 40,60% e 48,23%. Conclui-se que a inclusão dietética de 40,60% a 48,23% de óleo coco virgem em substituição ao óleo de soja como fonte lipídica em dietas para H. severus apresentou resultados satisfatórios de desempenho produtivo.