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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Consumo alimentar de macronutrientes e estado nutricional de pessoas com estomia no contexto amazônico
    (2022) QUEIROZ, Suzany Trindade; COSTA, Vanessa Vieira Lourenço; http://lattes.cnpq.br/0235984184315218; https://orcid.org/0000-0003-0102-3960
    A confecção das estomias de eliminação (ileostomia e colostomia) promovem modificações significativas, com impactos sociais, físicos e alimentares. No contexto dos hábitos alimentares da região amazônica, o consumo inadequado pode aumentar os riscos de complicações. Este estudo tem como objetivo avaliar o consumo alimentar de macronutrientes e estado nutricional de pessoas com estomia no contexto amazônico. Trata-se de um estudo transversal, com abordagem quantitativa, realizado no serviço de atenção a pessoas com ostomia na Unidade de Referência Especializada – URES, no período de janeiro a março de 2020. A mostra foi constituída de 77 pessoas com estomias, com idade de 21 a 88 anos, de ambos os sexos. Foram utilizadas informações sociodemográficas, aspectos clínicos, comportamentais, medidas antropométricas e recordatório 24h. Para avaliar a adequação do consumo alimentar, utilizaram-se as recomendações do Instituto de medicina (2002). A maioria dos pacientes era do sexo masculino, com faixa etária entre 35 a 50 anos. Com relação às características clínicas, foi evidenciada a neoplasia como principal causa da confecção. Quanto ao estado nutricional, a maioria apresentou eutrofia segundo o índice de massa corporal, no entanto, a circunferência da cintura demonstrou risco metabólico aumentado no sexo feminino, e a prega cutânea tricipital indicou excesso de adiposidade no sexo masculino. Com relação ao consumo alimentar, observou-se a inadequação de energia e macronutrientes. Dessa forma, os hábitos alimentares no contexto amazônico podem estar relacionados ao consumo inadequado de energia, macronutrientes e também as alterações no estado nutricional, sendo fatores de risco para pessoas com estomia.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Distribuição espacial e temporal do fitoplâncton no estuário Emboraí Velho, Augusto Corrêa (Pará, Brasil)
    (2026-06-19) RAMOS , Anailma da Silva; PINHEIRO, João Victor de Moraes Souza; http://lattes.cnpq.br/8574965825552560; COSTA , Rauquírio Marinho da; http://lattes.cnpq.br/4504677939464624; https://orcid.org/0000-0003-4461-3936
    Este estudo objetivou determinar a dinâmica espacial e temporal da biomassa e composição florística planctônica, assim como as inter-relações desta comunidade com as variáveis hidrológicas do estuário Emboraí Velho. Amostragens foram realizadas simultaneamente em ciclos nictimerais de 25 horas, durante marés de sizígia, em duas estações fixas (E1 e E2), no mês de abril (período chuvoso) e dezembro (período seco) de 2019. Os dados de temperatura, salinidade e turbidez foram obtidos a partir de CTDs. O pH, oxigênio dissolvido (OD) e nutrientes dissolvidos (nitrito, nitrato, nitrogênio total, ortofosfato, fósforo total e silicato) foram obtidos a partir da análise de amostras d’água coletadas com garrafas oceanográficas de Niskin. O fitoplâncton foi coletado através de redes cônicas de plâncton (malha de 64 μm). Amostras destinadas ao estudo quantitativo foram obtidas a partir de garrafas oceanográficas de Niskin. Foi constatada uma evidente variação sazonal da precipitação, com período chuvoso e seco bem definidos, conforme evidenciado pela média histórica dos últimos 20 anos anteriores. A temperatura, salinidade, pH, oxigênio dissolvido, nitrato, ortofosfato, nitrogênio total e silicato apresentaram padrões de distribuição sazonais, desde variações mais sutis, como observado para a temperatura, até variações mais destacadas, como constatado para a salinidade. A clorofila-a, indicadora de biomassa fitoplanctônica, não apresentou variação significativa em sua distribuição espacial e sazonal. Foram identificados 158 táxons fitoplanctônicos, com destaque para o filo Bacillariophyta (91%). A densidade total variou entre 213.981 ± 141.005 x 10³ céls. L⁻¹ na estação E2, em abril (período chuvoso), e 2.265.417 ± 1.097.851 x 10³ céls. L⁻¹ na estação E2, em dezembro (período seco). A espécie de maior destaque, Cymatosira belgica, variou de 177.054 ± 81.785 x 10³ céls. L⁻¹ na estação E1, em abril (período chuvoso), a 2.053.375 ± 1.027.941 x 10³ céls. L⁻¹ na estação E2, em dezembro (período seco). Os dois primeiros eixos da ACC explicaram 27,9% da variação dos dados. Das 13 variáveis testadas, apenas três foram significativas. A análise integrada das variáveis abióticas e biológicas evidenciou como fatores hidrológicos, sobretudo a precipitação pluviométrica, regulam as variações do sistema, incluindo a salinidade e nutrientes dissolvidos (nitrito, nitrogênio total e ortofosfato), refletindo diretamente sobre o metabolismo, desenvolvimento e ecologia do fitoplâncton.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Quais os impactos da dieta vegetariana na infância e adolescência?
    (2021) CÂMARA, Pedro Paulo Moraes da; PEREIRA, Felype da Silva; http://lattes.cnpq.br/6612453160404248; https://orcid.org/0000-0003-2442-5030; MORI, Rejane Maria Sales Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/0068497734511867; https://orcid.org/0000-0003-1769-0653
    Este trabalho é uma revisão integrativa da literatura que tem como objetivo comparar dietas vegetarianas e não vegetarianas em termos de energia, macro e micronutrientes e investigar seus impactos em crianças e adolescentes. A pesquisa foi baseada nos resultados encontrados nos bancos de dados PubMed, ScienceDirect e Periódico CAPES, realizada em março de 2021, usando os descritores vegan OR vegetarian AND infant OR child, preschool OR children OR adolescent AND "nutrient intake" OR "nutritional status" OR nutrients OR "dietary fibers" OR "energy intake" OR "dietary proteins" OR "dietary carbohydrates" OR "dietary fats". Foram incluídos nove estudos, nos quais, no geral, observou­se que, em relação aos macronutrientes, os dois grupos estudados apresentaram adequação em relação às recomendações nutricionais, mas pôde­se observar maior consumo de calorias e de macronutrientes entre os não­vegetarianos. Quanto aos micronutrientes, os dois grupos apresentaram consumo similar e grandes taxas de inadequação de cálcio e ferro, enquanto uma baixa adequação de zinco pelos vegetarianos analisados nesta revisão. Tratando da vitamina B12, os não vegetarianos obtiveram maior ou igual ingestão média em detrimento do outro grupo, que neste caso, precisam suplementá­la para evitar a sua deficiência. A adoção de um padrão alimentar vegetariano consegue suprir as necessidades calóricas e de macronutrientes mesmo nos períodos da infância e adolescência, ainda que a dieta vegetariana, no geral, ofereça nutrientes em menor quantidade e biodisponibilidade e recomenda­se vigilância contínua aos micronutrientes no planejamento da alimentação destes grupos para evitar tais déficits nutricionais.
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