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Navegando por Assunto "Neoplasias hepáticas"

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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Análise da associação entre variantes genéticas relacionadas ao risco de hepatocarcinoma por meio de abordagens bayesianas
    (2024-10-03) MESQUITA, Abel Penha; SILVA, Rodolfo Pereira da; https://lattes.cnpq.br/0605934383049921; https://orcid.org/0000-0001-9224-5571
    O carcinoma hepatocelular (CHC) é considerado a segunda causa de mortes relacionadas ao câncer em todo o mundo. Variações genéticas estão associadas ao risco de CHC, questão que tem sido objeto de diversas metanálises. No entanto, as metanálises têm uma limitação importante na probabilidade de dados falsos positivos. Daqui em diante, este estudo teve como objetivo avaliar o nível de notabilidade nas metanálises por meio de uma abordagem bayesiana. Uma busca sistemática foi realizada por metanálises com associações entre polimorfismos genéticos e CHC. Os cálculos para a Probabilidade de Taxa Falso-Positiva (FPRP) e a Probabilidade Bayesiana de Falsa Descoberta (BFDP) foram realizados para avaliar a notabilidade com um poder estatístico de 1,2 e 1,5 de Odds Ratio a uma probabilidade prévia de 10−3 e 10−5. A qualidade dos estudos foi avaliada pelos critérios de Veneza. Como análises adicionais, as redes gene-gene e proteína-proteína foram projetadas para esses genes e produtos. Como resultados, encontramos 33 estudos metanalíticos sobre 45 polimorfismos ocorrendo em 35 genes. Foram obtidos um total de 1.280 valores para FPRP e BFDP. Destacaram-se setenta e cinco para FPRP (5,86%) e 95 para BFDP (14,79%). Em conclusão, os polimorfismos nos genes CCND1, CTLA4, EGF, IL6, IL12A, KIF1B, MDM2, MICA, miR-499, MTHFR, PNPLA3, STAT4, TM6SF2 e XPD foram considerados biomarcadores dignos de nota para o risco de CHC.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Hepatectomias realizadas no Hospital Universitário João de Barros Barreto - Período janeiro de 1997 / março de 2006
    (2006) NAVES, Igor Guimarães; COSTI, Raquel Ribeiro; OLIVEIRA, Rodrigo Corrêa da Costa; BARROS, Alberto Nélio Bandeira; http://lattes.cnpq.br/1074373936824265; ISHAK, Geraldo; http://lattes.cnpq.br/5748975066815203
    A ressecção hepática é o principal tratamento da maioria das neoplasias primárias do fígado e casos selecionados de tumores metastáticos, porém esta está associada a taxas expressivas de morbidade e mortalidade. O presente trabalho tem como objetivo analisar, em um período de 10 anos, as complicações e fatores de risco associados as hepatectomias realizadas no Hospital Universitário João de Barros Barreto. Consiste em estudo retrospectivo com análise de prontuários médicos de 32 pacientes submetidos à hepatectomia no período de Janeiro de 1997 a Março de 2006. Dentre os pacientes, sendo 19 mulheres e 13 homens, a média de idade foi de 47,7 anos, variando de 8 a 88 anos. As indicações cirúrgicas foram malignas (68,8%) e benignas (31,2%). As hepatectomias foram divididas em 9 tipos, sendo a segmentectomia única a mais freqüente. Transfusão sangüínea foi feita em 21 (65,6%) pacientes. O número total de complicações foi de 19 (59,4%) pacientes, sendo as mais comuns, hemorragia no intra-operatório e sepse. A mortalidade total foi de 12 (37,5%) pacientes, sendo 2 no intra-operatório e 10 no pós-operatório. Na análise estatística, somente o tipo de ressecção hepática, a realização de transfusão sangüínea com o número de bolsas transfundidas e a ocorrência de óbitos, foram relacionadas às complicações com significância (p< 0,005). Conclui-se que as hepatectomias podem ser realizadas com baixo nível de mortalidade intra-operatória, sendo o pós-operatório o período de maior risco para óbitos e complicações.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Transfusões sanguíneas em hepatectomias realizadas no Hospital Universitário João de Barros Barreto
    (2011) PORCIÚNCULA, Juliana Maria Corrêa da; TOMMASO, Raíssa Pereira de; AZEVEDO, Ives Uchôa de; http://lattes.cnpq.br/0148555837860567
    INTRODUÇÃO: as indicações de hepatectomia vêm aumentando graças à maior segurança em realizar tal procedimento, como também devido o diagnóstico precoce de lesões hepáticas benignas ou malignas favorecido pelo armamentário propedêutico radiológico. OBJETIVO: avaliar a interferência da transfusão sanguínea em pacientes que foram submetidos à hepatectomia no Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB). MATERIAL E MÉTODOS: foi realizado um estudo observacional transversal retrospectivo descritivo e individual com 36 pacientes que se submeteram a cirurgia de ressecção hepática no HUJBB de janeiro de 2000 até dezembro de 2010. RESULTADOS: dos prontuários analisados, 66,67% eram do sexo feminino, enquanto que 33,33% eram do sexo masculino; 22,22% tinham de 51 a 60 anos de idade e 30,56% possuía mais de 60 anos de idade; verifica se que 63,89% foram submetidos à segmentectomia, 19,44% a hepatectomia direita, 13,89% a hepatectomia esquerda e 2,78% a trissegmentectomia esquerda; 69,44% eram malignas e 30,56% eram benignas; em relação às complicações do intra-operatório 8,33% tiveram choque hipovolêmico e 2,78% lesão de veia cava inferior; em relação às complicações do pós operatório, 11,11% tiveram pneumonia e sepse, 2,78% tiveram abscesso glúteo, abscesso subfrênico, anasarca, derrame pleural, dispnéia, fístula biliar, hipotermia e infecção do trato urinário; 44,44% receberam de uma a três bolsas de concentrado de hemácias, 22,22% de quatro a seis bolsas; 22,22% receberam de uma a três bolsas plasma fresco congelado, 5,56% de quatro a seis bolsas, 5,56% de sete a nove bolsas e 2,78% receberam a transfusão de dez bolsas ou mais de plasma fresco congelado, durante o período de internação; 66,67% dos pacientes não foram a óbito e 33,33% foram a óbito. CONCLUSÃO: Na relação transfusão de concentrado de hemácia e complicação intra e pós-operatório, observou-se que 75,76% e 75,00% respectivamente, foram transfundidos, mas não tiveram nenhuma complicação. Já na relação de plasma fresco congelado e complicação intra e pós-operatório, 69,70% e 70,00% respectivamente, não foram transfundidos e nem tiveram complicação. Houve 33,33% de óbitos, sendo que as principais causas de morte foram choque séptico em 33,33% dos casos e o choque hipovolêmico em 25,00%.
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