Navegando por Assunto "Lexical variation"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A linguagem dos jovens de Vila do Conde(2014) SANTOS, Maria Angelina Teles dos; GOMES, Edson de Freitas; http://lattes.cnpq.br/5130130582179483Este trabalho visa mostrar que a linguagem utilizada nas redes sociais e suas interferências causam grandes prejuízos à vida dos jovens e adolescentes, quando usadas em ambientes impróprios. Provando seu grande percurso durante décadas e que seu crescimento ocasionou grandes influências na prática da leitura e da escrita. O modo impróprio com o uso das redes sociais, é que faz com que a escrita venha caindo em desuso. E ao observar esta linguagem do internauta no cotidiano das pessoas nos despertou o interesse de entender o que se passa pela mente dos jovens hoje, o que os levou a escolher esta linguagem abreviada da internet para suas comunicações entre amigos e em casa. A pesquisa foi realizada com alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio que tenham terminado ou estejam cursando, demonstrando que essa expressão formada por código e fragmentos copiados da internet e transcritos para a vida pessoal e passou a se espalhar no meio em que vivem, e possivelmente esta comunicação abreviada é para se comunicar com mais rapidez entre si, como se eles quisessem ganhar tempo.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) O imaginário sociocultural em torno do termo mau-olhado e suas variações lexicais: um estudo na vila de Curupaiti, Viseu-PA(2026-07-03) COSTA , Fernanda Maria Silva da; SILVA , Jair Francisco Cecim da; http://lattes.cnpq.br/0584382139015511; https://orcid.org/0000-0001-8458-3802O presente trabalho aborda o imaginário sociocultural relacionado ao termo “mau-olhado” na vila de Curupaiti, município de Viseu-PA, considerando as diferentes formas de compreensão e denominação dessa crença entre moradores de distintas gerações. Partindo da compreensão de que a língua e a cultura estão diretamente ligadas às experiências e aos valores compartilhados por uma comunidade, a pesquisa buscou investigar os significados atribuídos ao mau-olhado, identificar suas variações lexicais e analisar o papel da oralidade na transmissão desses saberes. Para isso, foi realizada uma pesquisa bibliográfica e de campo, de abordagem quali-quantitativa, por meio da aplicação de uma entrevista semiestruturada com moradores da comunidade. A análise dos dados revelou que o mau-olhado permanece presente no imaginário local, sendo compreendido principalmente como uma influência negativa associada à inveja, embora também apareça relacionado a crenças espirituais, doenças e práticas tradicionais de proteção. Os resultados evidenciaram ainda diferenças geracionais na interpretação dessa crença, bem como a permanência de variantes lexicais como olho gordo, quebranto, quebrante, olho ruim e inveja. Além disso, constatou-se que a oralidade continua sendo fundamental para a preservação e circulação desses conhecimentos, contribuindo para a manutenção da memória coletiva e da identidade cultural da comunidade. Dessa forma, o estudo demonstra que as variações lexicais associadas ao mau-olhado refletem não apenas fenômenos linguísticos, mas também aspectos históricos, culturais e sociais que constituem o patrimônio imaterial da vila de Curupaiti.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) A variação lexical da expressão mau cheiro no município de Bragança-PA(2026-07-03) CARDOSO, Iara Taylane Oliveira; SILVA, Jair Francisco Cecim da; http://lattes.cnpq.br/0584382139015511; https://orcid.org/0000-0001-8458-3802Este artigo buscou identificar e analisar as variações lexicais da expressão “mau cheiro”, sob perspectiva da Sociolinguística Variacionista, dentro da cidade de Bragança/PA. O estudo teve como objetivos específicos examinar as variantes em relação aos fatores como faixa etária, sexo/gênero e status socioeconômico dos colaboradores e contribuir para ensino aprendizagem da língua por meio da variação diatópica “regional”. Sendo utilizado a pesquisa de campo como metodologia, em termos de dados quantitativos e questões de caráter qualitativo, os quais foram obtidos por meio de entrevistas semiestruturadas, utilizam-se autores como Tarallo e Altmam (1987), Prodanov e Freitas (2013) e Marconi e Lakatus (2018). Com base nisso, a fundamentação teórica pauta-se principalmente nos estudos de Alkmim (2001), Labov (2008), Mollica (2015), Coelho (2015), Machado (2024) e Costa (2024), que nortearão todo o processo da pesquisa. Por fim, constatou-se a ocorrência de diferentes variantes lexicais como fedendo, fedor, pitiú, fedida, além de formas menos frequentes como inhaca, catinga e murrinha, que se mostraram importantes em momentos específicos às diversas situações. Dessa forma, verificou-se, especialmente, que a variante pitiú apresentou uma forte relação com aspectos culturais, ligado à atividade pesqueira. Portanto, apesar de apresentar poucos dados, o estudo contribuiu para a compreensão da diversidade lexical no município e para a valorização do patrimônio linguístico bragantino.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Variação lexical em Abaetetuba-PA(2018-06-29) CARDOSO, Ellen Susy Macedo; FARIAS, Maria Adelina Rodrigues de; http://lattes.cnpq.br/4863064816594244No presente artigo, visa-se abordar a variação lexical na cidade de Abaetetuba, estado do Pará. Tem como orientação teórico-metodológica a Sociolinguística Variacionista e a Geografia Linguística, visto analisar tanto questões de natureza social quanto dialetal. A partir da aplicação do questionário Semântico-Lexical (QSL), elaborado e utilizado pelo projeto Atlas Linguístico do Brasil (ALiB), a 6 (seis) falantes do gênero masculino, de faixas etárias diferentes, nativos da localidade, residentes em 3 (três) bairros equidistantes na topografia do município, depreendeu-se a variação linguística presente na cidade com base em 5 (cinco) itens lexicais, para os quais elaboraram-se 5 (cinco) cartas lexicais. Observou-se que há uma relativa variação entre os termos, especialmente no que se refere às especificidades sociais dos informantes. Sendo assim, indivíduos mais jovens parecem apresentar um léxico mais diversificado em relação aos mais idosos. Além disso, a variação diatópica foi perceptível, guardadas as peculiaridades do falar abaetetubense, especialmente no que tange a termos relacionados à religiosidade.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Variação lexical na fala dos moradores da ilha das onças(2014-04-26) SANTOS, Joana D’arc Gomes dos; GOMES, Edson de Freitas; http://lattes.cnpq.br/5130130582179483O presente trabalho refere-se ao estudo da variação lexical na fala dos moradores da Ilha das Onças, cuja base de colonização sofreu influências de vários povos que passaram pela ilha, a qual é composta pelos Rios: Araraquara, Piramanha, Furo do Nazário, Furo Grande, Furo Laranjeira, Furo Conceição, Madre de Deus, São João, Landi, Fé em Deus, Ponta de Cima e Carnapijó. Para esse estudo foi necessário realizar duas pesquisas, uma bibliográfica que se baseia nas teorias de Bagno, Capovilla, Castilho, Monteiro, Preti, Reis, Signorini, dentre outros, além de uma pesquisa de campo, através de entrevistas com questionário e observação da fala de oito informantes, divididos em duas faixas etárias, sendo; quatro até 30 anos; e quatro com mais 31 anos; quatro do sexo masculino e quatro do sexo feminino, com escolaridade igual ou inferior ao 5º ano do ensino fundamental. As características encontradas, de forma geral, diferenciam a variante local de outras variantes do português padrão. Portanto, esperamos que, com este estudo seja possível conhecer mais a variante dos moradores da Ilha das Onças e, assim, contribuir para a valorização e divulgação da história desse universo cultural.