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Navegando por Assunto "Flora amazônica"

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  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    A vegetação ao longo de vias de trânsito da região de Rio Grande, Bragança, Pará: influência do tipo de via e da matriz de estradas
    (2026-07-21) SILVA, Ramon Matos da; MEHLIG, Ulf; http://lattes.cnpq.br/5899434743926944; https://orcid.org/0000-0002-0142-4505
    A expansão da infraestrutura viária na Amazônia tem intensificado as alterações na paisagem, influenciando a composição e a estrutura da vegetação ao longo das margens de estradas e ramais. Nesse contexto, este estudo teve como objetivo realizar um levantamento florístico de espécies lenhosas ocorrentes nas margens de estradas e ramais da zona rural do município de Bragança, estado do Pará, avaliando a composição florística, a riqueza de espécies, as formas de vida e a influência dos diferentes tipos de via e ambientes sobre distribuição da vegetação. As amostragens foram conduzidas em estradas asfaltadas, estradas de terra e ramais estreitos inseridos em áreas de capoeira alta, capoeira baixa, pastagem e floresta sazonalmente inundável (igapó). Foram registrados 197 indivíduos lenhosos, distribuídos em 106 morfoespécies pertencentes a 47 famílias botânicas, com predominância de Chrysobalanaceae, Fabaceae, Euphorbiaceae, Lecythidaceae, Myrtaceae e Rubiaceae. As espécies mais frequentes foram Hirtella racemosa, Mabea angustifolia, Piparea multiflora, Lacistema pubescens, Lecythis lurida e Virola sebifera. A riqueza de morfoespécies por quilômetro apresentou variações entre os diferentes ambientes e tipos de via, evidenciando a influência da heterogeneidade ambiental e do histórico de pertubação sobre a organização das comunidades vegetais. Conclui-se que as margens de estradas e ramais podem desempenhar importante papel na conservação da flora amazônica, funcionando como áreas de regeneração natural, conectividade ecológica e manutenção da biodiversidade em paisagens antropizadas, fornecendo informações relevantes para o planejamento de ações de manejo, restauração ecológica e conservação nativa no nordeste paraense.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    As plantas amazônicas sob a perspectiva da História Ambiental: os “Aditamentos” do Padre Tapuitinga Anselm Eckart (1753-1785)
    (2024-07-04) SILVA, Maurício José Quaresma; KETTLE, Wesley Oliveira; http://lattes.cnpq.br/9421187953739248; https://orcid.org/0000-0002-5824-5700
    Durante a segunda metade do século XVIII, administradores coloniais, homens de ciência e missionários religiosos participaram da Comissão Demarcadora de Limites, que foi estabelecida com a assinatura do Tratado de Madri em 1750. Além disso, esses demarcadores elaboraram descrições acerca dos elementos da natureza, registrando o conhecimento científico sobre a Amazônia colonial. Nesse contexto, o padre alemão Anselm Eckart (1721-1809) não apenas participou do trabalho religioso nas aldeias missionárias do Estado do Grão-Pará e Maranhão entre 1753 e 1757, mas também registrou suas impressões acerca da fauna, da flora, do clima, da hidrografia e da paisagem da região amazônica em seus relatos de viagem. Portanto, esta pesquisa analisa, sob a perspectiva da História Ambiental, as representações das plantas amazônicas, especificamente o algodão, o cacau, o cravo, a mandioca e o tabaco, nos “Aditamentos à descrição das terras do Brasil” (1785), de autoria do padre Eckart. Diante disso, verificamos que essas plantas amazônicas possuíam, além da dimensão econômica atribuída ao longo do processo de colonização, outras dimensões que foram importantes em diferentes aspectos da vida amazônica e transatlântica, o que demonstra o protagonismo histórico da flora do Vale Amazônico.
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