Navegando por Assunto "Fitoterapia"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Atuação de profissionais de enfermagem na área de fitoterapia: uma revisão integrativa de literatura(2019-12-19) DIAS, Bianca Duarte Vitorio da Fonseca; TAVARES, Roseneide dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2302813977671086O uso de plantas medicinais é uma terapia milenar que era utilizada amplamente até o desenvolvimento da indústria farmacêutica. O objetivo geral é compreender o que as evidências cientificas apontam sobre a atuação dos profissionais de enfermagem na área de fitoterapia. Especificamente buscou-se investigar sobre a atuação de enfermeiros na área da fitoterapia e investigar sobre a importância do conhecimento fitoterápico no tratamento de algumas doenças. Trata-se de uma pesquisa de revisão integrativa de literatura (RIL), descritiva com abordagem qualitativa, tendo como fonte a plataforma do Banco Virtual de Saúde (BVS), que agrada diversos sites relacionados à saúde humana, como o LILACs, Scielo, PUBMed, possibilitando uma pesquisa com relevância em trabalhos acadêmicos, de campo ou empíricos. A partir das evidências encontradas verificou-se a importância do conhecimento de fitoterápicos entre enfermeiros e a importância de seu papel na aplicabilidade destes junto á população assistida. É necessário também uma formação e capacitação permanente, não é sobre sua eficácia, mas sobre as leis e programas aprovados pelo Ministério da Saúde e que incluem o uso de plantas medicinais e fitoterápicos em alguns casos, principalmente para empoderar e valorizar a cultura e o saber local. É relevante, portanto o uso de estratégias que empreguem a fitoterapia na realidade assistencial, visando a promoção e prevenção na atenção básica, especialmente, de modo a garantir uma assistência de qualidade à saúde, ao mesmo tempo em que preserva a cultura e as práticas populares de determinadas regiões.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Caracterização de fitoterápicos e plantas medicinais consumidos por pacientes oncológicos assistidos em um hospital escola(2019) SOUSA, Larissa Beatriz Vasconcelos; REIS, Fernando Vinícius Faro; http://lattes.cnpq.br/8945731269135058; https://orcid.org/0000-0002-5124-1723Introdução: O uso de plantas medicinais é uma prática terapêutica denominada de fitoterapia que está inserida na área da saúde. A comunidade de pacientes oncológicos vem demonstrando um aumento na procura por tratamentos alternativos não apenas para a cura de sintomas e da neoplasia, como também para seu bem-estar geral. Entretanto o uso das plantas medicinais pode apresentar um risco devido as interações ainda não totalmente conhecidas com a terapia antineoplásica convencional. Objetivos: Caracterizar o consumo de plantas medicinais e fitoterápicos em pacientes oncológicos assistidos pelo Hospital Universitário João de Barros Barretos (HUJBB) em Belém-PA. Metodologia: Estudo descritivo, observacional, do tipo seccional e quantitativo. A coleta de dados foi realizada durante o período de abril a maio de 2019 na Unidade de Pronto Atendimento Oncológico do Hospital localizado em Belém, Pará, Brasil. Foi utilizado um questionário adaptado de Vieira (2008), com a citação de até 4 plantas medicinais/fitoterápicos. Resultados: Um total de 31 pacientes foram entrevistados, dos quais 58,06% eram do sexo feminino. Foram consumidas 54 plantas de 19 espécies distintas, sendo que as de maior número amostral foram a Pimpinella anisum (14,8%), Annona muricata (14,8%), Melissa officinalis (12,96%) e Peumus boldus (9,25%). Aproximadamente 58% dos pacientes acreditam na capacidade das plantas medicinais para auxiliar no tratamento oncológico. Os principais motivos de uso foram o alívio de sintomas gástricos (35,18%) e função antineoplásica (24,07%). Setenta e quatro porcento dos pacientes relataram uma melhora no seu estado conforme as expectativas sobre a razão de uso das plantas medicinais. Conclusão: Através desse estudo foi possível concluir que há uma alta prevalência de fatores de riscos, tais como a renda familiar e escolaridade, capazes de interferir na qualidade de vida dos pacientes. A prevalência encontrada das razões de uso para o tratamento de sintomas gastrointestinais e função antineoplásico demonstra-se como uma maneira para conhecer este público conforme seus interesses. Em razão dos resultados apresentarem valores dispersos das plantas medicinais e fitoterápicos consumidos, há a necessidade do desenvolvimento de outras investigações no intuito de identificar o verdadeiro papel da fitoterapia na saúde dos pacientes oncológicos.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Comercialização e utilização de plantas medicinais na saúde bucal: conhecimento dos erveiros da cidade de Belém-Pará(2018-08-20) MELO, Fernanda Oliveira Brelaz; EMMI, Danielle Tupinambá; http://lattes.cnpq.br/5390105837248580A venda de ervas medicinais nas feiras livres da cidade de Belém é muito utilizada pela população para tratar as afecções bucais, sendo tanto a venda quanto o consumo, baseadas no conhecimento empírico. Contudo, se faz necessário conhecer qual o perfil e conhecimento desses vendedores de ervas, para que se possa relacionar o conhecimento tradicional às evidências científicas, a fim de oferecer aos consumidores maior segurança e eficiência dos produtos.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Uso de fitoterápicos na prevenção e tratamento da mucosite oral em pacientes submetidos ao tratamento oncológico: revisão sistemática(2024-10-02) DIAS, Sandiele Duarte; PEDREIRA, Erick Nelo; http://lattes.cnpq.br/8402196666792363A mucosite oral representa um efeito colateral comum do tratamento antineoplásico, sendo caracterizada com uma inflamação complexa, por um espectro de sintomas que incluem eritema, dor intensa, inchaço e a formação de ulcerações na cavidade oral, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes. Nos últimos anos, vários fitoterápicos têm sido estudados para a prevenção e tratamento da mucosite oral, devido as suas propriedades antioxidantes e antiinflamatórias. Neste sentido, realizou-se uma revisão sistemática para analisar a eficácia do uso de fitoterápico na prevenção e tratamento da mucosite oral em pacientes submetidos ao tratamento oncológico. Para isso, a pesquisa foi conduzida utilizando as bases de dados PubMed, Embase, Scopus, ScienceDirect, Web of Science e Cochrane. Utilizando os termos MeSH Therapy Associated Neoplasms, Radiotherapy, Chemotherapy, Phytotherapy Medicinal plants, Plant Extracts, Traditional Medicine Practitioners, Ethnopharmacology e Oral Mucositis or Stomatitis, com operadores booleanos AND e OR. Dentre os 792 trabalhos identificadas nos dados eletrônicos bases, apenas 27 ensaios clínicos randomizados foram incluídos, reportando um total de 1.311 participantes submetidas ao uso de fitoterápicos para a prevenção e tratamento da mucosite oral. A avaliação do risco de viés foi realizada utilizando o manual Cochrane (Review Manager). Treze estudos foram avaliados com baixo risco geral de viés (48,2%), doze (44,4%) apresentaram risco de viés moderado e dois ensaios clínicos (7,4 %) apresentaram alto risco geral de viés. De acordo com o presente estudo, foi possível identificar que as plantas como Chamomilla Recutita (camomila), Aloe vera (babosa), Curcuma longa L. (Açafrão-daterra), mostram potencial como prevenção e tratamento complementar para mucosite oral, devido a seus efeitos anti-inflamatórios, e apesar do número limitado de ensaios clínicos em humanos, essas substâncias não demonstraram efeitos adversos significativos nos pacientes. Em suma, concluímos que o potencial dos fitoterápicos como coadjuvantes são valiosos no tratamento da mucosite oral, abrindo novos horizontes para pesquisas futuras e para a prática clínica, na busca incessante por terapias mais eficazes, seguras e com melhor aceitação por parte dos pacientes oncológicos.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Uso do óleo de copaíba (Copaifera spp) no tratamento da mucosite oral em pacientes submetidos ao tratamento oncológico: revisão integrativa(2025-08-19) CARDOSO, Hérika Cristina dos Santos; PEDREIRA, Erick Nelo; http://lattes.cnpq.br/8402196666792363A mucosite oral é uma condição inflamatória frequente em pacientes submetidos a tratamentos oncológicos, como quimioterapia e radioterapia, podendo comprometer a alimentação, a fala e a adesão ao tratamento. O óleo de copaíba (Copaifera spp.), conhecido por suas propriedades anti-inflamatórias, cicatrizantes e antimicrobianas, tem sido estudado como uma possível alternativa terapêutica no tratamento da mucosite oral em pacientes submetidos ao tratamento oncológico. Este trabalho tem como objetivo realizar uma revisão integrativa da literatura sobre a utilização do óleo de copaíba no tratamento da mucosite oral em pacientes oncológicos. A pesquisa foi conduzida em bases de dados como: PubMed, Google Acadêmico e LILACS, considerando publicações dos últimos dez anos. Os estudos analisados indicam resultados promissores quanto à eficácia do óleo de copaíba na redução da dor, inflamação e no favorecimento da cicatrização das lesões orais. Contudo, ressalta-se a necessidade de mais estudos clínicos que comprovem sua eficácia e segurança.