Navegando por Assunto "Fish nutrition"
Agora exibindo 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de Ordenação
Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Proteína hidrolisada de frango em dietas para juvenis de piauçu (Megaleporinus macrocephalus, GARAVELLO & BRITSKI, 1988)(2023-10-20) SOUSA, Monica Pinheiro de; OLIVEIRA, Leonnan Carlos Carvalho de; http://lattes.cnpq.br/1868240974948844; https://orcid.org/0000-0001-7551-6528; CORDEIRO, Carlos Alberto Martins; http://lattes.cnpq.br/5010139685215361Objetivou-se avaliar parâmetros do desempenho produtivo de juvenis de piauçu (Megaleporinus macrocephalus) alimentados com dietas contendo níveis de proteína hidrolisada de frango (PHF). O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e três repetições, por um período de 60 dias. Os peixes foram alimentados até a saciedade aparente, quatro vezes ao dia, com cinco dietas teste, sendo uma dieta controle contendo farinha de peixe (0,0% PHF) e quatro dietas com níveis crescentes de inserção da proteína hidrolisada de frango em substituição a farinha de peixe (composta por 2,5; 5,0; 7,5 e 10,0% PHF). Ao final do experimento os peixes foram medidos, pesados e contados, e os dados obtidos foram submetidos à análise de variância (ANOVA) e análise de regressão polinomial a 5% de probabilidade. Foram observados efeitos quadráticos para comprimento final (3,28%), ganho de comprimento (3,12%), taxa de crescimento específico para comprimento (2,97%), peso final (2,90%), ganho de peso (2,91%) e taxa de crescimento específico para peso (3,50%) dos animais. As diferentes dietas não influenciaram a uniformidade do lote e a sobrevivência dos animais. Portanto, recomenda-se a utilização de 2,90% a 3,50% de PHF para maior crescimento dos animaisTrabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Proteína hidrolisada de vísceras de frango em dietas para juvenis do peixe ornamental amazônico Pyrrhulina brevis (STEINDACHNER, 1876)(2026-02-24) SANTOS, Marcos Rodrigues dos; SILVEIRA, Bianca Gomes da; http://lattes.cnpq.br/5241917717581947; https://orcid.org/0000-0001-5372-7180; OLIVEIRA, Leonnan Carlos Carvalho de; http://lattes.cnpq.br/1868240974948844; https://orcid.org/0000-0001-7551-6528A região amazônica abriga ampla diversidade de peixes ornamentais, entre os quais se destaca Pyrrhulina brevis, espécie de interesse internacional pela rusticidade, coloração e adaptabilidade, mas cuja criação em cativeiro é limitada pela ausência de protocolos nutricionais específicos. O alto custo e a variação na disponibilidade da farinha de peixe (FP), principal fonte proteica utilizada nas dietas aquícolas, reforçam a necessidade de alternativas sustentáveis, como a proteína hidrolisada de vísceras de frango (PHVF), subproduto avícola de elevado valor nutricional, boa digestibilidade e ampla disponibilidade. Este estudo avaliou, durante 45 dias, a substituição parcial da FP por PHVF em dietas isoprotéicas (42% PB) e isolipídicas (8% EE) para juvenis de P. brevis, utilizando 150 peixes distribuídos em cinco tratamentos com níveis crescentes de substituição (0%, 2,5%, 5,0%, 7,5% e 10%). Foram analisados parâmetros de desempenho produtivo dos animais, com peixes alimentados quatro vezes ao dia e qualidade da água mantida em condições adequadas. A substituição parcial da FP por PHVF não comprometeu a sobrevivência nem a uniformidade, ambas elevadas em todos os tratamentos, confirmando a viabilidade do ingrediente. O ganho de peso e a taxa de crescimento específico (TCE) apresentaram resposta quadrática em função dos níveis de substituição, com ponto ótimo estimado em 3,55% para ganho de peso e 3,73% para TCE, indicando efeito positivo na eficiência alimentar, enquanto níveis superiores reduziram o crescimento, possivelmente devido à saturação no transporte de peptídeos ou ao excesso de aminoácidos livres. Conclui-se que a PHVF pode substituir parcialmente a FP em dietas para juvenis de P. brevis, promovendo melhorias no ganho de peso e na taxa de crescimento específico sem prejuízo à sobrevivência, além de contribuir para a sustentabilidade da piscicultura ornamental amazônica ao reduzir a dependência de ingredientes de alto custo e valorizar resíduos agroindustriais em uma abordagem de economia circular.