Navegando por Assunto "Canabidiol"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Introdução ao estudo da cannabis sativa, canabidiol e epilepsia(2020-02-18) BRASIL, Rebeca de Melo Araujo; LIMA, Silene Maria Araujo de; http://lattes.cnpq.br/8961057812067156O canabidiol é um fitocanabinoide de grande interesse por não ser psicoativo e, por isso,muitos estudos tem sido feitos com o THC e CBD principalmente sobre doenças do sistema nervoso entre elas a epilepsia. O objetivo deste trabaho foi reunir informações para uma introdução ao estudo da Cannabis sativa, canabidiol e epilepsia. Buscou-se literatura estrangeira e brasileira para compreender o histórico da Cannabis e do CBD. E os trabalhos de John M. McPartland e seu grupo de pesquisa para a questão da origem e nomenclatura da Cannabis. Para a compreensão do canabidiol buscou-se os primeiros estudos de isolamento do CBD e THC. Para uma introdução a epilepsia utilizou-se das recentes classificações da Liga Internacional Contra a Epilepsia de 2017. E para indentificar as metodologias usadas no o estudo do CBD em modelos animais buscou-se no PubMed artigos que constavam nos títulos ou resumos os termos: “canabidiol”, “animal model” e “epilepsy;” no mesmo trabalho. Encontrou-se que o gênero Cannabis é uma planta de tradição milenar envolvida em discussões de diferentes áreas, com duas subespécies. Combinações de diferentes extratos de maconha podem desencadear convulsões dependendo da espécie estudada; O CBD foi eficaz na redução da frequência e gravidade de crises epilépticas em diferentes modelos animais.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Uso de canabinoides no tratamento da doença de Alzheimer: uma revisão integrativa(2023-06-23) CARNEIRO, Natan Silva; ASSIS NETO, Ciro Francisco Moura de; http://lattes.cnpq.br/4806021047876841A doença de Alzheimer (DA) é uma patologia neurodegenerativa, que cursa principalmente com perda gradual da memória e sintomas cognitivos-comportamentais, sendo o tipo mais comum de demência. Com o avanço da ciência, vários fármacos foram descobertos e são utilizados na tentativa de controle dos sintomas. Porém, alguns pacientes não respondem bem à essas medicações ou apresentam comportamentos e sintomas que fogem ao tratamento convencional, necessitando de substâncias mais efetivas e menos agressivas. Nesse contexto, o uso de canabinoides mostra-se eficaz, apresentando ganhos clínicos e sociais aos pacientes. Assim, este estudo se trata de uma revisão integrativa, que busca acessar os principais trabalhos científicos agrupando informações a fim de comprovar os benefícios do uso destas substâncias no tratamento da DA. Podemos concluir que o uso destas trouxeram melhoras na agitação, agressividade, recusa alimentar e dor, além de ganhos importantes nas memórias de curto e longo prazo, na função cognitiva, no comportamento e na qualidade de vida.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Uso do canabidiol no tratamento de epilepsias refratárias ao tratamento farmacológico convencional: um novo horizonte(2023-06-22) SANTOS NETO, Olival dos; ASSIS NETO, Ciro Francisco Moura de; http://lattes.cnpq.br/4806021047876841A epilepsia é um dos transtornos neurológicos mais comuns no mundo, é caracterizada por descargas elétricas anormais e síncronas por neurônios cerebrais. Com o avanço da ciência, vários fármacos foram produzidos com a intenção de obter o controle da doença, que foi um grande marco para o tratamento de pacientes com epilepsia. Conquanto, ainda há pacientes que não respondem bem ao tratamento farmacológico, apresentando um quadro de epilepsia refratária, isso é bastante prejudicial para os indivíduos que convivem com a doença, pois traz grande prejuízo ao desenvolvimento intelectual, cognitivo e social, além de impedir que algumas atividades laborais ou lúdicas possam ser realizadas. Dessa forma, é de suma importância o desenvolvimento de novas terapêuticas que busquem o controle das descargas anormais do sistema nervoso central, nesse contexto, o uso de canabinoides em indivíduos com epilepsia refratária é um novo horizonte para o tratamento, tendo destaque o canabidiol, que ao atuar em receptores endocanabinoides, mostra-se bastante efetivo na diminuição e no controle das crises. Assim, o atual estudo busca realizar uma revisão de literatura sistemática, agrupando informações sobre o uso de canabinoides no tratamento dessa anormalidade neurológica e mostrando tais benefícios da Cannabis.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Uso terapêutico do canabidiol para tratamento da doença de alzheimer(2024-10-03) SOUZA, Hugo Gabriel Carvalho; MAUÉS, Luís Antônio Loureiro; https://lattes.cnpq.br/4851018582496177A doença de Alzheimer (DA) é a demência mais frequente no mundo, estima-se que no Brasil há 1,2 milhões e no mundo 35,6 milhões de pessoas com a doença. Ela ocorre por acúmulo do peptídeo β-amiloide (Aβ) com consequente formação de placas amiloides no cérebro e agregação de proteína tau, que forma emaranhado neurofibrilares intracelulares, sobretudo no lobo temporal medial e estruturas neocorticais. Este estudo tem como intuito descrever os possíveis mecanismos de ação do canabidiol (CBD), que exercem efeito na cascata patoetiológica da Doença de Alzheimer, podendo conceber um certo controle sobre esta patologia, sendo um possível fármaco alternativo a ser usado em pacientes com DA, sobretudo àqueles refratários ao tratamento convencional. Este trabalho foi realizado no modelo de revisão narrativa da literatura e a busca do acervo bibliográfico foi feita nas bases de dados Pubmed, MEDLINE e LILACS, com auxílio do Software EndNote. Extraiu-se das bases supracitadas os artigos mais pertinentes para satisfação dos objetivos deste trabalho com posterior análise crítica dos mesmos. Diversas literaturas mostraram resultados promissores quanto a eficácia do canabidiol como alternativa ao tratamento do Alzheimer, em suma, o CBD apresenta vários mecanismos de ação capazes de atenuar a cascata fisiopatológica da DA, por múltiplas vias, com suposta diminuição do estresse oxidativo, neuroinflamação, neurodegeneração, gliose reativa, ademais também há indícios de reduzir a produção e agregação do Aβ e a produção de emaranhados fibrilares intracelulares, características principais da fisiopatologia do Alzheimer. Somado a isso, diversos ensaios clínicos realizados em países onde há regulamentação do uso e cultivo medicinal da cannabis revelaram melhorias consideráveis no prognóstico dos pacientes submetidos a tratamento com CBD, nesse sentindo é importante que este e outros estudos no assunto ganhe maior visibilidade na comunidade médica e na sociedade civil brasileira, visando aumentar a quantidade de profissionais dispostos a lançar mão do tratamento alternativo com CBD, além de retirar o estigma enraizado na grande maioria da população acerca da maconha medicinal.