Navegando por Assunto "Acesso aos serviços de saúde"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Análise do acesso e acessibilidade da estrutura das Unidades Básicas de Saúde no Brasil: Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade na Atenção Básica (PMAQ-AB)(2019-12-04) PINHO, Ellen Christiane Corrêa; CUNHA, Thais Amanda Nunes da; CUNHA, Carlos Leonardo Figueiredo; http://lattes.cnpq.br/9603271880856443A Unidade Básica de Saúde se constitui como a porta de entrada preferencial do SUS, possui um espaço privilegiado de gestão do cuidado das pessoas e cumpre papel estratégico na rede de atenção. Por isso, monitorar e avaliar seu desempenho e suas condições estruturais faz-se fundamental para mensuração de seu alcance e qualidade, de forma a contemplar o acesso e acessibilidade da população que necessita de atendimento diferenciado. Avaliou-se no estudo o acesso e a acessibilidade da estrutura das Unidades Básicas de Saúde por regiões do Brasil, analisando se estão de acordo como o preconizado pela Política Nacional de Atenção Básica. Trata-se de um estudo descritivo e transversal com base nos dados do 3o ciclo do PMAQ-AB. Avaliaram-se ao todo 30.346 Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Brasil. No componente Infraestrutura, 21,7% apresentam estrutura de funcionamento padrão divergente ao estabelecido para uma UBS. Das unidades avaliadas, 8% não apresentaram nenhum tipo de sinalização. A região Norte apresentou o pior desempenho para informações disponíveis aos usuários e para os indicadores referentes à acessibilidade, com uma única exceção em piso tátil para acesso as dependências da unidade. Quanto ao componente organizacional, 84,4% possuem horário fixo de funcionamento. Destaca-se que em todas as regiões do Brasil contabilizou-se apenas 450 unidades funcionando aos sábados e 196 aos domingos. Apenas 46,3% das unidades mantêm todas as suas atividades no horário do almoço. Os resultados deste estudo permitiram identificar e analisar os componentes organizacionais e de infraestrutura das unidades básicas de saúde do Brasil. Houve disparidade nos achados encontrados em âmbito nacional, demonstrando as diferenças regionais quanto ao acesso e acessibilidade, o que ressalta a necessidade de avanços. Na avaliação geral, o componente organizacional da estrutura aponta conformidade com o preconizado. Já no componente infraestrutura, a acessibilidade indicou percentuais que demandam avanços, fator que interfere diretamente no acesso do usuário ao serviço público de saúde.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Atuação da atenção primaria à saúde nas comunidades tradicionais indígenas e quilombolas no estado do Pará(2025-03-20) SOUZA, Mayk Auzier; MARTINS, Tracy Martina Marques; http://lattes.cnpq.br/6308790966854045; https://orcid.org/0000-0003-0250-2234Os povos e comunidades tradicionais possuem um modo de vida, produção e reprodução social que se relaciona principalmente ao meio ambiente e ao território que vivem. Os grupos se identificam com base em sua identidade étnica e no coletivo social. A Atenção Primária à Saúde (APS) é considerada a principal porta para a entrada no Sistema Único de Saúde (SUS), que proporciona o primeiro contato das pessoas, famílias e comunidades com os serviços públicos de saúde. Este trabalho objetivou descrever o atendimento especializado às comunidades tradicionais através da atuação da Atenção Primária à Saúde (APS). Para tal, realizou-se uma pesquisa bibliográfica através das bases de dados Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), considerando os seguintes descritores: “Atenção Primária à Saúde (APS)”, “APS e Comunidades Tradicionais” e “APS e Sistema Único de Saúde (SUS)”. A escolha desses termos visa aprofundar a compreensão sobre a atuação da APS no contexto das comunidades tradicionais, bem como seu papel estruturante dentro do SUS, à luz dos princípios da equidade, integralidade e universalidade preconizados pela política nacional. A proposta de atendimento médico móvel com especialistas surge como uma alternativa inovadora para enfrentar os desafios geográficos e logísticos enfrentados em regiões mais afastadas. Essa iniciativa busca integrar os cuidados primários com os especializados, levando atendimento de qualidade a populações que muitas vezes estão distantes dos centros urbanos. Para que essa proposta funcione de forma eficaz, é fundamental que os profissionais de saúde e os líderes locais conheçam bem a população que atendem, reconhecendo suas realidades, culturas e necessidades específicas. Além disso, é necessário mapear os serviços de saúde disponíveis e identificar estratégias que realmente façam a diferença no cuidado oferecido. A implementação dessa proposta depende de investimentos em infraestrutura, tecnologia e capacitação das equipes de saúde. Também é essencial que políticas públicas inclusivas sejam desenvolvidas e fortalecidas, garantindo que essas ações promovam, de fato, melhorias no acesso e na qualidade da atenção à saúde nas regiões mais remotas.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Uso dos serviços de saúde bucal no Brasil: resultados da pesquisa nacional de saúde, 2019(2023-06-01) CORRÊA, Anderson Roberto de Sales; LAREDO, Glória Beatriz dos Santos; http://lattes.cnpq.br/9473006583948796; SILVEIRA, Ana Daniela Silva da; http://lattes.cnpq.br/2723261181723326; https://orcid.org/0000-0001-7314-7693Este estudo teve o objetivo de identificar o acesso ao serviço de saúde bucal no Brasil. Foi realizado estudo do tipo seccional descritivo a partir da base de dados do PNS 2019, utilizando o software STATA 14, relacionando as condições de acesso ao serviço de saúde bucal com variáveis independentes através de teste qui-quadrado de pearson, associação por regressão logística no modelo bivariado e multivariado. Com base nos cálculos executados, obteve-se estimativa de 11 83.624.648 de usuários com acesso ao dentista em 12 meses. A população jovem apresentou maior acesso com 54,95% (IC95%:53,18-56,72). Usuários com 11 anos ou mais de estudos apresentaram frequência de 69,74 % (IC95%: 68,56-70,88), com associação positiva à medida que o nível de instrução aumenta. A maioria das consultas foram realizadas no âmbito privado (73,92%/IC95%: 72,42-75,36). A região Sul apresentou a melhor prevalência de acesso do País. Conclui-se que, apesar dos avanços nas políticas de saúde bucal no SUS, expansão e implementação da ESB, ainda é insuficiente para a demanda da população.