Navegando por Assunto "Áreas protegidas"
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Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Análise do car em áreas de proteção integral: na bacia hidrográfica do rio Xingu no estado do Pará(2025-11-27) SANTOS, Shayd da Silva; OLIVEIRA, Livânia Norberta de; https://lattes.cnpq.br/9967851444577561; https://orcid.org/0000-0003-2558-2855O presente estudo analisa a presença do Cadastro Ambiental Rural dentro de áreas de proteção integral na bacia hidrográfica do rio Xingu, no estado do Pará, abrangendo Terras Indígenas (TIs) e Unidades de Conservação de Proteção Integral (UCPI). O objetivo foi identificar como o CAR, criado para regularização ambiental, tem sido utilizado para legitimar ocupações irregulares e consolidar processos de grilagem verde. Foram utilizados dados do SICAR, MapBiomas, ANA e IBGE, processados no software QGIS, versão 3.40.8, referentes aos anos de 2004, 2014 e 2024. Os resultados indicam que 1.577 imóveis cadastrados no CAR apresentam sobreposição parcial e total em áreas protegidas, totalizando mais de 26 mil km², com 56% dos registros em UCPI e 2% em TIs. Verificou-se ainda, o aumento significativo das áreas de pastagem dentro de áreas protegidas, relacionado à expansão agropecuária. Conclui-se que a falta de checagem de documentação, como a demora na verificação dos documentos, desencadeia CAR ativos e pendentes, na qual o declarante consegue utilizar o CAR para comprovar grilagem de posse fundiária, conseguir crédito rural é utilizar a grilagem verde no âmbito de negócio. Recomenda-se a criação de uma trava geoespacial no SICAR e o fortalecimento da verificação documental, a fim de garantir a efetividade do CAR como instrumento de gestão e proteção ambiental.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Análise espaço-temporal da cobertura vegetal e uso da terra na reserva extrativista Marinha Caeté-Taperaçu, Bragança/PA(2019-01-10) LEÃO, Sheyla da Silva; ARAÚJO, Alan Nunes; http://lattes.cnpq.br/5369542452826838O manguezal é alvo de uma série de ameaças que resultam na diminuição da oferta de recursos naturais para as comunidades tradicionais e setores que dele sobrevivem. A Costa Amazônica destaca-se como a maior faixa contínua de manguezal do mundo, uma das mais expressivas zonas de produtividade biológica do país. Nela localiza-se a Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu, Unidade de Conservação Federal situada na planície costeira bragantina, Nordeste do Pará, município de Bragança. Este trabalho se propõe avaliar as alterações espaço-temporais face à criação da Unidade de Conservação mencionada. Para isso, realizou-se a uma análise espaço-temporal afim de identificar, classificar e comparar as classes de uso da terra na área de estudo, considerando imagens LANDSAT 5 e 8 dos anos: 1986, 2005 e 2018, avaliando-se cenários antes, durante e após a sua criação. Foi utilizado o método de Classificação orientada a objeto, determinando-se seis classes de uso, as quais deram origem ao mapeamento temático. Percebe-se que a dinâmica no ambiente de macromarés foi o fator ambiental que influenciou na perda e o ganho em área na maioria das classes de uso da terra identificadas. Foi possível inferir que as práticas extrativistas não têm influenciado de maneira expressiva nos processos ecológicos na área da RESEX.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) O conhecimento botânico como ferramenta para a conservação da biodiversidade da Ilha do Combú, Belém-Pará(2021-06-17) SILVA, Gabriele Monteiro da; CERQUEIRA, Roberta Macedo; http://lattes.cnpq.br/2863595777814509A Área de Preservação Ilha do Combú localizada na região metropolitana de Belém do Pará, apresenta uma grande riqueza vegetal e atrai pessoas de diferentes estados do Brasil por meio do turismo. O presente estudo avaliou o potencial da APA Ilha do Combú como espaço não-formal para o ensino-aprendizagem da Educação Ambiental e Botânica, como forma de reforçar a reflexão sobre o meio ambiente e sua preservação, assim como, considerando o importante papel das plantas nas mais variadas atividades de uma comunidade. Para isso, foi feito o levantamento do conhecimento da população frequentadora da Ilha do Combú por meio de questionários realizados na Praça Princesa Isabel, ponto de embarque para o espaço, em consonância com o levantamento bibliográfico. Concluímos que a população frequentadora detém pouco conhecimento acerca da biodiversidade vegetal, a importância das plantas para a comunidade e informações sobre a importância da proteção da Ilha. Verificamos, portanto, a necessidade de implementações de projetos voltados à educação ambiental dessa população que podem ser feitos atrelando o ensino de botânica, pois é uma ferramenta extremamente eficaz no que diz respeito à sensibilização e conscientização da sociedade quanto à preservação dos recursos naturais.