CANAN - Campus Universitário de Ananindeua
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Navegando CANAN - Campus Universitário de Ananindeua por Assunto "Açaí fibers"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Estudo fractográfico de compósitos de matriz polimérica reforçados com fibras de Açaí e Curauá(2021-10-07) COELHO, Dayse Natália Matos; CÂNDIDO, Verônica Scarpini; http://lattes.cnpq.br/8274665115727809; https://orcid.org/ 0000-0002-3926-0403; SILVA, Alisson Clay Rios da; http://lattes.cnpq.br/7389345867032737; https://orcid.org/ 0000-0001-9186-2287A necessidade de preservar o meio ambiente e de encontrar destinações dos resíduos dispostos ao ar livre, vem contribuindo para um maior interesse na utilização de materiais derivados de recursos renováveis e mais que isso, materiais sustentáveis associados a bons desempenhos mecânicos. Diante disso, nesse estudo foi utilizado as fibras do caroço do açaí, resíduo da agroindústria que gera um excesso de resíduos por ano e fibras de curauá, como recurso renovável em aplicação em compósitos poliméricos. O objetivo desse estudo foi desenvolver materiais compósitos através do método manual de fabricação, com matriz Poliéster Ortoftálica empregando reforço de fibras lignocelulósicas de açaí e curauá com comprimentos médios de 16 mm para fazer análises morfológicas das superfícies de fraturas. Os valores de fração mássica inserida foram de 50% de fibras de açaí, 50% de fibras de curauá e 50% híbrido, para 50% de resina e 1% de catalisador. Para isso, inicialmente foi feito a caracterização física de dimensionamento e densidade das fibras. Para a análise morfológica foram realizados rompimentos de 3 corpos de prova em direção uniaxial em uma prensa hidráulica de 15 toneladas da marca BOVENAU e levados para estudar a superfície de fratura através de análises macroscópicas e microscópicas dos corpos de prova, por meio de Microscopia Óptica – MO e Microscopia Eletrônica de Varredura – MEV. Os compósitos apresentaram uma boa adesão interfacial fibra/matriz, observadas pelo rompimento das fibras e presença de poucas bolhas, assim demonstrando potencial para um comportamento mecânico satisfatório, sendo aptos para realização de ensaios mecânicos e aplicações futuras.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Obtenção de celulose a partir de fibras do fruto do Açaí (Euterpe Oleracea Mart)(2025-12-10) COSTA, Leonardo José Biasi; CUNHA, Edinaldo José de Sousa; http://lattes.cnpq.br/8714515962963079; https://orcid.org/0000-0001-8047-6786Compósitos com biopolímeros reforçados com fibras naturais são conhecidos como biocompósitos. Tais materiais são grandemente estudados devido serem biodegradáveis e possuir um custo de produção menor em comparação a materiais utilizados em grande quantidade na indústria. O açaí se destaca nos estudos para essa aplicação por ser grandemente descartado a partir da extração do seu suco. Em vista disso, este trabalho busca caracterizar fibras de açaí, extraídas a partir do descarte e tratadas em diversos tipos de tratamento, para avaliar suas possíveis aplicações. Primeiramente, as fibras foram trituradas em micromoinho, localizado no Laboratório Labfilme, e posteriormente peneiradas em peneiras de 200 mesh. Em seguida, nas amostras separadas, foram feitos respectivamente, tratamentos alcalinos, com hidróxido de sódio (NaOH), branqueamentos, com peróxido de hidrogênio (H2O2) e hipoclorito de sódio (NaClO) e ácidos, com ácido sulfúrico (H2SO4), em concentrações diferentes. Ao final, foram obtidas 9 amostras, sendo elas nomeadas de FA1 a FA9, onde FA1 é a fibra sem tratamento, FA2 passou somente por tratamento alcalino, FA3, FA4 e FA5 passaram por tratamento alcalino e branqueamento a concentrações diferentes de peróxido de hidrogênio, FA6, FA7 e FA8 por tratamento alcalino, com concentrações diferentes de hidróxido de sódio e branqueamento com hipoclorito de sódio e a amostra final, FA9, por tratamento alcalino, branqueamento com hipoclorito de sódio e ácido. Após o fim dos tratamentos, as amostras foram analisadas a partir de Espectroscopia de Dispersão de Energia de Raios X (EDS), Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) e Difração de Raios X (DRX). A partir do EDS, foi analisada a amostra FA1, evidenciando a caracterização da composição da fibra, mostrou uma presença significativa de cálcio (Ca), carbono (C), oxigênio (O) e silício (Si). Com o DRX foi possível confirmar o aumento da cristalinidade após o tratamento. Já no MEV, notou-se uma melhor remoção da camada superior das fibras em FA6, FA7 e FA8 e em FA9 houve uma degradação maior das regiões amorfas da fibra, possibilitando a visualização de fibrilas finas e alongadas.