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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Análise da influência dos movimentos antivacina e da hesitação vacinal sobre a cobertura vacinal no Brasil nos últimos 20 anos: achados de uma revisão bibliográfica narrativa(2021-11-19) SOBREIRA, André Luís Rodrigues; LIMA, Sérgio Beltrão de Andrade; http://lattes.cnpq.br/9605804462479747; SOUSA, Aline Andrade de; http://lattes.cnpq.br/5581585210022226A vacinação é reconhecida como uma das intervenções em saúde pública mais bem sucedidas e com melhor custo-benefício, sendo responsável pela erradicação da varíola e pelo controle e prevenção de diversas doenças imunopreveníveis, como a poliomielite infantil, difteria, tétano e coqueluche, em todo o mundo. No Brasil, a partir do ano de 1973, foi formulado o Programa Nacional de Imunizações (PNI), regulamentado pela Lei Federal no 6.259, de 30 de outubro de 1975, e pelo Decreto nº 78.321, de 12 de agosto de 1976, que instituiu o Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SNVE), que por si só já permite uma uniformidade do calendário vacinal, a introdução sustentável de vacinas inovadoras, a padronização técnica e novas estratégias de vacinação de rotina. Todavia, o reaparecimento de doenças erradicadas como o sarampo em Roraima e no Amazonas em 2017, chama atenção para o evento da hesitação vacinal e, como ele pode ser originado a partir de notícias falsas, os movimentos antivacina. Objetivo: Analisar a influência dos movimentos antivacina e da hesitação vacinal sobre a cobertura vacinal no Brasil, em trabalhos publicados na literatura no período entre 2001 e 2021. Material e Métodos: O presente estudo trata-se de uma revisão narrativa, de caráter descritivo, com abordagem qualitativa. Os dados serão coletados a partir do levantamento bibliográfico nas bases de dados Lilacs, Scielo, Pubmed e Google acadêmico, utilizando os seguintes descritores: hesitação vacinal; anti-vacina; cobertura vacinal, com a finalidade de compilar as informações referentes à temática do estudo, no Brasil, nos últimos 20 anos (de 2001 a 2021). Resultados: Ao analisar os artigos é possível observar uma significativa redução da cobertura vacinal no território brasileiro, todavia as explicações dadas para esta retração são variadas, e há poucas pesquisas acadêmicas no que se refere a hesitação vacinal e fatos que podem levar a ela como as notícias falsas. Contudo aproximadamente 17% dos documentos avaliados, concordam que as fake news têm influência direta ou indireta no aumento da hesitação vacinal. Conclusão: A cobertura vacinal brasileira está em progresso de queda na última década, todavia não foi estabelecido relação direta com o evento de hesitação vacinal. No entanto, notícias falsas quanto à vacinação e movimentos antivacina podem impactar negativamente a chance de um indivíduo se vacinar. Por conseguinte, aproximar pessoas leigas sobre informações transparentes e positivas quanto a vacinação, como também evitar antagonizar os grupos contrários à imunização, pode minimizar o impacto das fake news e produzir um espaço virtual mais receptivo à vacinação.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Análise da prevalência de enteroparasitoses em PVHA atendidos no Centro de Testagem e Aconselhamento - CTA de Altamira-PA(2021-11-18) EVANGELISTA, Bruno da Silva; SANTOS, Eliaquim Almeida dos; GOMES, Sean Hermínio dos Santos; LAURENTINO, Rogério Valois; http://lattes.cnpq.br/1614212724390938As enteroparasitoses possuem importância especial frente ao quadro de imunodeficiência entre as PVHA. A sua presença se associa com o suporte sanitário débil nos países subdesenvolvidos e representa importante causa de adoecimento em nível mundial. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a prevalência de enteroparasitoses em PVHA assistidas pelo Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) de Altamira, Pará. Foram incluídos no estudo 104 pacientes, cujos dados foram agrupados em categorias para análise de associação (teste G) e de correlação (teste phi de correlação). A prevalência de enteroparasitoses foi de 33,65% e os resultados sugerem associação entre faixa etária e enteroparasitoses (p = 0,0486). A prevalência de enteroparasitoses na população PVHA é similar à encontrada em outros testudos e houve predominância em pacientes com renda salarial média de um salário mínimo. Os dados levantados no trabalho são pioneiros e representam aspectos importantes no controle de enteroparasitoses em PVHA.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Análise da relação entre os níveis de vitamina d, esteroides sexuais e densidade mineral óssea de homens com síndrome lipodistrófica associada ao HIV(2019-05) AGUIAR, Emanuel Rodrigues; XAVIER, Pedro Paulo Dias; LIBONATI, Rosana Maria Feio; http://lattes.cnpq.br/3818175484709618; https://orcid.org/0000-0002-1425-7806Estima-se que 400 milhões de pessoas no mundo e 760 mil no Brasil sejam portadoras do HIV. Após a introdução da HAART em 1996, houve muitas mudanças no perfil das doenças associadas ao HIV nas quais a síndrome do emaciamento e as doenças oportunistas deram lugar a outras condições como a Lipodistrofia. Esta última, com prevalências que variam de 8-84% na literatura, é caracterizada uma redistribuição patológica da gordura corporal e vem se associando a uma série de patologias endocrinometabólicas como diabetes, dislipidemia, hipogonadismo, hipovitaminose D, osteopenia, osteoporose. Vários estudos correlacionam o HIV à perda de densidade óssea, ao hipogonadismo e à hipovitaminose D. Contudo, poucos abordam a relação intrínseca entre esses fatores e ainda são bastante controversos para criar novos screenings e terapêuticas. Portanto, o objetivo principal do estudo foi correlacionar os níveis de esteroides sexuais, vitamina D e a densidade mineral óssea de homens com lipodistrofia associada ao HIV. O estudo atual reuniu 36 pacientes homens HIV+, usuários de TARV, com diagnóstico de lipodistrofia. Os pacientes passaram por exame clínico para diagnosticar a forma da lipodistrofia e exames complementares, como dosagens de vitamina D, esteroides sexuais, gonadotrofinas, paratormônio e prolactina. Foram submetidos ainda à realização de densitometria óssea em dois sítios. A análise estatística obedeceu 95% como o nível de confiança. O estudo obteve que os homens HIV+ com lipodistrofia apresentaram menor densidade mineral óssea e maior prevalência de osteopenia e osteoporose em relação a homens saudáveis. Obtiveram associação significativa com o escore T apenas o tempo de diagnóstico do HIV e os níveis de estradiol. Quando as variáveis foram correlacionadas à forma clínica de alteração densitométrica óssea, apenas estradiol e tempo de TARV obtiveram associação estatística significativa, enquanto o FSH apresentou apenas tendência. Em relação ao hipogonadismo, os homens do estudo apresentaram prevalência maior em relação a homens saudáveis, predominando a forma hipogonadotrófica. Além de não influenciarem na densidade mineral óssea, os níveis de Vitamina D e de testosterona livre não se mostraram estatisticamente correlacionados entre si no estudo. Conclui-se que os principais fatores associados à perda de DMO foram baixo estradiol, maiores tempos de diagnóstico do HIV e de TARV.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Análise de casos de tuberculose em um estado da Amazônia brasileira entre 2017 a 2021(2023-12-13) BEZERRA, Antônio Marcos Almeida; COELHO, Aldine Cecília Lima; http://lattes.cnpq.br/1301455016936905; https://orcid.org/0000-0001-7467-6781; LIMA, Sérgio Beltrão de Andrade; http://lattes.cnpq.br/9605804462479747; https://orcid.org/0000-0002-9531-2482Sendo admitido que os primeiros casos tenham ocorrido de fato em múmias egípcias, há mais de 5000 anos a. C., a tuberculose é uma doença histórica, causada pelo Mycobacterium tuberculosis que cursa, principalmente, com sintomas como febre, sudorese noturna e perda de peso e que nos dias atuais ainda é um grande desafio e uma das principais doenças infecciosas. Diante disso, o presente trabalho, cujo o título é “Análise de casos de tuberculose em um estado da Amazônia brasileira entre 2017 e 2021” visa avaliar o perfil clínico epidemiológico dessa doença nas mesorregiões, uma vez que ela é uma das principais comorbidades relacionadas à pobreza, com altas incidências no Brasil e no Pará causadora de grandes impactos na qualidade de vida dos acometidos e no serviço de saúde. Portanto, trata-se estudo epidemiológico do tipo descritivo de caráter transversal com abordagem quantitativa que foi realizado através do levantamento de dados secundários referentes aos casos de tuberculose provenientes do Sistema de Informação de Agravos de Notificação e da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas. Os dados coletados foram tabulados com o auxílio do programa de planilhas eletrônicas MS Office Excel ® e analisados por meio do software BIOESTAT, versão 5.3. Foram notificados, a partir do Sistema de Informação de Agravos de Notificação, coletados no dia 25 de julho de 2023, no período de 2017 a 2021, um total de 25.053 casos confirmados de tuberculose em todo o estado do Pará, com uma distribuição diferente dos casos por mesorregião. As duas mesorregiões que apresentaram o maior número de casos confirmados foram, mesorregião Metropolitana de Belém e Nordeste Paraense, enquanto que os menores números foram registrados no Sudoeste Paraense e Marajó. As maiores incidências são nas mesorregiões Metropolitana de Belém e Nordeste Paraense. A mesorregião que apresentaram maior percentual de letalidade da infecção pela tuberculose é o Sudoeste Paraense. Durante o período analisado, a Mesorregião Metropolitana de Belém apresentou maior número de notificações relacionado ao fato de a região possuir a maior concentração econômica e ter um aglomerado populacional maior e demonstrou uma tendência de notificação decrescente entre 2019 e 2020, que coincide com o período da pandemia de covid-19, o que pode ser fruto da subnotificação de casos. Foi observado que o Sudoeste Paraense apresentou a maior letalidade e a Metropolitana de Belém a menor letalidade, o que pode estar relacionado com a cobertura dos serviços de saúde. Concluindo-se que da pandemia da COVID-19 intensificou os desafios para o combate à Tuberculose no Pará e pode ter acarretado subnotificações de casos.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Análise dos aspectos epidemiológicos dos portadores de hepatites b e c no estado do Pará(2019-05) GONÇALVES, Felipe André Brito; SILVA, Lucas Pereira da; BRILHANTE, Vânia Cristina Ribeiro; http://lattes.cnpq.br/4814378694550204INTRODUÇÃO: As hepatites virais são doenças infeccionas sistêmicas frequentemente silenciosas, onde os sinais e sintomas tornam-se evidentes somente após a doença ter causado graves afecções ao fígado. São provocadas por diferentes vírus que possuem tropismo pelo fígado, com características epidemiológicas, clínicas e laboratoriais diversificadas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (2017) cerca de 390 milhões de pessoas no mundo vivem com infecção crônica pelo vírus da hepatite B - HBV (240 milhões) ou pelo vírus da hepatite C - HCV (150 milhões). OBJETIVOS: o objetivo do presente estudo foi descrever o perfil epidemiológico e laboratorial dos pacientes portadores do vírus da hepatite B e C. Mais especificamente comparar as variáveis do perfil epidemiológico (sexo e faixa etária) e laboratoriais (provas hepáticas) entre os grupos de pacientes portadores do vírus da hepatite B e C assistidos pelo ambulatório de hepatites do Núcleo de Medicina Tropical (NMT) da Universidade Federal do Pará (UFPA). METODOLOGIA: Trata-se de um estudo transversal epidemiológico, analítico comparativo, desenvolvido a partir da utilização de dados secundários (prontuários médicos) do Ambulatório de Hepatites do NMT/UFPA.A coleta de dados inclui as seguintes variáveis: epidemiológicas (sexo, idade, faixa etária e padrão da elastografia hepática); variáveis laboratoriais (hemoglobina, leucócitos, plaquetas, ureia, creatinina, AST, ALT, relação AST/ALT, GGT, Fosfatase Alcalina, Bilirrubinas Totais e Frações, Colesterol Total e Frações, triglicerídeos e glicemia. RESULTADOS: A amostra foi composta por indivíduos com Hepatite C (67,11%) e Hepatite B (32,89%). Pode-se observar também, que a prevalência da doença foi mais prevalente no sexo masculino (63,16%) e em pessoas com idade entre 50 e 60 anos (39,47%).A análise comparativa do perfil epidemiológico e laboratorial entre os dois grupos de hepatites virais (Hepatite C e Hepatite B) revelou que não houveram diferenças estatisticamente significantes entre os dois grupos, no que diz respeito as variáveis epidemiológicas (Sexo e Idade). No entanto, houve diferença significativa no perfil laboratorial, especificamente nas provas de função hepática nos valores de AST (p<0.0001) e ALT (p=0.003). Pode-se evidenciar que no grupo de indivíduos com Hepatite C as transaminases foram significativamente mais elevadas e fora dos valores considerados normais. CONCLUSÃO: através dos resultados do presente estudo, pode-se observar que os casos de hepatites mais frequentes na amostra foram os do tipo C, sendo mais frequente em homens, em idade próxima aos 50 anos. Não foi identificada diferença no perfil epidemiológico entre os grupos de hepatite B e C, somente nos valores de AST e ALT, significativamente mais elevados em paciente com hepatite C.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Aspectos clínicos, epidemiológicos e ambientais da leishmaniose tegumentar americana na Amazônia brasileira(2025-03-21) BANDEIRA, Geisa Carvalho; COELHO, Aldine Cecília Lima; http://lattes.cnpq.br/1301455016936905; https://orcid.org/0000-0001-7467-6781; ALBARADO, Kaio Vinícius Paiva; http://lattes.cnpq.br/0329177830187385; https://orcid.org/0000-0002-0687-7124As leishmanioses são zoonoses que fazem parte do grupo de doenças tropicais negligenciadas (DTN) uma vez que ocorrem nos países mais pobres e atingem as populações extremamente vulneráveis das Américas, África e Ásia. Este estudo investigou os aspectos clínicos, epidemiológicos e ambientais da Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA) na Região de Integração do Xingu, no Pará, Brasil, entre 2009 e 2021, com o objetivo de analisar a distribuição dos casos, calcular as taxas de incidência e relacionar as mudanças ambientais e climáticas com a ocorrência da doença. Trata-se de uma pesquisa de caráter ecológico, que utilizou dados secundários do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), além de informações sobre desmatamento, focos de calor e uso do solo obtidas pelo Anuário Estatístico da Fadespa e Mapbiomas respectivamente. Foram analisadas variáveis sociodemográficas, clínicas, ambientais e climáticas, utilizando métodos estatísticos descritivos e correlação de Pearson para identificar possíveis associações. Os resultados mostraram 8.181 casos de LTA no período, com maior incidência em homens (78,22%), pardos (69,18%) e na faixa etária de 20 a 39 anos (47,99%). A forma clínica predominante foi a cutânea (97,73%), com alta taxa de cura (86,52%). Os municípios de Medicilândia, Uruará e Altamira apresentaram os maiores números de casos. Observou-se um aumento significativo no desmatamento, com destaque para Vitória do Xingu (805,36%), Pacajá (615,83%) e Brasil Novo (538,52%), além de um pico de focos de calor em 2017 (9.348 casos). A análise climática revelou uma temperatura média anual de 25,9°C e precipitação de 170,9 mm, com uma queda de 5% na umidade relativa do ar entre 2010 e 2015. A correlação forte negativa entre umidade e desmatamento (r = -0,841) sugeriu que alterações microclimáticas podem potencializar a transmissão da LTA. Concluiu-se que a expansão de atividades agropecuárias, urbanização e grandes projetos de infraestrutura, como a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, podem ter contribuido para os casos de LTA na região de estudo, facilitando a proliferação de flebotomíneos. Este estudo destacou a necessidade de políticas públicas integradas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, para mitigar os impactos ambientais e de saúde na região amazônica.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Aspectos epidemiológicos da tuberculose no estado do Pará, Brasil, no período de 2011 a 2021.(2023-12-13) COSTA, Cosmo de Sousa; FERREIRA, Denis Vieira Gomes; http://lattes.cnpq.br/2392198150359061; https://orcid.org/0000-0002-2074-7246Introdução: A tuberculose (TB) é uma doença infecciosa que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, incluindo o Brasil. Fatores sociais, como a baixa renda, más condições de moradias e comorbidades como diabetes tipo II, paciente que vive com HIV/Aids estão relacionados à maiores taxas de infecção. O Pará é um estado que apresenta alta incidência de tuberculose, portanto, é imprescindível conhecer os aspectos epidemiológicos da doença na região. Objetivo: Descrever as características epidemiológicas dos casos de TB notificados no estado do Pará; identificar fatores de risco para a TB; Analisar a tendência temporal dos casos de tuberculose. Metodologia: Análise dos dados disponíveis em bancos de dados oficiais, como o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/TABNET) registrados durante o período de janeiro de 2011 a dezembro de 2021. Análise dos resultados por meio de cálculo de taxa de incidência, média, mediana, desvio padrão, teste de coeficiente de correlação temporal linear de Pearson, teste de associação Qui- quadrado e cálculo de intervalo de confiança de 95% (IC95%). Assim como elaboração de mapas temáticos feito pelo QGIS. Foi estabelecido um nível de significância estatística de 0,05. Resultados: Aumento da tendência temporal da taxa de incidência com moderada correlação (r=0,55). Maior concentração de casos em microrregiões com grandes aglomerações populacionais, assim como ser do gênero masculino, de raça preto/pardo, em idade economicamente mais produtivo, de baixa escolaridade. Além disso, há tendência temporal crescente no número de casos em idosos e populações vulneráveis como pessoas privadas de liberdades (PPL). Tendência decrescente de aderência ao tratamento entre os casos novos diagnosticados. Por fim, como desfecho observa-se um aumento temporal dos casos que optaram por abandonar o tratamento. Conclusão: Na análise dos dados observou-se que o aumento da taxa de incidência segue em consonância com o aumento da média nacional, sobretudo, a partir de 2015 tendo um pico em 2019. Assim como aumento no número de casos em idosos. Dessa forma, é mister o fortalecimento de políticas públicas voltadas a atenção básica, assim como, amplificar formas que buscam maximizar os desfechos de curas e diminuir taxas de abandonos.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Aspectos epidemiológicos da tuberculose no território indígena do médio Xingu na jurisdição do Dsei - Altamira-Pa(2024-10-04) SILVA, Beppry Xikrin; FREITAS, Lagerson Mauad; http://lattes.cnpq.br/3800005439730262; https://orcid.org/0000-0001-7195-9380; DAMASCENO, Osvaldo Correia; http://lattes.cnpq.br/5776172516395343No âmbito da saúde indígena nas comunidades do Médio Xingu, os casos de tuberculose vêm aumentando consideravelmente, descoberta só foi possível devido coleta de dados realizada pelas equipes multidisciplinares do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) de Altamira. O aumento de casos dessa patologia pode estar relacionado com alguns fatores culturais, como e com a falta de informações sobre medidas preventivas por parte da equipe de saúde o que dificulta a terapêutica e o acompanhamento dos indígenas em tratamento. A dificuldades de rastreamento dos pacientes indígenas, vivem em locais de difícil e a forma com que eles se locomovem para outras aldeias impede o acompanhamento. Em algumas comunidades, as casas são muito fechadas e com pouca circulação e ventilação de ar, e a convivência a longo prazo pode ser um fator de risco para a propagação dos casos de tuberculose. Por isso, é necessário construir ferramentas que facilitem o tratamento e o controle por parte das equipes multidisciplinares de saúde indígena.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Bactérias isoladas em casos de diarréia em pacientes com HIV/AIDS, internados no hospital universitário João de Barros Barreto, no período de janeiro a setembro de 1994(1994-12-20) CASCAES, Ana Pacheco Ribeiro; CASCAES, Victor Maciel; SOARES, Maura Denize Mendes; BRÍGIDO, Helena Andrade Zeferino; http://lattes.cnpq.br/5127932660083301Amostras de fezes colhidas através do Swab Retal no meio de Cary-Blair de 38 pacientes com HIV/AIDS que apresentavam diarreia, internados no hospital universitário João de Barros Barreto (H. U.J.B.B.) no período de janeiro a setembro de 1994. Foram preenchidos dados referentes aos pacientes sobre: sexo, idade, fator de risco, data da positividade da sorologia anti-HIV, se notificado a data da notificação, resumo clínico direcionado ao trato gastrointestinal e sobre o uso de antibióticos antes da internação (ANEXO 1). Foram excluídos aqueles que fizeram uso de antimicrobianos nas 48horas que antecederam a internação. As amostras eram encaminhadas ao Instituto Evandro Chagas para realização de coprocultura. Entre os 38 pacientes analisados, 34 (89,5%) eram do sexo eram do sexo masculino, 29 (76,4%) pertenciam a faixa etária de 20 a 44 anos. Com relação ao fator de risco, houve predomínio de homossexuais, totalizando 14 casos (36,9%). Das amostras de fezes analisadas foram obtidos 19 tipos de bactérias com um total de 85 isolamentos. Entre as bactérias consideradas enteropatogênicas para o homem foram detectadas neste estudo: Escherichia Coli Enteroinvasora, 2 Pseudomas, 2 Salmonellas e 2 Shigellas. Os dados obtidos foram correlacionados com a literatura pesquisada, chegando-se a conclusão de que as bactérias podem ser agentes causais da diarreia em pacientes com HIV/AIDS, por isso devem ser investigadas, e que a coprocultura é um método simples que deve ser utilizado para o isolamento desses agentes.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Correlação da expressão gênica de TBET, GATA3 E FOXP3 com o desenvolvimento de mielopatia em pacientes portadores do HTLV-1(2019-05) OLIVEIRA, Allef William França de; SOUSA, Michel Douglas Silva de; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973; https://orcid.org/0000-0002-0616-3543O vírus linfotrópico de células T humano do tipo 1 (HTLV-1) é um vírus endêmico em nossa região. Está associado ao desenvolvimento de diversas doenças e sintomas incapacitantes, a exemplo da Mielopatia Associada ao HTLV-1 (PET/MAH). A expressão gênica dos fatores de transcrição TBET, GATA3 e FOXP3, no desenvolvimento da mielopatia, aparenta ser determinante ao curso da doença. Este estudo, de caráter observacional, analítico e transversal, visou quantificar a expressão gênica desses fatores de transcrição nos pacientes, portadores do HTLV-1, que manifestaram mielopatia, em seus graus de evolução clínica. Participaram, desta pesquisa, pacientes, maiores de dezoito anos, diagnosticados com HTLV 1, atendidos e acompanhados no Laboratório de Clínica e Epidemiologia de Doenças Endêmicas, do Núcleo de Medicina Tropical da UFPA. Foram coletados dados clínicos e amostras de sangue dos pacientes para posterior isolamento e quantificação do RNA para síntese de cDNA e, em seguida, quantificar a expressão gênica de β-Actina, GAPDH, TBET, GATA3 e FOXP3. Os resultados mostraram 76 pacientes, sendo 39,47 % pacientes com PET/MAH, 35,53% Assintomáticos e 25% Monossintomáticos/Oligossintomáticos (MOS). Na correlação dos fatores de transcrição com as formas clínicas, houve maior expressão de TBET nos pacientes com PET/MAH, sem significância estatística (p=0.4282); os fatores GATA3 e FOXP3 se expressaram mais nos assintomáticos, com predomínio de GATA3 (P=0.0007). O GATA3 quando relacionado com o FOXP3, apresentou predomínio significativo nos indivíduos assintomáticos (p=0,0019) e MOS (p=0,0209). Conclui-se que o fator GATA3 parece ser determinante a um curso clínico diferente na evolução da mielopatia associada ao HTLV-1 (forma incompleta).