Faculdade de Medicina - CALTA
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Navegando Faculdade de Medicina - CALTA por CNPq "CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::PSIQUIATRIA"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Os impactos da pandemia de coronavírus na saúde mental de brasileiros diagnosticados com COVID-19: comparação dos sintomas de depressão, ansiedade, insônia e transtorno de estresse pós-traumático com indivíduos não diagnosticados(2023-12-14) SILVA, Sumayla Gabrielle Nascimeto da; SANTOS, Ozélia Sousa; http://lattes.cnpq.br/0732396645940620Os impactos da pandemia de COVID-19 na saúde mental de sobreviventes são pouco conhecidos, principalmente no que diz respeito à ocorrência de problemas psicológicos como os transtornos como depressão e ansiedade. Neste estudo, avaliamos os impactos sobre a saúde mental de sobreviventes brasileiros não infectados ou assintomáticos pela COVID-19. Trata-se de um estudo transversal coletando informações por meio de formulário eletrônico de janeiro a maio de 2021. A amostra foi composta por 1.334 pessoas e foram divididos em dois grupos: caso – com indivíduos que relataram um diagnóstico positivo da doença, com ou sem sintomas – e controle – que relataram não ter sido diagnosticados com COVID-19 e não apresentaram nenhum sintoma durante o período de coleta. Os Instrumentos validados utilizados para investigar sintomas de depressão (Questionário de Saúde do Paciente), ansiedade (Transtorno de Ansiedade Generalizada-7), transtorno de estresse pós-traumático (Checklist de Transtorno de Estresse Pós-Traumático) e insônia (Índice de Gravidade da Insônia). Os dados foram apresentados como desvio padrão ou mediana e intervalos interquartis. O teste qui-quadrado foi aplicado para significância estatística entre variáveis categóricas, considerando um p < 0,05. Em relação aos níveis de estresse pós-traumático, os grupos caso e controle não apresentaram diferenças (p = 0,82). Os resultados da pesquisa indicaram que não houve uma correlação estatística entre o grupo que foi afetado pelo vírus e o grupo que não foi afetado pelo vírus em termos de depressão (p = 0,9) e ansiedade (p = 0,7). Enquanto isso, os níveis de insônia (p = 0,02) demonstraram uma correlação estatística entre os grupos. A prevalência do transtorno mental analisando distúrbios de saúde foi semelhante entre os dois grupos. Em conclusão, a população de sobreviventes da infecção por COVID-19 tende a mostrar pouca diferença em termos de desenvolvimento de transtorno de estresse pós-traumático, ansiedade e depressão quando comparados a indivíduos não infectados. Por outro lado, distúrbios como a insônia são mais prevalentes e apresentam uma diferença significativa entre os grupos, aparecendo mais em indivíduos infectados.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Síndrome de burn-out em docentes no Brasil: uma revisão de literatura(2021-11-18) PARENTE, Mariellen Aguiar; BARBOSA, Nathália Kemilly Ferreira; LAURENTINO, Rogério Valois; http://lattes.cnpq.br/1614212724390938O ofício de professor sofreu muitas modificações ao longo do tempo. O ato de ensinar se tornou um grande desafio, afinal, atualmente, as múltiplas funções que competem a esse profissional podem gerar períodos de estresse em demasia, o que pode vir a se tornar um estado patológico. Em virtude disso, o estresse crônico está associado diretamente com o desenvolvimento da Síndrome de Burn-out (SB). Sabe-se que a profissão docente é uma das mais acometidas pela Síndrome, nesse viés, pode-se destacar como principais consequências de Burn-out em professores o maior absenteísmo, diminuição da qualidade de ensino e relação fragilizada com os alunos, além do comprometimento da sua vida pessoal e social. Em virtude dos impactos tanto físicos quanto psíquicos para o profissional da educação, definiu-se como objetivo deste estudo a análise da prevalência da Síndrome de Burn-out em docentes no Brasil. O estudo foi realizado através de uma revisão integrativa, a partir da qual foram selecionados 25 artigos nas bases de dados PubMed, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde e Scientific Electronic Library Online, nas línguas portuguesa, inglesa e espanhola dos últimos 10 anos (2011-2020), a fim de analisar a prevalência de Burn-out em docentes no Brasil e de identificar o perfil sociodemográfico e laboral desses docentes acometidos pela Síndrome. No que tange às variáveis sociodemográficas, notou-se uma predominância de mulheres no ambiente docente; a média de idade dos indivíduos variou de 32,2 a 50,55 anos; e, quanto ao estado civil, a grande maioria era casado ou mantinha união estável. Ademais, a média do tempo de docência foi de 11 a 25,96 anos, enquanto a média de horas semanais trabalhadas esteve entre 28,24 a 45,8 horas. Notou-se grande variabilidade dos resultados obtidos, o que dificultou a análise comparativa da prevalência da SB no público em questão. Relacionando os dados sociodemográficos e laborais com a Síndrome, denota-se que há uma relação de maior Exaustão Emocional (EE), Realização Pessoal (RP) e Culpa em mulheres e maior Despersonalização (DP) e Indolência no sexo masculino. Ademais, os docentes solteiros apresentaram maior RP, porém, maior EE; por outro lado, os casados ou em união estável mostraram-se menos suscetíveis à SB. Por fim, os docentes mais jovens, com maior carga horária de trabalho e que atuam na rede pública de ensino apresentaram maior predisposição ao Burn-out. Em virtude da relevância da Síndrome de Burn-out no comprometimento do bem-estar dos docentes e, consequentemente, da educação, torna-se imprescindível estudos mais robustos para uma melhor avaliação e correlação de dados.