Navegando por Orientador "SILVA, Karina Dias da"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Prevalência da síndrome de Burnout e qualidade do sono em docentes da Universidade Federal do Pará (Campus Universitário de Altamira)(2023-07-11) SOUZA, Welington Ribeiro de; PICINATO, Maria Cecília; http://lattes.cnpq.br/7203944414283267; SILVA, Karina Dias da; http://lattes.cnpq.br/2271768102150398; https://orcid.org/0000-0001-5548-4995O estresse ocupacional crônico pode resultar num estado de exaustão emocional, mental e físico, conhecido com Burnout, assim como pode estar associado ao surgimento ou agravamento de algumas doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e distúrbios do sono. O sono é uma função fundamental de sobrevivência humana e da saúde física e mental, logo o seu transtorno causa sofrimento clínico significativo. Por vezes os distúrbios do sono estão associados com ansiedade, depressão e a síndrome do esgotamento profissional. Os docentes de universidades públicas passam por uma jornada de trabalho exaustiva, tendo em vista as diversas contribuições em diferentes áreas. Assim, este estudo teve como objetivo avaliar a prevalência da Síndrome de Burnout e fatores de risco para as DCNTs e suas correlações com distúrbios do sono entre docentes da Universidade Federal do Pará Campus Universitário de Altamira. Foram entrevistados 50 docentes, utilizando como ferramentas três questionários de cunhos investigativos, a saber: Sociodemográfico, questionário para avaliar a qualidade do sono - Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI) e questionário para avaliar sintomas de Burnout - Maslach Burnout Inventory (MBI). Da amostra total 48% dos docentes apresentaram qualidade do sono ruim e 22% distúrbios do sono, quanto a amostra com sintomas de Burnout, 44% dos docentes apresentam possibilidade de desenvolver, 18% estão na fase inicial e 8% apresentam o Burnout instalado. O estudo identificou docentes em vários estágios, assim seria importante conversas com todos os docentes sobre a síndrome, visando que sejam feitos o diagnóstico e a prevenção e o tratamento dela, pois a qualidade de vida dos professores afeta a sua atuação na docência.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Riqueza e abundância de Heteroptera (Nepomorpha e Gerromorpha) em riachos com cachoeira do cerrado Mato-grossense(2023-06-30) SANTOS, Jaciane Correa dos; SILVA, Karina Dias da; http://lattes.cnpq.br/2271768102150398; https://orcid.org/0000-0001-5548-4995Nosso objetivo foi avaliar a diferença de riqueza e abundância de gêneros de Heteroptera aquáticos (Nepomorpha) e semiaquáticos (Gerromorpha) a montante, a jusante e nas cachoeiras em três córregos no Cerrado. Os Heteroptera foram coletados em três córregos no Cerrado que possuem cachoeiras, localizados na região leste do estado de Mato Grosso, foram amostrados indivíduos em cada córrego a montante (M), a jusante (J) e na cachoeira (CH) nos anos de 2010 e 2011. Em cada córrego, as coletas a M, a J e na CH, foram realizadas a distância mínima de 50 m da queda d’água. Nos pontos a J e M, demarcamos transectos de 100 m lineares em cada um dos córregos, subdivididos em 20 segmentos de 5 m de comprimento. Os Nepomorpha (aquáticos) foram coletados com auxílio de um rapiché e os Gerromorpha (semiaquáticos) com auxílio de um coador. Foram identificados no total 1359 indivíduos, 778 a jusante, 552 a montante, 29 na cachoeira, distribuídos em nove famílias e 20 gêneros. Analisando as infra-ordens (Gerromorpha e Nepomorpha) separadamente, Gerromorpha contribuiu com 1153 indivíduos e Nepomorpha com 226 indivíduos. Os ambientes a jusante (J) e a montante (M), apresentaram maior riqueza e abundância estimada de Heteroptera em comparação a cachoeira. No entanto, a riqueza estimada na montante e jusante não diferiu entre si. A maior riqueza de Gerromorpha a jusante pode estar relacionada ao isolamento estabelecido pela cachoeira, pois esse grupo possui vários representantes braquípteros (sem asa), o que torna restrita capacidade migratória. E a ausência nas cachoeiras, é devido a esses insetos não possuírem estruturas adaptadas as paredes e a queda d’água da cachoeira. Já para Nepomorpha esses dois ambientes apresentaram riqueza similar.