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Navegando por Orientador "RUA, Robson Borges"

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  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    A educação como instrumento de transformação: relatos de uma trajetória de superação
    (2026-07-21) ALEIXO, Daniele Costa; RUA, Robson Borges; http://lattes.cnpq.br/7339534694238282; https://orcid.org/0000-0002-9070-7098
    Este Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado no formato de Memorial Acadêmico, analisa e relata a trajetória educacional e pessoal da autora até a conclusão da Licenciatura em Letras - Língua Portuguesa pela Universidade Federal do Pará. A narrativa reconstrói um percurso marcado por vulnerabilidades sociais, superação de desafios estruturais de gênero e classe, interrupções escolares decorrentes de casamento precoce e a posterior retomada dos estudos por meio da Educação de Jovens e Adultos. Aborda-se, ainda, a vivência no ensino superior, os impactos da pandemia de COVID-19, os desdobramentos na saúde mental e as estratégias de resiliência e autonomia no ensino individualizado até a integralização do curso. Fundamentando-se em autores como Paulo Freire, Pierre Bourdieu e Heleieth Saffioti, o estudo reflete sobre o papel da educação pública enquanto prática de liberdade, emancipação e agente de transformação social e subjetiva.
  • Trabalho de Curso - Graduação - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    A funcionalidade do item lexical “Confia” como forma não canônica de negação na rede social X
    (2025-09-11) BATISTA, Paulo Renan Farias; RUA, Robson Borges; http://lattes.cnpq.br/7339534694238282; https://orcid.org/0000-0002-9070-7098
    O presente trabalho realiza uma discussão a respeito do fenômeno da negação, sobretudo no que se refere ao item “confia”, o qual, a depender do contexto e da intenção comunicativa, assume valor de negação, tendo em vista que tal recurso não se restringe apenas aos advérbios considerados canônicos no português brasileiro. Objetiva-se analisar e discutir o papel da unidade “confia” como forma de negação não canônica em interações discursivas na rede social X. A pesquisa é de caráter qualitativo, uma vez que a análise e interpretação dos dados coletados configuram-se como aspectos fundamentais para a construção de significados. Como constructo teórico utiliza-se autores, como Givón (1995), Martelotta e Areas (2003), Bybee (2010), Rosário (2022) e Oliveira (2020), que investigam a língua a partir de uma faceta funcionalista, em que tal organismo é maleável e motivado e, por isso, sofre alterações de acordo com as intenções e necessidades de cada falante. Nessa lógica, este artigo justifica-se pela pretensão de compreender como termos linguísticos, os quais apresentam estado de negação, por intermédio de atos expressivos comunicativos, alteram-se à vista de uma demanda linguística. Dessa forma, é mister pontuar que a língua não se constitui como um sistema engessado e autônomo, posto que os falantes são altamente expressivos e, por esse motivo, ao recrutarem e reciclarem formas já estabelecidas, modificam tal estrutura em função de seus objetivos discursivos, fato que demonstra a essencialidade entre língua e comunicação.
  • Trabalho de Curso - Graduação - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    A metáfora no livro didático nos anos finais do ensino fundamental: uma análise funcional
    (2025-09-15) SANTOS, Gabriely Ferreira; RUA, Robson Borges; http://lattes.cnpq.br/7339534694238282; https://orcid.org/0000-0002-9070-7098
    Este estudo tem por objetivo investigar o conceito de metáfora na educação básica, bem como contribuir para a ampliação dos estudos funcionalistas na área do ensino. A pesquisa, de natureza bibliográfica e qualitativa, fundamenta-se em abordagens teóricas do funcionalismo, do cognitivo-funcional e na concepção de metáfora para além dos textos literários, considerando também os princípios que sustentam o livro didático selecionado. Para a coleta de dados, realizou-se uma pesquisa de campo, por meio de um questionário aplicado a alunos do primeiro ano do Ensino Médio em uma escola da rede pública do município de Abaetetuba. Os resultados revelam como os estudantes compreendem a metáfora nos textos escolares e em contextos reais de uso. A primeira parte do trabalho apresenta uma análise teórica entre o livro didático e os estudos funcionalistas, buscando compreender as diferenças entre os materiais. A segunda parte, dedica-se à análise das respostas obtidas e à relação com as concepções de ensino que os alunos estão desenvolvendo. Conclui-se que a metáfora, na educação básica, ainda é vista predominantemente como figura de linguagem, mas pode ser ressignificada por meio de abordagens mais contextualizadas. O funcionalismo, ao considerar o uso real da língua, oferece uma alternativa promissora para o ensino.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    A relação metafórica do termo 'canoa' na construção da predicação
    (2025-09-11) LOBATO, Mayara de Fátima dos Santos; FERREIRA, Antônio Bruno Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/1222144281572089; https://orcid.org/0000-0001-5892-1994; RUA, Robson Borges; http://lattes.cnpq.br/7339534694238282; https://orcid.org/0000-0002-9070-7098
    O presente estudo traça uma discussão sobre a expressão “ele é canoa” fazendo uma comparação e ou uma predicação acerca de construir um atributo, sob a perspectiva da linguística funcional (Givón, 1995) e da semântica cognitiva (Lakoff; Johnson, 1980; Souza, 1984), com foco nos fenômenos da metáfora conceptual e nos estudos da reciclagem linguística (Oliveira, 2020). Tem como objetivo analisar “A relação metafórica do termo ‘canoa’ na construção da predicação”. Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa e bibliográfica. O corpus da pesquisa foi composto por dados extraídos de interações espontâneas no aplicativo WhatsApp, coletados entre os meses de setembro e novembro de 2023. A análise revelou que termos do léxico comum podem ser ressignificados em situações comunicativas específicas, como no caso da expressão “Ele é canoa”, que sofre um processo de reciclagem linguística, adquirindo novos sentidos conforme as práticas socioculturais dos falantes. Portanto, os resultados confirmam que a linguagem é dinâmica, adaptativa e sensível às experiências cognitivas e sociais, refletindo a constante transformação dos significados no uso real.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Análise da expressão “nem fodendo”: uma perspectiva da linguística funcional centrada no uso
    (2024-11-07) XAVIER, Myrian Flávia Santos e Silva; RUA, Robson Borges; http://lattes.cnpq.br/7339534694238282; https://orcid.org/0000-0002-9070-7098
    Este estudo examina a complexidade linguística na criação de conexões sociais e na facilitação da comunicação. Concentrando-se na negação como um elemento-chave na estrutura comunicativa, investigamos suas diversas formas, incluindo aquelas que não seguem os padrões gramaticais convencionais, conhecidas como negações não canônicas. Essas formas, frequentemente usadas no cotidiano, conferem maior expressividade ao discurso, refletindo a intenção do falante em enfatizar ideias e adicionando um impacto emocional à comunicação. Um exemplo destacado de negação não canônica é a expressão “nem fodendo” na língua portuguesa falada no Brasil, especialmente popular entre os falantes mais jovens em contextos informais e nas redes sociais. Utilizando uma abordagem funcional, inspirada em autores como Bybee (2016) e Rios de Oliveira (2020), este estudo emprega revisão bibliográfica e análise de dados reais para investigar os processos motivacionais por trás do uso da expressão “nem fodendo” como forma de negação no português brasileiro.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MemorialAcesso aberto (Open Access)
    Da educação básica à formação docente: memórias de uma licenciatura em letras
    (2026-08-24) MONTEIRO, Patrícia Elizabeth Monteiro e; RUA, Robson Borges; http://lattes.cnpq.br/7339534694238282; https://orcid.org/0000-0002-9070-7098
    Este memorial apresenta minha trajetória pessoal, escolar e acadêmica até a conclusão da Licenciatura em Letras Língua Portuguesa na Universidade Federal do Pará, no Polo Barcarena. O texto recupera lembranças da infância e da educação básica, as experiencias com professores e colegas, o adiamento sonho de cursar uma graduação, o ingresso na universidade em 2021 e os desafios enfrentados durante a formação. Também são discutidas as aprendizagens construídas nas disciplinas, nos projetos, nos eventos acadêmicos, nas relações de amizades e nas experiências de estágio e de atuação docente. A reflexão evidencia mudanças na maneira como compreendo o ensino de Língua portuguesa a inclusão, o planejamento e a relação entre professor e estudante. Ao final, reconheço que a formação docente não se encerra com o diploma, mas continua sendo construída na prática, na pesquisa e na disposição permanente para aprender.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MemorialAcesso aberto (Open Access)
    Entre rios, sonhos e educação: a construção de uma identidade docente e inclusiva
    (2026-08-24) SANTOS, Dionete Pantoja dos; RUA, Robson Borges; http://lattes.cnpq.br/7339534694238282; https://orcid.org/0000-0002-9070-7098
  • Trabalho de Curso - Graduação - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    Um estudo semântico-pragmático sobre os processos implícitos encontrados em construções binárias por inferência na hipotaxe adverbial
    (2024-11-07) COSTA, Wanessa do Espírito Santo Queiroz; RUA, Robson Borges; http://lattes.cnpq.br/7339534694238282; https://orcid.org/0000-0002-9070-7098
    O presente artigo realiza uma discussão de cunho sintático-semântico acerca das construções binárias que são encontradas em atos interacionais que apresentam processos implícitos por meio de inferência na hipotaxe adverbial, a saber: “Mais um pio, eu retiro de sala”, essa construção, ao ser analisada por um viés funcional, pode-se notar que infere valores semânticos de tempo, causa e condição. Além disso, é importante ressaltar que esta pesquisa é fruto dos debates que ocorreram no Núcleo Amazônico de Estudos Semânticos do Português – NAESP, no qual fazia parte como bolsista e esses debates foram primordiais para o desenvolvimento da pesquisa que objetiva também explanar o processo que leva à criação de construções binárias por inferência na hipotaxe adverbial. Nesse sentido, o trabalho fundamenta-se nos pressupostos da Linguística Funcional, na linha de Bybee (2010) e no trabalho de Decat (2001), que advogam sobre a língua se modelar a partir dos usos. Logo, construções que fogem dos padrões sintáticos canônicos não são criadas de forma aleatória, mas motivada. Dessa forma, para realizar tal discussão, recorreu-se às redes sociais, com o propósito de coletar dados que demonstrem as omissões de termos em um complexo oracional.
  • Trabalho de Curso - Graduação - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    A expressão “quem dera" como forma de negação não canônica: uma análise funcionalista
    (2025-09-11) CARDOSO, Carla Beatriz Rodrigues; RUA, Robson Borges; http://lattes.cnpq.br/7339534694238282; https://orcid.org/0000-0002-9070-7098
    A presente pesquisa trata da análise funcionalista da expressão “quem dera” como uma forma de negação não canônica da Língua Portuguesa. Nesse sentido, objetiva-se apresentar e analisar tal construção, que, embora utilizada de forma constante, não está registrada em documentos oficiais do sistema linguístico. Para isso, analisou-se 5 dos 40 dados encontrados no aplicativo de mensagens Whatsapp, a partir dos quais se constatou que tal construção é mais comum, do que os advérbios, em contextos informais de interação comunicativa de negação. Diante disso, para fundamentar as discussões deste trabalho, inicialmente, fez-se um estudo das gramáticas de Cegalla (2008) e de Bechara (1999), a fim de apresentar e de conceituar os termos que constroem o vocábulo “quem dera”. A saber, define-se o “quem” como um pronome interrogativo e o “dera” como verbo conjugado na terceira, ou na primeira pessoa, do pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo. Sob essa perspectiva, o pronome é aquele que se refere a determinada pessoa do discurso, e o verbo, aquele que sinaliza a ação de transferência – concreta ou abstrata – de algo para outrem. Entretanto, quando se debate sobre o domínio de negação, essas categorias morfológicas de função previamente definidas ganham novos sentidos. Isso posto, assentou-se as discussões nos principais postulados do funcionalismo para formular explicações sobre essa mudança de significado. Assim, dentre os estudiosos que abordam sobre a temática, para Rios de Oliveira (2020), as expressões linguísticas que são muito usadas tendem a se desgastar com mais rapidez, de modo que as pessoas buscam reciclar as quais se tornam ultrapassadas, o que explica a preferência pelo “quem dera” em detrimento dos advérbios de negação. De modo semelhante, Rosário (2015) afirma que, em razão das necessidades comunicativas, os falantes buscam novo rótulos, no intento de satisfazer a sua criatividade e expressividade linguísticas. Assim, esses e outros teóricos, apresentados ao longo do trabalho, fornecem importantes contribuições que são fundamentais para entender o objeto de análise desta pesquisa. Logo, conclui-se que o “quem dera” é reflexo de um português maleável, motivado por fatores sociais e culturais, que constantemente é reconstruído pelos usuários da língua, sob justificativas diversas, entre as quais se ressalta a expressividade desses sujeitos.
  • Trabalho de Curso - Graduação - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    O gênero charge como ensino aprendizagem
    (2023-07-19) SILVA, Renata Medeiros; RUA, Robson Borges; http://lattes.cnpq.br/7339534694238282; https://orcid.org/0000-0002-9070-7098
    O presente trabalho, terá como proposta central conhecer um pouco sobre os gêneros textuais, qual a importância deles na licenciatura e trazer vertentes de suas práticas pedagógicas. Será trabalhada proposta através do gênero charge com a temática política do ano de 2022, levando em consideração o seu papel no contexto ensino-aprendizagem voltadas com proposta para alunos do 7° ano do ensino fundamental II. Ao longo do texto, será mostrado no caso das charges que um dos requisitos é a interpretação textual, pois requer muito conhecimento não só sobre a política que será o tema abordado, mas também como fatos históricos, geográficos e de linguagem. A charge é um instrumento de caráter humorístico, informativo e opinativo de extrema importância para a formação de alunos críticos e reflexivos, nessa concepção, o gênero charge tem contribuído para o alcance desse objetivo, pois com a aplicação do gênero em sala de aula, o aluno passou a compreender melhor a função do texto.
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