Doenças de chagas nas regiões de integração de saúde do estado do Pará: um estudo retrospectivo e epidemiológico

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Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Artigo

Data

19-08-2025

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Citar como

BEZERRA, Leandro da Silva. Doenças de chagas nas regiões de integração de saúde do estado do Pará: um estudo retrospectivo e epidemiológico. Orientadora: Tayane Moura Martins. 2025. 18 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Medicina) - Faculdade de Medicina, Campus Universitário de Altamira, Universidade Federal do Pará, Altamira, 2025. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9378. Acesso em:.
A Doença de Chagas representa um grave problema de saúde pública, especialmente em áreas endêmicas como o Estado do Pará. Este estudo teve como objetivo analisar de forma retrospectiva e epidemiológica, os casos notificados entre os anos de 2014 a 2023 nas 12 regiões de integração de saúde do estado. A pesquisa, de caráter descritivo, transversal e quantitativo, utilizou dados secundários extraídos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) por meio da plataforma TABNET/DATASUS. Foram registrados 2.720 casos confirmados, com maior incidência nas regiões do Marajó II (227,1/100 mil hab.) e Tocantins (105,1/100 mil hab.). A Doença de Chagas foi mais frequente em indivíduos pardos (85,4%), do sexo masculino (54%) e na faixa etária de 20 a 39 anos (35%). A via oral foi a principal forma de transmissão (87,4%) e o critério laboratorial o mais utilizado para confirmação diagnóstica (95,9%). A letalidade foi baixa, com 88,1% dos casos evoluindo para cura. Esses achados reforçam a importância de estratégias regionais de vigilância, diagnóstico precoce e prevenção, especialmente nas áreas com maior incidência da doença.

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Disponível via internet correio eletrônico: bibaltamira@ufpa.br

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