O uso da Fibrina rica em plaquetas e leucócitos (L-PRF) e Fibrina injetável rica em plaquetas (I-PRF) em necrose palatina: relato de caso

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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia

Data

25-03-2025

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LIMA, Isabela Brito. O uso da Fibrina rica em plaquetas e leucócitos (L-PRF) e Fibrina injetável rica em plaquetas (I-PRF) em necrose palatina: relato de caso. Orientadora: Ana Cláudia Braga Amoras Alves. 2025. 26 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Odontologia) – Faculdade de Odontologia, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Pará, Belém, 2025. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/10241. Acesso em:.
Introdução: Apesar da evolução do desenvolvimento de biomateriais substitutos mucosos, os enxertos autógenos de tecido mole (EATM) ainda continuam sendo o padrão-ouro para a obtenção de resultados clínicos nas abordagens de ganho de volume tecidual e/ou de faixa tecido queratinizado ao redor de dentes e implantes, sendo a mucosa do palato a principal área de eleição para doação de EATM em Odontologia. Contudo, além da maior morbidade cirúrgica, complicações pós-operatórias na área doadora palatina podem ocorrer e é importante que o profissional tenha conhecimento de estratégias para prevenir estas intercorrências, assim como as formas de abordá-las para diminuir as morbidades e complicações. Objetivo: revisar a literatura a respeito do uso de agregados plaquetários do tipo Fibrina Rica em Plaquetas e Leucócitos (L-PRF) e Fibrina Injetável Rica em Plaquetas (I-PRF) em Periodontia e relatar um caso clínico onde foi realizado o uso combinado de L-PRF e I-PRF no tratamento de necrose palatina. Relato de caso: Paciente com queixa de dor durante 20 dias. Foram coletadas amostras de sangue do paciente em tubos para a obtenção do L-PRF, e em tubo sem aditivos para a obtenção do I-PRF. A centrifugação dos tubos variou entre 1300 a 2700 rpm. O I-PRF foi aspirado do tubo com o uso de seringa com agulha estéril e injetado na lesão, enquanto o LPRF foi conformado em membranas. Após sete dias, a paciente mostrou fechamento completo da ferida, com tecido saudável, sem inflamação ou dor. Conclui-se que o L-PRF e I-PRF mostraram-se eficazes em promover cicatrização rápida e segura, sugerindo seu potencial como alternativas menos invasivas para o tratamento de lesões necrosadas. Estudos adicionais são recomendados para confirmar os achados e padronizar os protocolos de aplicação.

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