Navegando por Assunto "Waterway transport"
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Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Alterações no transporte hidroviário em tempos de pandemia na travessia Belém-Marajó(2023-12-18) FIEDLER, Luan Carlos Paiva; TOBIAS, Maisa Sales Gama; http://lattes.cnpq.br/9635266655242384; https://orcid.org/0000-0002-0888-0685A pandemia afetou diretamente o transporte hidroviário, com interrupções nas operações, redução de lotação nas viagens e alterações na demanda, exigindo a reorganização do serviço. Assim, este estudo contribuiu para a identificação das alterações no transporte hidroviário, tendo como caso a ligação Belém – Porto do Camará, na Ilha do Marajó. Os dados foram obtidos de uma pesquisa de campo embarcada e no Terminal Hidroviário de Belém, envolvendo os períodos: antes, durante e depois da COVID 19. Dentre os resultados, observou-se alterações do comportamento e percepção de qualidade por parte dos usuários, o que evidenciam a necessidade de investimento no setor.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Análise do transporte de grãos na hidrovia tocantins: trecho marabá/vila do conde(2026-03-03) ALBUQUERQUE, Iran Nunes; ASSIS, João Lucas Margalho de; MORAES, Rita de Cássia Monteiro de; http://lattes.cnpq.br/4834541633900826; https://orcid.org/0000-0002-2613-0108O presente Trabalho visa analisar a viabilidade técnica, operacional e econômica do transporte de grãos no trecho entre Marabá e Vila do Conde da Hidrovia Tocantins, considerado um dos corredores logísticos mais estratégicos para o escoamento da produção agrícola do MATOPIBA e do Norte do Brasil. A análise evidencia que, apesar do elevado potencial logístico do Rio Tocantins, sua operação plena encontra-se limitada por fatores como a forte sazonalidade hidrológica, variações críticas de calado e, principalmente, pela presença do Pedral do Lourenço, maior gargalo físico à navegação contínua no trecho estudado. A hidrovia opera com eficiência apenas durante cerca de seis meses ao ano, período de cheia, o que compromete a previsibilidade e reduz o interesse do setor privado. Por meio de pesquisa documental, levantamento de dados oficiais de órgãos como ANTAQ, DNIT, CONAB e IBGE, e análise das características hidrológicas e operacionais do rio, o estudo identifica os principais riscos, limitações e condicionantes que afetam o transporte de soja e milho. Os resultados mostram que, embora o volume de cargas transportado tenha crescido nos últimos anos, ele permanece muito inferior ao potencial estimado para o corredor. A conclusão do derrocamento do Pedral do Lourenço e de obras de manutenção — como dragagem e balizamento permanente — aparece como condição essencial para transformar a hidrovia em rota competitiva, capaz de transportar mais de 20 milhões de toneladas anuais. Estudos indicam que o trecho Marabá–Vila do Conde apresenta viabilidade parcial: existe capacidade física e demanda crescente, mas a operação ainda depende de intervenções estruturais e de políticas públicas que garantam regularidade operacional. O estudo contribui ao oferecer uma visão atualizada sobre a hidrovia, apoiando decisões estratégicas para o desenvolvimento logístico do Arco Norte.