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    Trabalho de Curso - Graduação - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    O peso do sobrenome: como a linguagem jornalística reforça a desigualdade de gênero
    (2025-09-12) ROSÁRIO, Camilla Almeida Alves do; VENTURA, Jússia Carvalho da Silva; http://lattes.cnpq.br/1940222744081657
    A linguagem jornalística não é neutra, mas sim uma ferramenta que molda a nossa realidade. A imprensa, surgida em um universo predominantemente masculino e privilegiado, carrega consigo uma visão de mundo que coloca o homem no centro de tudo. Partindo desta premissa, este trabalho investiga como a escolha de nomenclaturas usadas para mulheres e homens pelo portal G1 atua na naturalização e perpetuação das assimetrias de poder. Homens são frequentemente referidos pelo sobrenome, o que lhes confere uma imagem de autoridade e profissionalismo, e em contraste, mulheres são nomeadas majoritariamente pelo primeiro nome, o que cria uma falsa informalidade e diminui sua autoridade no contexto profissional. Para fundamentar essa análise, recorremos a autores como Pierre Bourdieu, com o conceito de capital simbólico, e a Judith Butler, no entendimento de como a linguagem reflete e reforça as normas de gênero. O estudo adota ainda a importante lente da interseccionalidade, de Kimberlé Crenshaw, para evidenciar que o privilégio do sobrenome e da autoridade linguística é predominantemente branco e de classe. Os resultados preliminares confirmam: figuras masculinas são majoritariamente nomeadas pelo seu sobrenome, enquanto figuras femininas são majoritariamente referidas apenas pelo seu primeiro nome. O privilégio do sobrenome é predominantemente branco e de classe, e o jornalismo, ao adotar certas escolhas de linguagem, atua como uma ferramenta para naturalizar e perpetuar desigualdades históricas.
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