Navegando por Assunto "Resinas compostas"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Influência da composição de resinas compostas na microdureza, resistência flexural e rugosidade superficial(2020-09-30) LISBOA, Débora Catette; ARAÚJO, Jesuína Lamartine Nogueira; http://lattes.cnpq.br/4860837494466416; https://orcid.org/0000-0002-1920-1617Este estudo teve como objetivo avaliar resinas compostas com diferentes composições por meio de microdureza Knoop (KHN), resistência flexural (RF) e rugosidade superficial (Ra). Foram confeccionados 90 corpos de provas (CP), sendo 30 para cada um dos testes, distribuídos em três grupos (n=10) de acordo com as resinas: G1-ZXT (Z350XT-3M\ESPE), G2-AF (Admira FusionVOCO) e G3-IPS (IPS Empress Direct-IVOCLAR\VIVADENT). Os corpos de prova foram preparados com auxílio de uma matriz circular bipartida (5x2mm), para KHN e Ra, e retangular (12x2x2mm) para RF. A inserção foi por meio de incremento único, fotoativação por 20 segundos com intensidade de luz de 1.200mW\cm2 (Bluephase\Ivoclar-Vivadent) e armazenamento a 37ºC por 48 horas. Foram realizados os testes ANOVA, Tukey e Kruskal Wallis (α=0,05). As resinas avaliadas apresentaram diferenças estatisticamente significativas referentes à microdureza na base (p<0,01). Em relação a KHN do topo e a resistência flexural houve diferença significativa (p<0,01), exceto para G2-AF e G3-IPS em ambos os testes. Quanto à rugosidade, não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos (p=0,53). As propriedades mecânicas das resinas compostas podem se distinguir frente à diferentes composições e características estruturais.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Influência de dentifrício branqueador contendo carvão ativado sobre a rugosidade superficial e microdureza de resina composta(2020-09-30) FERREIRA, Rafaela Santos; SANTOS, Gabriela Conde dos; http://lattes.cnpq.br/5982873607041291; LORETTO, Sandro Cordeiro; http://lattes.cnpq.br/6988325260181483Introdução: Dentifrícios branqueadores contendo carvão ativado estão cada vez mais populares, mas seu uso diário ainda é questionável devido ao seu poder abrasivo que pode comprometer superfícies dentais restauradas. Objetivo: Avaliar a influência de dentifrício branqueador contendo carvão ativado sobre a rugosidade superficial e microdureza de resina composta nanoparticulada. Materiais e métodos: Foram confeccionados 30 corpos de prova com compósito nanoparticulado Filtek Z350XT (3M ESPE, St Paul, USA) na cor A2, distribuídos em 3 grupos (n=10), de acordo com o dentifrício a ser utilizado. Para o G1 dentifrício convencional (não branqueador) - Colgate® Máxima Proteção, para G2 dentifrício branqueador - Colgate® Luminous White e para G3 dentifrício contendo carvão ativado - Colgate® Luminous White Carvão Ativado. Para escovação foi utilizada uma escova de dente elétrica Oral-B - Vitality Precision Clean (Oral B, SchwalbachamTaunus, Alemanha); dentifrício selecionado para cada grupo; e água destilada. As análises de rugosidade superficial e microdureza foram realizadas no mesmo espécime (antes e depois). Os dados obtidos foram submetidos a verificação de normalidade através do teste de Shapiro-Wilk (p<0.05). Resultado: Foi observado diminuição dos valores de microdureza em relação aos tempos T0 e T1 nos grupos G2 e G3; e aumento da rugosidade relação ao tempo T0 e T1 nos grupos G2 e G3. Conclusão: Dentifrícios branqueadores contendo ou não carvão ativado são capazes de reduzir a microdureza e aumentar a rugosidade da resina composta nanoparticulada.